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A história de superação da Miss Plus Size Rio de Janeiro

Por Renata Poskus Vaz

Amanda Santana, 29 anos, manequim 48, já foi uma menina triste, vítima de bullying na infância e adolescência. Achava que o emagrecimento seria a única forma de lhe trazer a tão sonhada felicidade. Mas só depois de muito tempo ela foi perceber que a maior mudança deveria ocorrer dentro dela e não em sua silhueta. Hoje, Amanda possui dois títulos de Miss Rio de Janeiro e é um exemplo de superação para muitas meninas que esperam, um dia, resgatar a autoestima.

Confira o relato de Amanda:

“Meninas, hoje quero contar um pouco mais sobre a minha história. Faço parte de uma família onde herdei a genética da obesidade.

Minha luta com a balança começou aos 7 anos de idade. Meus pais sempre tiveram atenção com minha saúde. Fui apresentada às dietas nesse período, mesmo sem entender o porquê de ter que que emagrecer. Como toda criança, não queria saber de dietas, gostava mesmo era das guloseimas. Os anos foram passando e eu continuei engordando, chegando na adolescência, fui sofrendo as consequências de ser gordinha. Sofria bullying e sempre faltava nos dias em que tinha aula de educação física  para evitar sofrer com as brincadeiras de mau gosto.

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Neste período de transição entre a infância e adolescência fui motivo de chacota por onde eu passava, no colégio, nas ruas, nos transportes públicos, nas lojas de roupas e até mesmo entre amigos, piadinhas de gordo não faltavam. Nisso, fui me escondendo, evitava sair de casa, já não queria ir à escola,  fui me tornando uma adolescente complexada, triste e muito insegura.

Entre meus 15 e 16 anos já era obesa mórbida e não quis uma festa de 15 anos como toda menina sonha. Eu não me via com bons olhos, me achava feia, não tinha o corpinho das minhas amigas, e vamos falar sério naquela época não era fácil encontrar uma roupa básica, imagina um vestido de festa usando manequim 54.

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Aos 17 anos decidi dar um basta! Meus pais já tinham tentado de tudo, nutricionista, endocrinologista, psicólogo, vigilante do peso, fórmulas, shakes e dieta da sopa, tudo que se pode imaginar de dieta. Um certo dia tive um choque de realidade, percebi que a decisão de emagrecer só dependia de mim. Minha mãe sofria junto comigo. Foi então que, chorando, com uma calça manequim 54 na mão, olhei para o espelho e chamei minha mãe e falei que seria a última vez que usaria aquela calça . Minha mãe me abraçou e, em prantos, disse que estaria ao meu lado em qualquer decisão.

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Minha mudança de vida foi bem radical, peguei pesado na dieta, comecei a fazer exercício físico, fui vendo o resultado e me animava cada vez mais, cada mês meu manequim diminuía,  e no período de 1 ano e meio fui do manequim 54 ao 40. Foi então que me deparei com outro dilema: a perda de muito peso em pouco tempo me deixou flácida e com excesso de pele, necessitando de cirurgia plástica reparadora.

Mesmo com a nova silhueta,  eu me via ainda gorda. Tinha uma imagem distorcida de mim mesma, me achando feia. Ainda era escrava da dieta, mas num descuido engordava alguns quilinhos. Nessa fase eu já trabalhava, não tinha tempo de fazer exercícios físico, estava “magra” e não estava feliz e continuava a pensar gordo, pois adoro comer. Percebi que ser magra não era a solução para os meus problemas. Eu não era feliz comigo mesma, independente de como estivesse, magra ou gorda, o problema estava dentro de mim.

Os anos foram se passando e eu desencanei da balança. Na fase adulta aceitei que meu biotipo não era o de uma mulher magra e me conformei com meus quilinhos a mais. Neste período comecei a me interessar pelo mundo plus size. Foram 3 anos acompanhando a evolução do mercado plus, via roupas modernas, modelos e artistas se assumindo como gordinhas, fiquei tão empolgada que sempre comentava com as amigas do trabalho e em casa com minha família.  Fui incentivada por eles a fazer um book profissional. Mesmo me achando fora dos padrões de beleza, resolvi arriscar.

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Para minha surpresa recebi um convite para fazer um mega trabalho para a Glamur Fashion, renomada grife do Rio de Janeiro, e aceitei na hora. Quando surgem as oportunidades não podemos desperdiçá-las, e neste trabalho dei início a minha caminhada de superações. Nunca tinha usado blusa sem manga e, meninas, a coleção era primavera/verão! A experiência foi tão boa que pensei “é isso que quero pra minha vida” e percebi que através desse trabalho havia deixado para trás todos os meus complexos.

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Orientada por uma amiga, fiz a inscrição para o o concurso Miss Plus size Carioca, organizado por Eduardo Arauju.  Pensei que seria uma experiência muito legal e uma oportunidade para conhecer mulheres gordinhas como eu, que tiveram as mesmas dificuldades que as minhas. Achei que me faria bem e me surpreendi ao ser agraciada com o título.

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E olha só que Deus tem feito na minha vida! Meus sonhos não pararam por aí. Recebi o segundo título agora, o Miss Rio de Janeiro 2013 da organização de Renata Issas, e disputarei a final nacional em breve. Chego a não acreditar.

Sinto-me honrada em ser representante de um segmento onde eu realmente faço parte. Digo a vocês que depois dessas experiências hoje me vejo de outra forma. Amo minhas curvas, aceito minhas gordurinhas localizadas, celulites e estrias, não sofro mais, sei que elas fazem parte de mim, meu corpo não mudou, eu que mudei, porque TODA mudança tem que ser de dentro para forahoje consigo enxergar a tal beleza que todos sempre viam em mim. Sou muito mais feliz.

Com meu relato não estou incentivando a obesidade muito menos o sedentarismo, tenho preocupação com minha saúde, cuida da minha alimentação e faço exercícios. Quando olho no espelho vejo uma mulher segura e que sabe o que quer. Tudo que passei na maior parte da vida rejeitando, hoje me trás alegrias.”

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Gordas que não gostam de ser chamadas de gordas

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Foto: mulher de 30

Por Renata Poskus Vaz

A palavra gorda, que tanto me assustava quando eu ainda lutava para ter um corpo magro, hoje faz parte do meu vocabulário. Antes, eu tinha pavor de ser chamada de assim. Era a morte. Ofendia mesmo, de fazer meus olhos lacrimejarem em questão de segundos.

Em 2009 fiz um texto exatamente sobre isso. Para ler, clique aqui. Na época, eu disse que a palavra gordo, em latim, significava grotesco e estúpido e mulherões como nós não merecíamos ser chamadas de tal forma.

Enquanto o tempo passava, fui convivendo com mulheres bem mais gordas do que eu e que pouco se importavam quando eram chamadas assim. Muito pelo contrário, elas mesmas se auto-intitulavam gordas. Era um tal de gorda pra cá, gorda prá lá, que virou música para meus ouvidos. Fui percebendo que a palavra gorda tem poder ofensivo porque nós damos essa carga negativa para ela.

Gorda é uma palavra. Só isso. E comecei a usá-la. Quanto mais me referia a mim mesma como gorda, menos as pessoas me chamavam assim. Parece psicologia reversa. Quando você deixa de se incomodar, ninguém mais te chama desta forma. No entanto, esqueci que o poder negativo da palavra havia desaparecido para mim, mas que isso não significa que o restante do mundo também teria que, de uma hora para a outra, achar super bacana ser chamado de gordo.

Há alguns meses, conversando com um amigo que estava acima do peso, chamei-o de gordo. Calma, não partiu de mim com a intenção de ser uma ofensa e estava inserido em um contexto. Recordo que estávamos falando sobre nossas novas amizades e ele comentou que estava malhando muito, porque seus novos amigos eram todos sarados. Diante disso, ele sentia essa necessidade de se sentir inserido na galera se esforçando para adquirir músculos. Eu, então disse: “Amigo, mas você sempre foi gordo. Não vá se esforçar demais, pois este é o seu biotipo”. Meu Deus! A casa caiu. Vi uma amizade de anos acabando ali. Falei demais. Ele se ofendeu, disse que só porque não ligo de ser chamada de gorda que não tinha o direito de chamá-lo assim. E nunca mais nos falamos. Óbvio que achei um exagero por parte dele, mas tenho certeza que se fosse comigo, há uns 6, 7 anos, eu teria agido da mesma forma. Também me sentiria ofendida.

 Porém, embora tenha sofrido com a distância do amigo, eu não havia aprendido a lição. Semana passada, na academia, batendo papo com uma colega de turma com o corpo bem parecido com o meu, discutíamos se era possível ou não perder peso com a aula de hidroginástica. Então, eu disse: “ah, acho que nós que somos gordas conseguimos perder um pouco de peso sim”.  Gente, o rostinho lindo e sorridente da minha colega se transformou no semblante mais triste que vi nos últimos tempos. Vi na cara dela o quanto a magoei falando que era gorda. De repente, ela nem se considera como uma mulher gorda e o fato de eu me colocar no rolo, não diminuía a sensação ruim que ela estava sentindo. Sensação essa que eu conferi com minha indelicadeza. Pedi desculpas, mas desculpas não apagam palavras proferidas.

Dia desses, na Fan Page do Blog Mulherão no Facebook, houve reação parecida por parte de uma leitora, que pediu que eu parasse de usar a palavra gorda e usasse “fofinha”. Claro que não farei isso, mas achei curioso o pedido. Ainda tem gente, aliás, muita gente, que se ofende com isso.

Cheguei à conclusão que não podemos pressupor que as pessoas tenham o mesmo grau de autoestima do que nós, ou mesmo que tenham autoestima, que sejam obrigadas ou que gostem de se autodenominar como gordas. Tudo o que é forçado, imposto, não é natural.

Continuarei, é claro, me referindo às mulheres gordas como gordas em minhas redes sociais, de forma genérica, pois aqui é meu espaço para me expressar e me recuso a usar palavras no diminutivo, como fofinha, redondinha, gordinha… Diminutivos me reduzem e não combinam com um mulherão como eu.

No entanto, lá fora, no mundo real, tomarei mais cuidado para não ofender ninguém. Que eles são gordos eles são. Mas como diz minha amiga Keka Demétrio, “a verdade não é uma pedra, para sairmos atirando nos outros, machucando-os”. Então, vamos deixar que descubram sozinhos que ser gordo não é defeito.

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Entenda o que significa “BBW”, “Plus Size”, “Thick Girl”, “Pumper Girl” e “Chubby Girl”

Por: Francisco Osires

Atendendo ao pedido de minha amiga Renata Vaz, fiz uma pesquisa que pudesse elucidar aos admiradores de gordinhas um pouco da vastidão dos termos que circulam na mídia e que muitas vezes colocam em um mesmo pacote várias categorias de gordinhas em um mesmo pacote.

Temos visto que se confunde muito a arte das fotos, das pinturas e das passarelas colocando rótulos de que gordinha é tudo igual, mas não é; e que “Plus Size” é um nome bonitinho para não chamar uma mulher de gordinha, que por sinal tem funcionado e sido bem aceito o termo. Mas na realidade o fato desta aceitação vem do glamour e respeito que foi agregado ao nome como se criasse a relação Plus Size = Gordinha Chic. E justamente por conta da falta de informação acabam aparecendo algumas distorções, criando sensações de mau gosto. Afinal o mau gosto não está somente na forma de como o tema é abordado, mas principalmente na ideia que se faz do tema, como ele é discutido e da maneira que ele é veiculado. Cada coisa deve estar em seu devido lugar para que não cause constrangimentos. Por exemplo, um fato ocorrido em um Rock In Rio em que colocaram o Carlinhos Brown para apresentar um show para um público que era composto por fãs de Rock, não que ele seja um mau músico, ou ainda, que ninguém goste dele, mas foi de mal gosto a organização fazer isso, pois o público não era de Axé e foi uma confusão danada aquele evento. Bem assim vemos que a mídia tende a tratar tudo de maneira sintética e pouco se explica e muito “se mal informa”.foto 1

Desde a antiguidade que o homem venera as qualidades da fertilidade feminina, prova disso é a Vênus de Willendorf, hoje também conhecida como Mulher de Willendorf, é uma estatueta com 11,1 cm (4 3/8 polegadas) de altura representando estilisticamente uma mulher, descoberta no sítio arqueológico do paleolítico situado perto de Willendorf, na Áustria, c. de 2500 a 2000 a.C. A Vênus não pretende ser um retrato realista, mas uma idealização da figura feminina. A vulva, seios e barriga são extremamente volumosos, de onde se infere que tenha uma relação forte com o conceito da fertilidade. Os braços, muito frágeis e quase imperceptíveis, dobram-se sobre os seios e não têm uma face visível, sendo a cabeça coberta do que podem ser rolos de tranças, um tipo de penteado ou mesmo vários olhos.

No século 17, o Pintor Peter Paul Rubens (Siegen, 28 de Junho de 1577 — Antuérpia, 30 de Maio de 1640), fez uma de suas obras primas conhecida como “As Tres Graças”. Na mitologia grega, as Graças ou Cárites (no singular Cáris) são as deusas do encantamento, da beleza, da natureza, da criatividade humana e da fertilidade da dança. Eram filhas de Zeus e Hera, segundo umas versões, e de Zeus e da deusa Eurínome, segundo outras. Por sua condição de deusas da beleza, eram associadas a Afrodite, deusa do amor (ou a Vênus, na mitologia romana) e dançarinas do Olimpo. Também se identificavam com as primitivas musas, em virtude de sua predileção pelas danças corais e pela música. Seus nomes eram: Aglaia – a claridade; Tália – a que faz brotar flores; Eufrosina – o sentido da alegria. Curiosamente, todas gordinhas, porque será? Novamente o sentido de mulher fértil, saudável e que seria mãe de filhos fortes, era o que dominava o pensamento na época. Não se valorizava a mulher pela sua inteligência, mas sim pelo tamanho de suas curvas. Ser grande era estar na moda. Padrão único de beleza.

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Pierre-Auguste-Renoir-300x248Nosso mais importante e famoso fã foi o pintor impressionista francês Pierre-Auguste Renoir, ou simplesmente Renoir, que têm em suas obras um retrato fiel da beleza genuína da mulher de curvas. E como ele mesmo costumava declarar: “Meu principal objetivo é conseguir realizar uma obra agradável aos olhos…”

Se um gênio da pintura faz uma declaração como essa e em suas obras o que se vê são somente as formas redondas e angulosas da mulher, ele, com certeza, falava com propriedade.

Durante um tempo e mais acirradamente hoje em dia começaram a surgir a preferencia pelas mulheres magras, não que não sejam bonitas, mas por serem modelos, acabaram se tornando o padrão de prefêrencia dos homens, por uma questão de status, de serem bem vistos na sociedade e para as mulheres uma tirania de dietas, academias, remédios e sem falar do preconceito das pessoas em falarem mal ou serem vistas em companhia de gordinhas.

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                 Esta volta pelo tempo e espaço foi necessária para mostrar que gordinhas não são todas iguais e que com o passar do tempo, a moda e as preferencias dos homens em relação a elas se transformam, mas mantem firmes as suas bases. Neste sentido vamos passar agora as classificações e tamanhos de gordinhas. Na realidade, muito pouco se acha sobre isso na internet, então foi necessária uma pesquisa de termos e fazer uma tradução e associação livre entre eles.

O primeiro termo “Plus Size” , Primeiro, vamos entender o significado da palavra Plus Size. Este nome foi dado pelos norte-americanos para modelos de roupas acima do padrão convencional usado nas lojas, ou seja, Plus Size = Tamanho Maior, segue acima do tamanho 44 de manequim. Esta é uma forma de incluir modelos maiores ao mundo da moda e aumentar o número de roupas vendidas.

O Brasil adotou este sistema de modelagem e vem ganhando espaço. Produtoras, agências de modelos, logistas, marketing entre outros, já estão incluindo o modelo plus size em suas propagandas. De um lado, é muito bom porque abriu campo para as gordinhas artistas se destacarem mais, por outro lado, ainda está ruim a forma de pagamento para modelos plus size, porque em muitos lugares o cachê é inferior aos das magras e muitas interpretam como descriminação.

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Outro termo muito comum é o “BBW”, acrônimo para o termo em inglês “Big Beautiful Woman”, é uma denominação frequentemente utilizada no contexto ou na afirmação da atração sexual por mulheres obesas, embora seu uso seja controverso.O termo foi criado por Carole Shaw em 1979, quando ela lançou a BBW Magazine, uma revista de moda e estilo direcionada ao público feminino acima do peso corporal médio. Existe também o fetiche por mulheres supergordas as SSBBW (Super Size). Algumas que não podem nem se locomover, também são “objetos” de desejo de alguns admiradores de mulheres que possuem esse tipo físico.

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Outros termos que veiculam muito são Plumper Girl e Chubby Girl, respectivamente Garota Roliça ou Rechonchuda; e Garota Gordinha.

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Por último encontramos também o termo Thick Girl, que pode ser traduzido como Garota pesada, cheia, abundante, compacta, densa, que também se entende por “Garota Pera” ou a menina de seios pequenos ou médios, cintura fina com quadris e pernas fartos ou ainda dependo das circunstancias o tipo mulher violão quando apresenta seios fartos.

Este tema é muito vasto e complexo, pois ser Plus Size não é só ser uma Gordinha, existe também a questão do comportamento que varia das Passarelas, aos Fetiches bem como a mídias mais picantes que aqui não vem ao caso, mas que existem e mostram a sensualidade e a beleza sem sentidos, que apelam ao sexo ao invés da autoestima. Espero de coração que este artigo possa ajudar a elucidar mais as coisas deste universo maravilhoso, pois a carência de informações sobre as definições acima é enorme e fotos que condizem com o nosso perfil encontradas na net tem que serem avaliadas com muito cuidado. Fiz uma enorme colcha de informações compartilhei, roubartilhei, rsrsrs, mas enfim, reafirmo e espero que não ofenda a ninguém!!!!

Abraços e Boa Sorte a Todas Vocês, Gordinhas, Mulherões de Verdade!!!

Francisco Osires

09/04/2013

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Empresa aérea vai cobrar mais caro de passageiros ‘gordinhos’

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Por Renata Poskus Vaz

Parece que agora virou moda e mais companhias aéreas estão aderindo às taxas extras para que gordos possam viajar em suas aeronaves. Veja essa matéria que extraí do UOL:

Uma empresa aérea de Samoa (arquipélago do Pacífico, na Oceania) anunciou que o preço das passagens será determinado pelo peso dos passageiros: quanto mais pesado, mais caro. Segundo a Samoa Air, os preços podem variar de R$ 2 a R$ 8 por quilo, dependendo da distância percorrida pelo avião.

No momento da compra da passagem os clientes da empresa terão de informar o peso para que seja feito o cálculo do preço. Para evitar fraudes, a empresa afirma que irá pesar os passageiros antes do voo.

“Esta é a maneira mais justa de viajar”, afirmou o presidente da Samoa Air, Chris Langton, ao jornal australiano ”The Sydney Morning Herald”.  ”Não há nenhuma taxa extra em termos de excesso de bagagem”, afirmou.

O problema da obesidade é comum nas ilhas do pacífico, e Samoa se destaca entre os países com habitantes obesos do mundo.

Com a alta no preço dos combustíveis, as empresas aéreas têm buscado soluções para baratear o preço dos voos. Algumas empresas dos Estados Unidos já obrigam os passageiros obesos que não cabem em um único assento a pagar por dois lugares, por exemplo.

Empresas devem cobrar mais de obesos, diz especialista

As companhias aéreas deveriam cobrar mais de passageiros obesos, sugere um economista norueguês, apontando benefícios para a saúde, o ambiente e a economia.

Bharat Bhatta, professor-associado da Faculdade Sogn og Fjordane, disse que o setor aéreo deveria seguir o exemplo de outras formas de transporte que já cobram segundo o espaço ocupado e o peso embarcado.

“À medida que os passageiros perderem peso e, portanto, reduzirem as tarifas, a economia resultante será um benefício para os passageiros”, escreveu Bhatta nesta semana na publicação “The Journal of Revenue and Pricing Management”, especializada em questões de faturamento e estabelecimento de preços.

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Respostas da Renata – Parte I

Por Renata Poskus Vaz

Meninas, adorei as perguntinhas que vocês fizeram no post anterior. Seguem as respostas das primeiras perguntas recebidas até hoje, 26 de dezembro, às 23 horas.

1) Claudia Ferreira pergunta: Você realmente se ama da forma que é, se aceita e realmente é uma das lutadoras pelo “mundo plus” no Brasil ou faz isso como distração ou uma forma de ganhar mais fama ou então financeiramente, já que você tem uma loja plus virtual?

Resposta: Claudia, eu me amo sim do jeito que sou. Porém me amar não significa estar acomodada com meu desenvolvimento pessoal. Eu me amo, mas quero crescer ainda mais como profissional e ser humano. Se amar não é ser cega para os próprios defeitos. Não luto por um mundo plus, eu contribuo para que pessoas plus se sintam bem neste mundo em que vivemos, sem segregação. Você cogitou que ou eu seria uma lutadora do mundo plus ou estaria em busca de 3 coisas: fama, distração e lucro financeiro. Não entendo o porquê de eu não poder ser uma entusiasta plus size e ainda assim conseguir fama com o reconhecimento do meu trabalho pela mídia, me distrair fazendo amizades e ainda poder desenvolver-me profissionalmente nesta área que tanto apoio. Para seu conhecimento, tenho o Blog Mulherão há quase 4 anos e apenas há 1 ano tenho uma loja plus size. E ainda assim divulgo outras lojas e iniciativas do gênero em meu Blog.

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2) Débora pergunta: Você vive financeiramente com o Blog Mulherão?

Resposta: Sim, eu vivo com a venda de anúncios na lateral direita do Blog Mulherão (atenção, não vendo matérias!), com o Dia de Modelo Plus Size e com a Loja Mulherão. Além disso, faço produção de catálogos, dou consultoria para novas lojas e confecções e também, vez ou outra, faço algum trabalho como modelo.

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3) Tati pergunta: Você faria alguma loucura tipo cirurgias e tal para emagrecer e pisar em uma passarela dessas tops pele e osso?

Resposta: Eu desisti de emagrecer até atingir um manequim 40 faz tempo. Meu limite de manequim para um corpo saudável é o 42 e 44. Não descarto uma dieta, já que elevei bem meu peso e tenho sentido algumas complicações de saúde decorrentes desse excesso de peso e má alimentação. Também faria cirurgias estéticas, como lipoaspiração. Não vejo problema nisso. Porém, não condiciono a minha felicidade às ausências ou presença de pneuzinhos. E se tiver que emagrecer um dia será por mim e não por conta do que os outros dizem.

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4) Karol Tabet pergunta: Renata, sou sua fã. E quero parabenizá-la pelo programa. Gostaria de saber como você começou sua carreira. Dê-nos uma dica para quem quer ser como você!!! Beijos e muito sucesso!!!

Resposta: A primeira vez que trabalhei como modelo plus size acho que foi em 2007 ou 2008 em um desfile da Kauê no programa Mulheres.Lembro-me bem o quanto fui hostilizada por outras modelos por ser “magra demais”.  Depois daquela experiência, meio que desisti de ser modelo plus size e fiquei meio intrigada com essa história de não ser aceita como gorda num mundo magro e nem como magra no mundo gordo. Fiz o Blog Mulherão como uma espécie de diário virtual. Cuidei bem da escolha do nome. Não queria nada que me qualificasse como gorda, já que ninguém me considerava gorda e nem eu mesma curtia ser chamada assim na época. Achei que “mulherão” era um nome perfeito, com o qual magras, gordas se identificariam. Após um fora de um namorado e diante da vontade de resgatar minha autoestima, criei o Dia de Modelo Plus Size. Usei meus conhecimentos como assessora de imprensa para divulgar o Dia de Modelo e o Blog Mulherão. Foi um sucesso! Acho que ninguém tem que querer ser como eu. Porém, acredito que minha maior qualidade é a determinação, a disposição para aprender e trabalhar.

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5) Panzinha pergunta: Por que você faz tanta questão de soltar alfinetadas aleatórias a outras modelos plus size todos os dias no seu facebook?

Resposta: Em primeiro lugar, agradeço por você acompanhar todos os dias às inúmeras postagens que faço em meu Facebook. Isso mostra que realmente tenho pessoas que admiram e acompanham meu trabalho. Sobre “alfinetadas”, elas não são aleatórias, elas tem destino certo.

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Tatiane Mari pergunta: Renata o que você acha desses seres que ficam postando foto da bunda no facebook e pedindo voto?

Resposta: Acho que você se refere aos concursos de beleza plus size na internet, não é?  Primeiramente, acho que cada mulher tem o direito a exibir sua própria imagem na internet como bem entender. Porém, no meu caso, acho que não faria isso, porque me preocupo com o que as pessoas pensam ao meu respeito. Não quer dizer que vou mudar minha personalidade para ser aceita, porém, não gostaria que achassem que sou vulgar ou desfrutável, pois, em hipótese alguma no meu dia a dia, eu me exponho dessa forma. Uma coisa é você se expor com pouca roupa ou até mesmo nua. Outra é se expor em poses semi-ginecológicas, de forma vulgar. E isso não é machismo. Pois também acho as fotos de homens exibindo seus membros fálicos no Facebook super inapropriadas.

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Débora pergunta: Oi Renata, adoro o mulherão te acompanho desde o começo, lembro de na época ter visto algumas entrevistas suas, com a Andréa Boschim, a Dani Lima a Keka… em uma dessas vc disse que fazia balé, e outras Atividades físicas, vc ainda faz?? Ah adorei o post “mulherão viaja” quando vc e a Andréa foram para o spa, aprendi até a arrumar minha mala rs…. Beijos e sucesso pra vc.

Resposta: Débora, até 2010 eu fazia ballet classico, hidroginástica e musculação. Por conta da hérnia de disco que sempre teimava em doer, parei com todas as atividades e só continuei com o Ballet. Ganhei muito peso e minha coluna não aguentou. Precisei parar o Ballet temporariamente, para evitar qualquer complicação. Na época estava com uns 78 Kg e pensava que emagreceria rapidamente uns 4 Kg para voltar a dançar. Porém, aconteceu o contrário. Eu engordei dez quilos desde então. Estar ociosa me deixa triste e envergonhada, porque gostaria de ser um exemplo melhor de saúde para vocês. Mas nada que não possa mudar em 2013, não é mesmo?

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Carla Helena Mirwald pergunta: Dei uma lida nas interações que você recebe pelo Face e pelos comentários aqui, e fiquei me perguntando: “- Como a Renata consegue manter a compostura com algumas pessoas, será que ela pratica Yoga, Meditação, e afins?”

Resposta: Eu não consigo manter a postura!rsrsrs Melhorei muito, ando mais tolerante e paciente, mas vira e mexe sou provocada, desafiada e atacada de uma forma que me faz quetionar se meu trabalho tem mesmo alguma importância. Algumas pessoas não entendem que tenho vida privada e ficam loucas quando não consigo responder às suas solicitações imediatamente. Outras querem ser modelo e quando percebem que não posso ou não quero ajudá-las nesse sentido, me elegem sua inimiga número 1. Há outras inúmeras situações em que minha paciência é testada, principalmente em notórios casos de inveja alheia. A grande vantagem em ter pavio curto e expor essas situações nas redes sociais é que, quase 4 anos após lançar o Blog Mulherão, as minhas leitoras já me conhecem e a grande maioria me respeita muito como profissional e mulher. Sendo assim, não sinto mais aquela necessidade de provar a todo instante que tenho caráter, que sou íntegra e que desenvolvo meu trabalho com seriedade pois muitas pessoas já reconhecem isso.

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Pergunta Patrícia Almeida: Adoro as dicas que você passa para nos mulheres grandes aprendi muito com o blog e com as reportagens da tv, mas teve uma grande curiosidade, você sempre diz que devemos usar cinta modeladoras, mas o questionamento é onde comprar?Eu mesmo nunca acho pra vender pois adoraria usar e deixar tudo no seu devido lugar!!!rsrsrs…

Resposta: Cintas modeladoras são vendidas em lojas multimarcas e em lojas especializadas em lingerie. As lojas Marisa vende. Também há nas Lojas Americanas. Pela internet vc encontra na Loja Mulherão. Marcas bacanas para vc procurar e comprar: My Lady, Plié, Lupo, Trifil..

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Elaine Lakeisha: Me diga para você o que é verdadeiramente ser uma modelo plus size hoje no Brasil? Bjs

Resposta: Ser uma modelo plus size no Brasil é realmente trabalhar como modelo plus size. Não basta ter o book, o curso, o DRT se você não trabalhar como modelo.

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Aline Monteiro pergunta: Sou pantaneira e estou no Rio de Janeiro há um ano e estou representando as pantaneiras no segmento plus size, como posso desfilar no FWPS representando o meu Pantanal?

Resposta: Nesta edição, provavelmente, não faremos mais casting. Mas você pode enviar seu material, medidas e contatos para casting@fwps.com.br

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Eliana Oliveira pergunta: Queria saber sobre o fwps, como você faz a seleção das meninas, quais os requisitos que chamam mais sua atenção? E queria que você desse dicas para modelos que estão começando agora;

Resposta: Como o FWPS é feito para um público de mais de mil pessoas, é importante que as modelos sejam altas para serem enxergadas por quem senta mais distante da passarela. Outra coisa que observo é como essa modelo se porta, se vai dar trabalho no backstage, se é séria e comprometida.  A dica que eu dou é: sejam sérias e não se deslumbrem.

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Antônio pergunta: quando vai ser os FWPS ano q vem?

Resposta: em 23 de fevereiro de 2012, sábado.

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Ada Cristian pergunta: Se você pudesse trazer alguém ao mundo dos vivos, quem seria? Seu sucesso é formidável por você ser quem é… Quem é a Renata por Renata?Um beijão!!

Resposta: Eu jamais traria ninguém do mundo dos mortos, pois acredito em vida após a morte e acredito que se alguém morreu aqui é porque sua contribuição nesta existência chegou ao fim. No entanto, se há 10 anos atrás eu pudesse ter feito qualquer coisa para impedir que minha mãe falecesse, eu teria feito. Sinto muita falta dela principalmente em datas tão importantes como o Natal. A Renata por ela mesma? BATALHADORA.

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Você pergunta e eu respondo – Melhores Momentos de 2012

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Por Renata Poskus vaz

Durante todo o ano de 2012 recebi inúmeras perguntas de leitoras por e-mail e no Facebook, mas, infelizmente, não pude responder a todas. Eram dúvidas sobre o meu trabalho, sobre o Blog Mulherão, sobre o mundo plus size e até mesmo sobre minha vida pessoal (é difícil ser sub-sub-sub-celebridade!rsrsr). Então, tive uma idéia…. Já que o ano de 2012 está acabando, que tal vocês postarem aqui suas dúvidas? Vou me dedicar no próximo dia para respondê-las. Participem! Será bem divertido!

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Cuidado com a nova moda das roupas transparentes

Por Renata Poskus Vaz

Nas últimas semanas me deparei com matérias sobre uma série de celebridades usando roupas transparentes na região das pernas e bumbum. Não sei como essa onda começou e tentei até mesmo descobrir o estilista que lançou essa péssima tendência na passarela e que serviu de inspiração quase demoníaca para as demais marcas que colocaram essa coisa horrenda nas prateleiras.  Não descobri a origem do mal. Juro.

Vocês sabem que não sou muito de dar opinião sobre o que os outros optam vestir. Prefiro falar sobre o que fica bem em mim ou não, ou dar sugestões que acho bacanas para as minhas leitoras. Afinal, o que é feio para mim pode ser belo para os outros. Porém, eu não podia correr o risco de ver alguma gordinha reproduzindo o modelito de pagar bundinha por aí. Não é elegante, nem sensual. É pior do que roupa de funkeira, atravessando qualquer barreira da vulgaridade aceitável. Meninas, jamais usem isso!

Amanhã estréia a novela  ”Salve Jorge”, na TV Globo. A protagonista Nanda Costa investiu no modelito de pagar bundinha. Veja só:

Isso não é ser extravagante. É ser esculhambante!

Outra que se atrapalhou no modelito foi a cantora Paula Fernandes que já comete diversos deslizes na composição de seus figurinos habitualmente. Não vejo problema do que ela usa no palco. Palco é lugar para show (se bem que eu acho que roupa transparente de nada combina com as músicas românticas que ela canta), porém, circular por aí com o bumbum de fora, não rola. Diva que é diva não mostra a calcinha. E tenho dito!

Calma, ainda não acabou. A atriz Lea Michele também saiu quase-pelada em um super evento que reunia diversas estrelas e imprensa:

Acho que vocês já devem ter entendido o quanto inadequado é usar uma roupa dessas em qualquer ocasião. Então, meninas, não arrisquem!

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Samuel e Gecélia, uma história de amor verdadeiro e fidelidade

Por Renata Poskus Vaz

Você acredita em amor verdadeiro, amor que resiste a tudo?

Há algumas semanas tomei conhecimento da história de um casal que serve de exemplo para todas nós. Uma história de amor verdadeiro, fidelidade, devoção, companheirismo e fé, muita fé! É a história de Samuel Luna, engenheiro, e seu mulherão, Gecélia, que não anda, não fala, não enxerga, não consegue controlar os movimentos e nem ingerir alimentos, mas que com toda essa enfermidade, continua sendo a grande paixão de Samuel.

E não é por menos! Samuel não consegue esquecer o mulherão que há por dentro daquele corpo debilitado. Juntos, adotaram duas crianças que hoje têm 3 e 5 anos. Gecelia acabara de se formar psicóloga. É uma mulher evangélica, com personalidade forte e, segundo relatos de Samuel, a melhor esposa que um homem poderia sonhar desejar. Ela foi acometida por duas enfermidades raras – Degeneração Cerebelar Paraneoplásica e Síndrome de Eaton-Lambert, que surgiram após o tratamento para um Linfoma, do qual ela foi curada. As duas síndromes são muito raras e as características do caso de Gecélia são bem diferentes de outros raros casos já descritos na literatura médica. Os sintomas começaram a se manifestar há aproximadamente 1 ano.

Gecélia hoje

Gecélia escuta e seu raciocínio continua perfeito. Imaginem o quanto deve ser triste estar aprisionada a um corpo que não responde às ordens do seu cérebro? Ela chora, grita, tem momentos de aflição. Porém, ao seu lado, o marido incansável e fiel Samuel, não a abandona.

Fico pensando quantas de nós já não fomos abandonadas por muito menos do que isso. Às vezes porque engordamos, porque estamos tristes já somos maltratadas e abandonadas, imaginem com uma doença tão devastadora como essa? Existem sim homens fiéis e Samuel é uma prova. Nós é que escolhemos errado, mulherões!

Hoje, a luta de Samuel é para tornar o problema de Gecélia conhecido e, quem sabe, encontrar a cura para a esposa. Samuel tem um bom emprego, mas esteve afastado muitos meses devido ao seu estado depressivo e incapacitante para o trabalho. Ele precisa de ajuda para custear o tratamento da esposa. O governo negou exames para Gecélia que custam mais de R$10 mil e ele pode conseguir isso na justiça, mas até para um advogado competente ele precisa de dinheiro. Quem se sensibilizar com a história do casal, pode contribuir doando alguma quantia no VAKINHA. Clique aqui e saiba como. Lembrem-se que somos mais de 10 mil leitoras do Blog Mulherão e que se cada uma doasse um mísero real já faria uma grande diferença na vida deste casal.

Para conhecer mais sobre a história de Gecélia e do casal, adcione Samuel no Facebook. Clique aqui.

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Aniversariantes da semana

Por Renata Poskus Vaz

Eles são muito, muito especiais em minha vida e foram determinantes também em minha carreira, me apoiando e contribuindo direta ou indiretamente para que o Blog Mulherão, o Fashion Weekend Plus Size e o Dia de Modelo fossem um sucesso:

Mayara Russi

Ontem essa bonequinha da Mayara Russi aniversariou. Para mim, a Mayara Russi é hoje a melhor modelo que temos no Brasil. E quando falo em “melhor”  não me refiro simplesmente à mais bonita. Ela é pontual, ética, dedicada e tem mais um monte de qualidades que surpreendem seus contratantes. Como amiga, ela é uma menina doce, compreensiva, carinhosa, educada e sempre, sempre bem-humorada. Parabéns, Mayara!

Keka Demétrio

Hoje, uma das minhas melhores amigas completa 40 anos. Não parece! Continua linda e muito mais charmosa do que antes. A ala masculina com certeza concorda, não é mesmo? Ela vai ficar meio brava, afinal, é só 10 anos mais velha do que eu. Mas quando sinto aquela falta de bater papo com minha mãe, de ter um conselho, uma orientação que só uma mãezona sabe dar, eu corro ligar para a Keka ou teclar com ela pelo bate-papo do Facebook. Sinto-me amparada e muito amada. Parabéns, amiga!

Orion

A gente briga, briga, briga, mas está sempre junto! Ele sempre me ajudando quando preciso, me dando amor e carinho. Hoje é aniversário do meu namorado Orion, que faz 33 anos. Te amo! Parabéns, lindo.

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Pérola do Dia: aula de sexo com caneta BIC

Por Renata Poskus Vaz

Mulherões, estava pesquisando algo bem bacana para postar para vocês. Então, me lembrei que a gente tinha aqui no Mulherão uma coluna de “pérolas do dia”, com piadinhas, vocês se recordam? Hoje, vi algo bem bonitinho e criativo na internet. Uma aula de termos de sexo com canetas BIC. Achei uma gracinha (porém se não usaria isso para ensinar os meus filhos…rsrsrs)

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