Calendário Pirelli terá modelo plus size

Fonte: O Globo

candice calendário pirelli

Magras, altas e lindas! O tradicional Calendário Pirelli é conhecido por suas beldades fotografadas por grandes nomes da fotografia. Mas a grande surpresa em 2015 é a estreia de uma modelo um pouco mais cheinha.

Candice Huffine, 29 anos, americana, 1,80 cm e pernas “quilométricas será uma das protagonistas da próxima edição apesar do seu peso: 90 quilos. A modelo “plus size” está entre as mais requisitadas para desfiles e editoriais de moda no mundo todo. É uma escolha revolucionária na história de um dos calendários mais famosos do mundo. A edição de 2015 terá como fotógrafo o americano Steven Meisel.

 

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Tô sumida!

Por Renata Poskus Vaz

Oi mulherões! Estou postando aqui no Blog Mulherão cada vez menos, não é? Chegamos naquela época do ano em que eu passo a me dedicar mais ao Fashion Weekend Plus Size e quase não me sobra tempo para nada. É um mês bem intenso, atribulado… Mas não vou sumir de vez,  não! Tenho um monte de novidades para contar, não só sobre o Fashion Weekend Plus Size, mas também sobre minha vida pessoal e meu trabalho como modelo, que eu prometi que não faria mais, mas fiz… rsrsrs

A foto abaixo foi feita após um trabalho como modelo, ontem, em uma cobertura no Centro de São Paulo. Um quadriplex lindo de morrer. E a outra é uma selfie feita no intervalo das fotos, no melhor estilo: “eu me amo e me acho o máximo”. Estou ansiosa para mostrar esse trabalho para vocês. Quem sabe na semana que vem eu já não divulgo?

Beijos!

renata poskus vaz

renata poskus vaz selfie

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Look do dia – Vestido justo florido

por Litha Bacchi

Eu tinha comprado esse vestido mas ainda não tinha usado, não tinha achado o humor certo. Aí troquei a cor do cabelo e não saiu bem como eu queria. Eu queria voltar pro ruivo mas como o azul não queria sair, tive que repigmentar ele com o que eu tinha em casa, e ficou laranjão (isso é uma mistura de várias tintas, ensino no próximo post). Engraçado é que o cabelo me botou no humor exato pra usar o vestido, me senti uma mistura de O Quinto Elemento com Jessica Rabbit.

Vestido: ASOS
Sapato: Marks & Spencer (coleção pra pés largos – foi só £15!)

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A gorda, a roupa entalada e a vendedora chata

Por Renata Poskus Vaz

Finalmente você para em frente à vitrine daquela loja bonita que sua amiga amiga magrinha vive comprando roupas da moda. Vê uma blusinha que é a sua cara. Toma coragem e resolve entrar. É atendida por uma vendedora bem magrinha, com sorriso forçado, que logo te convida a experimentar a peça.

“Moça, tem do meu tamanho?”, você pergunta, em voz baixa, envergonhada.

A vendedora, por sua vez, afirma que o tamanho G vai ficar ótimo.

Você tem dúvidas. Afinal, o que é um tamanho G? G de grande? G de gostosa? G de gostosa grande? G de gorda? G de gorda grande? Um tamanho G pode ser grande comparado com um P que é minúsculo, mas ainda assim ser pequeno se comparado a outros “Gs” por aí. Mas antes que você desista de provar a peça com toda essa subjetividade de um tamanho “G”, lá está a vendedora com aquele olhar de cachorrinho que caiu da mudança, te convencendo a provar:

“O tecido é ótimo, estica! Experimenta, vai ficar lindo em você”

Já que ela diz que estica, você sente que tem alguma chance com a blusinha e se joga no G enigmático. Entra feliz no provador da loja dos seus sonhos. O sonho acaba rápido. O provador é minúsculo, sem ventilação, e você lá, já suando como se estivesse em uma manhã castigante no deserto. Tira a sua blusa, bate o cotovelo na parede de compensado, o provador treme.

“Tá tudo bem aí, querida?”, pergunta a vendedora.

Você e ri e responde que sim. Você já sem a sua blusa, o suor escorrendo pelo seu corpo. Mas você não desiste fácil. Pega a blusa G, do tecido que estica. Coloca lentamente. Primeiro um braço, depois a cabeça e depois o outro braço. Agora é a hora de descer a blusa. Mas ela não desce. E você dá uma forçadinha de leve, até ouvir a primeira cerzida e descobrir, da forma mais triste possível, que o tecido que deveria esticar, não estica porcaria nenhuma.

Tenta tirar a blusa, mas ela nem sobe e nem desce.

E você lá, com a blusa entalada, pensando em uma forma de se livrar daquela situação, pensando que não pode haver nada no mundo pior para uma gorda do que uma blusa G que na verdade é P entalada em você, em um provador minúsculo e calorento.

Mas há. Sempre há como uma situação piorar.

A vendedora inconveniente, do lado de fora, tentando abrir a cortina do provador:

“Deixa eu ver como ficou, querida?!”

E você, desesperada, fechando a cortina, responde:

“Já mostro, já mostro!”

Você percebe que só tem uma alternativa: fazer a blusa descer de qualquer jeito, sair do provador sorridente e mentir dizendo que gostou tanto da blusa que já quer sair com ela no corpo. Comprar. Ir para casa e sofrer com dignidade com o dinheiro mal gasto.

Então, você prende a barriga, fica sem respirar, se esforça e após uns 5 minutos de desespero e muitas tentativas, a blusa desce. Sai do provador, vermelha, exausta, após a pior experiência da sua vida e escuta da vendedora:

“Nooooooooooooooooooooooooooooooooossa! Que linda que ficou em você!”

A frase mais falsa que já ouviu na sua vida.

Você respira fundo. Uma, duas, três vezes. Percebe que seria ótimo sofrer com dignidade em casa. Mas que melhor ainda é dar um piti de gorda no meio da loja, só para lavar a alma:

“Escuta aqui, você sabia que induzir um cliente ao erro está previsto como crime no código de defesa do consumidor? E você ficar falando que estou linda em uma blusa que nitidamente não cabe em mim é uma tentativa imunda de me fazer comprar um produto que não me atende? Isso não me serve e você está tentando me empurrar goela abaixo! Meu dinheiro não é capim, minha filha! Agora liga essa porcaria desse ar condicionado que eu estou com pressa. E não tente entrar no provador mais uma vez sem meu consentimento, entendeu?!”

Ufa!

Todos se calam.

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Historinha triste, incômoda? Já aconteceu comigo de verdade. E com vocês?

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Gabi Schio em catálogo de lingeries plus size sensuais

Por Renata Poskus Vaz

Ainda no clima de sensualidade, quero mostrar um ensaio que  a modelo Gabi Schio,  lá de Viamão, fez para a Crisdu, uma fábrica de lingeries plus size recém-lançada. Na coleção, muito cetim, renda e aplicações,  e diversos modelos de calcinha fio dental.

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Gabi 3

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A marca ainda não tem site, nem blog, nem página no Face (acreditem!!!), mas vocês podem entrar em contato por  e-mail: comercial@crisdu.com.br

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Fantasias sensuais plus size

Por Renata Poskus Vaz

Já vou começar esse textinho de sugestões apimentadas dizendo que eu nunca usei e nunca usarei fantasias sensuais. Garanto que não é por puritanismo não. Eu simplesmente ia morrer de rir e a hora “h” se tornaria uma palhaçada nada sensual.

Mas eu  não sou uma boa referência e também pareço ser uma  exceção, pois muitas amigas plus size usam e abusam de fantasias sensuais, garantindo que elas apimentam a relação. Inclusive juram de  pés juntos que os maridões e peguetes ficam de queixo caído quando elas surpreendem  e aparecem com as fantasias. Se você não tem medo de ousar e curte umas paradas diferentes na relação, aposte em uma fantasia. Hoje em dia existem vários modelos: coelhinha, empregadinha (adoooro!), capetinha, gueixa, policial e muitas outras.

fantasia sensual plus size 2 fantasia sensual plus size 5 fantasia sensual plus size 1 fantasia sensual  plus size 3

Abaixo listei algumas lojas que vendem fantasias sensuais, mas já adianto que não tenho como atestar a idoneidade do e-commerce. Vale dar uma pesquisada e ligadinha antes,  ok? Infelizmente os fornecedores são praticamente os mesmos.

Uma dica bacana é você criar a sua própria fantasia, improvisando com lingeries, tecidos e acessórios que tenha em casa.

Hot Flowers

Desejo oculto

Intima Store

Pimenta Malagueta

Só Grande

Divas Plus

Indiscreta Sedução

 

 

 

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Manequim 44 no limbo da moda

Por Renata Poskus Vaz

manequim 44

Maria Luiza, modelo plus size manequim 44

Se você me perguntar qual o manequim que mais sofre preconceito no mundo da moda eu, imediatamente, sem sombra de dúvidas, vou te dizer: o  manequim 44.

O 44 é grande demais para ser considerado um manequim tradicional e parece pequeno demais para aquelas que se consideram plus size. Mas é. É um manequim plus size como o 54 e o 64, pelo menos enquanto não inventarem mais subdivisões na moda, como: mega plus size, mini plus size, extra plus size, hiper plus size etc. Afinal, o 44 pode até não ser uma roupa para gordas, mas é uma roupa para mulheres com medidas generosas, e é isso o que o termo “plus size” representa: tamanho maior e não tamanho gordo.

Eu sei que dói para algumas pessoas que usam manequim 54 ouvir isso. Particularmente, juro que preferiria que uma mulher que usa manequim 44 encontrasse roupas em qualquer loja, mas enquanto isso não ocorre, 44 será sim um manequim maior. Aí você dirá que roupa 44 vende na Marisa ou na loja de esquina lá da Vila Inhocuné. Amiga, presta atenção, se não encontra em qualquer lugar é porque ainda é um manequim marginalizado. Ninguém vai viver só de Marisa, eu garanto.

Ele não é um manequim preterido só  pelas lojas tradicionais. As plus size deixam de revender esse tamanho acreditando nesse besteirol de que há oferta para as mulheres manequim 44 em outras lojas. Com isso, passam a revender apenas a partir do 46 ou 48. E a mulher que usa 44 fica no limbo da  moda.  Ou tenta se apertar num jeans 42 que deformará o seu corpo, ou assume um look 46 larguinho, que a deixa com a cara do relaxo.

Como se não bastasse essa saia justa para encontrar roupas, a mulher 44 tem que aguentar um preconceito escancarado de gordas e também magras. De um lado, a visão das pessoas magras que a acham gorda demais. Recebe sugestões para emagrecer constantemente. Afinal, ‘falta tão pouco para chegar no manequim 38”. Mas só quem usa manequim 44 sabe que não é bem assim.

De outro lado, as gordinhas a consideram magra demais para ser uma plus size. E não há barriga estufada, quadril largo, seios mega size e nem celulites gritantes que as convençam do contrário. Rola aquela vitimização: “eu sim sou plus size, ela não”, “eu sim sei o que é não conseguir comprar roupas”, “eu sim sofro para encontrar algo que me caiba”, e esse papo esbarra na inveja e intolerância,  ao negar que a mulher com manequim 44 também possa passar por problemas semelhantes.

Outra questão importante é no que se diz respeito a utilização de  modelos 44 em suas campanhas. Publicidade plus size pode ter uma modelo manequim 44. O problema não está aí, mas em só colocar uma modelo 44 se o seu público é amplo, contempla também outros manequins. A solução não está em mandarmos para a fogueira modelos com esse manequim, mas enviando sugestões para os fabricantes.

Aceite, 44 é plus size e você pode conviver com isso.

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