A última carta

Mãe,

Ao invés de ir a um centro espírito em busca de uma psicografia, eu é que queria te escrever. Não é Dia das Mães, não é o seu aniversário, mas finalmente chegou o momento de te escrever essa última carta. E eu tenho certeza que alguém, aí do outro lado, vai te entregá-la.

Eu nunca falo com você, mãe, porque dizem que não devemos ficar chamando por aqueles que se foram. Dizem que se eu te chamar, pedir ajuda, você vai ficar preocupada e na prática não vai poder fazer nada por mim.

Já o Orlando lá do prédio disse, há um tempo atrás, que em espírito você poderia fazer por mim coisas que as limitações de seu corpo físico não permitiam que  fizesse em vida. Mesmo assim, mãe, eu não conseguia pedir.

Eu sei, mãe, que você esteve comigo há 12 anos, em espírito. Quando eu chorava deitada em sua cama porque havia perdido minha avó e depois de seis meses você, as únicas pessoas que me faziam carinho. Carinho mesmo, aquele coça-coça gostoso nas costas. Eu dormi e acordei com você me fazendo carinho. Aí lembrei que você havia morrido. Eu não te vi, mas senti e fiquei muito assustada. Mas sou muito grata por aquele carinho que, hoje, encaro como uma forma doce de você me dizer que sempre estaria comigo.

Também senti a sua presença no casamento da Laiza. E até em um rodeio de Jaguariúna, quando tocou Kleiton e Cledir, uma dupla horrorosa das antigas que você tanto gostava. Justo aquela música da Maria fumaça, que você me cantava quando eu era criança. Bem na hora em que eu pensava: “minha mãe adoraria estar aqui”. Não, aquilo definitivamente não foi coincidência.

Sei que você nunca apareceu para mim, porque sou uma espírita de meia tigela que teria um infarto se visse um espírito na minha frente. Você sabe disso, ainda bem.

Mãe, eu quero te dizer que li seu diário depois que você morreu. Perdoe-me, eu sempre fui muito curiosa e eu tinha apenas 20 anos quando cometi essa indiscrição. Eu li a parte em que você escreveu que achava que eu não gostava de você, pois quando você foi me visitar na praia com o pai quando eu tinha uns 7 anos, e foi embora, eu nem me importei. Mãe, eu me importei sim, só não pedi para você ficar. Você não sabe, mas naquele dia eu fiquei com o coração apertado quando te vi partir. Eu corri muito atrás do carro. O Tetolas me viu correndo pela rua e me deu carona na monarkinha dele, fomos pedalando até a avenida da praia, mas não consegui te alcançar para pedir que você ficasse. Eu sentia sua falta, muita e sempre. E chorava às vezes escondida da vó. Mas eu sabia que as férias iam acabar e que eu voltaria para você. E que você estaria lá me esperando, me amando, como sempre. Eu sempre te amei muito mãe.

Sabe, depois que eu li isso, carreguei uma culpa muito grande por, ao invés de rezar para que você ficasse boa, ter me conformado com a sua inevitável morte e pedir para que parentes nossos desencarnados a amparassem nessa passagem. Você não estava morta, mas dentro de mim eu pensava: “ela vai morrer e eu tenho que agüentar e rezar para ela ir sem sofrer”. Porque não pedi em pensamentos para você se restabelecer? Por favor, me perdoe por isso. Perdoe-me por não ter orado para você ficar, de qualquer jeito. Era isso que você esperava de mim quando partiu na sua visita na praia, não era? Esperava que eu pedisse para você ficar.

Talvez seja por isso que, hoje, eu não deixe mais as pessoas saírem da minha vida tão facilmente. Eu insisto, choro, brigo, imploro para ficarem… Tenho uma dificuldade enorme de deixar aqueles que amo partirem. Sempre acho que esperam que eu demonstre meu amor desta forma, pedindo para que fiquem.

Mãe,  quando você morreu, tudo o que te prometi naquela carta que pedi para colocarem no seu caixão porque não tive coragem de te olhar, eu cumpri. Eu cumpri tudo. Tudo mesmo, mãe! Eu fui forte e honrei minha palavra. Talvez não tenha feito tudo da melhor maneira, dei alguns tropeções, mas finalmente eu concluí.

Eu te confesso que não foi fácil e depois de tudo fiquei bem confusa, me perguntando se os compromissos que assumi foram a minha melhor escolha, porque eu sofri pacas também com as consequências de toda essa responsabilidade que tomei para mim. Eu me senti meio perdida e vazia quando percebi que “não havia mais trabalhos a serem feitos”. Agora, finalmente, mãe, estou pronta para seguir. É estranho só precisar pensar em mim e na minha felicidade, agora. É estranho poder cuidar só de mim ou quem sabe ser cuidada.

Sabe, mãe, eu não acreditava em milagres e, esta semana, pude viver um e compreender que as coisas acontecem no tempo de Deus. Isso me encheu de esperança… Eu chorei tanto de alívio e felicidade por ter recebido esse milagre! Mas eu acho que você já sabe disso, não é? Alguma coisa me diz que você estava aqui, comigo e meu pai.

Desde que Orlando me contou aquela história de que poderia te pedir o que eu quisesse, pela primeira vez tomei a liberdade de te fazer um pedido. Na verdade, só queria uma forcinha para levar esse pedido para o pessoal aí de cima. Você sabe o que é. Eu demorei, pesei os prós e os contras, como minha intuição (ou você!) pedia. Levei meses até ter certeza… Agora eu tenho. Obrigada se puder me ajudar nisso. E eu nem vou dizer para você não ficar grilada se essa coisa não se realizar porque eu tenho certeza que vai.

No mais, mãe, eu te digo que é muito estranho ser apenas 8 anos mais  nova do que você, quando você partiu. E que vai ser mais estranho ainda quando eu tiver 80 anos e lembrar da minha mãe com 40.

Espero que Deus te segure aí mais umas décadas, para que eu possa te dar um abraço.

Vou jogar seu diário fora. E essa é minha última carta. Sem mais promessas, sem mais pedidos e sem prestações de contas. Obrigada, mãe.

Obrigada por ser minha mãe.

Sinto muita saudade, mas eu agüento.

Renata

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Tirei sozinha meu aplique de queratina do cabelo

Por Renata Poskus Vaz

Este é mais um episódio da saga “façam o que eu digo, não faça o que eu faço”.

Vocês se lembram que eu coloquei um aplique no cabelo em agosto do ano passado? Era um aplique tic-tac que eu já tinha, que foi preparado e aplicado com queratina. Segundo a cabeleireira que fez a aplicação para mim, eu teria que retornar em 3 meses para a manutenção. Ou seja, em novembro.

A verdade é que em 1 mês o meu aplique já havia virado um ninho de rato. Meu cabelo natural é muito fino e ele embaraçou nos próprios pontinhos de queratina. Tomei muito cuidado, mas bastava eu dormir para acordar com ele todo embolado. Virou uma espécie de cabelo do Bob Marley, sabe? Mas dava para disfarçar em fotos pois a parte de cima, que não recebeu a queratina, continuava lisinha. Aí era só fazer um baby liss e pronto!

Em novembro estava bem pobrinha e não tive como fazer a manutenção. Que fique de exemplo. Só faça esse tipo de coisa no cabelo se você puder manter mensalmente. Em dezembro e janeiro, férias, festas, não consegui marcar horário. E o Bob Marley lá, embaraçando a cada dia mais.

Um dia quase chorei, porque percebi que o único jeito de salvar meu cabelo seria raspá-lo, pois os ninhos de rato já chegavam até a raiz. Mas nesse mesmo dia em que eu quase chorei e entrei em uma crise existencial, minha amiga Célia postou uma foto dela carequinha, toda linda, enquanto fazia sua quimioterapia. Aí tomei vergonha na cara e parei com esse mimimi.

Renata fwps 1(Essas mechas loiras duras e espiagadas são as do aplique…rsrsrs)

Fiz com os ninhos de rato o catálogo da minha coleção para a Marri Gattô. No FWPS também. Mas aí já cheguei naquela fase que os cabeleireiros começam a fazer alarde, vêem a cagada que você fez no cabelo e chamam as amigas para analisar, fazem piadas que nem sempre você está com saco para ouvir, só faltando tirar foto do cabelo embaraçado e pedir para dar autógrafo. Fiquei com bastante vergonha. Então, resolvi tirar os aplique sozinha, em casa.

Comecei retirando os apliques que não estavam embaraçados. No início, passei um algodão embebido em acetona na queratina. Como não tenho paciência nenhuma e isso demora pacas, eu já estava, no final, mergulhando a mexa com queratina inteirinha no pote de acetona (eu não queria aproveitar o cabelo do aplique mesmo, porque já estava quebrado e havia sido tingido e descolorido várias vezes, nem para doação ele serve, infelizmente). Depois, com a queratina um pouco mais maleável, quebrava com alicate de cutícula e tirava. Só saía a mecha do aplique, não arrancava o cabelo natural junto. Fiquei imaginando uma cabeleireira me vendo fazer isso. Certamente ela diria: “você vai acabar com seu cabelo” e mais um monte de bla bla blás e eu teria que responder: “meu cabelo já está acabado há muito tempo, minha senhora”.

Demorei umas 3 horas fazendo isso.

Depois, sobraram apenas os ninhos de rato, o cabelo embolado, que carinhosamente chamo de Bob Marley.

soro_defrizante

O primeiro passo para tentar tirá-los foi molhar meu cabelo inteiro. Aí apliquei Lacan Hair Serum – Soro Capilar Oléo de Argan. É um óleo gosmento, defrizante. Paguei R$25 um potinho de 55 ml. Apliquei bastante no cabelo embaraçado, massageando. Mas bastante mesmo, tem que abrir o potinho e despejar sem medo na mão.

Aí, com a ajuda de pentes finhos, eu fui desembaraçando. Doeu bastante. Nos últimos ninhos de rato, já muito cansada, acabei sem paciência puxando o cabelo com força. Aí sim vi que estava arrancando meu cabelo natural, da raiz, a ponto de deixar meu couro cabeludo vermelho, latejando. Mas, olha, eu tenho fé que meu cabelo vai crescer de novo. Todo mês depilo a pepeca e os pelos lá continuam a crescer, na cabeça deve ser a mesma coisa. :p

Finalmente desembaraçados, vi muito cabelo no chão. Coisa absurda! 1/3 do aplique que tirei, também perdi em cabelos naturais.

bio extratus shitake

Para lavá-los usei a linha da Bio Extratus Reconstrução Nutritiva Shitake Plus. Gosto muito dessa marca Bio Extratus, já usava a linha especial para quem quer desamarelar os cabelos. Depois de lavar, condicionar, apliquei a máscara da mesma marca. O cheirinho é maravilhoso e ele está bem sedoso e brilhante, embora ralo. Mas cabelo ralo0, máscara nenhuma conserta.

Pronto. Tô quase careca. Agora preciso cortar o cabelo e voltar a tomar pantogar. :p Mas só de poder voltar a passar a mão nos meus cabelos e penteá-los de verdade, fico muito contente.

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O desabrochar da Maitê

Por Renata Poskus Vaz

Hoje eu queria contar um pouquinho da história do desabrochar da Maitê. Não é a história dela por ela, mas o que vi.

Em 2009, na segunda edição do Dia de Modelo Plus Size, tivemos que negociar MUITO a sessão de fotos da Maitê. Ela não estava preocupada com o valor que teria que pagar, só tinha em mente uma coisa: que não fizéssemos fotos suas de corpo inteiro.

Ela realmente não gostava do que via no espelho. Então, com muito jeitinho (mentira, naquela época eu tinha menos jeito do que tenho hoje rsrsrs) expliquei que faríamos algumas fotos dela de corpo inteiro e meio corpo, mesmo que ela não quisesse publicá-las depois.

E lá foi Maitê, uma gordinha linda, tímida, fazer seu primeiro Dia de Modelo. Ela se divertiu, fez amizades e não se preocupou com as tão temidas fotos de corpo inteiro.

Maitê Spina 1Essa nova fase de “fazer as pazes” com o próprio corpo, a levaram a aceitar participar de alguns desfiles como modelo plus size.

Maitê Spína 2

Mesmo com essa nova onda de modelo plus size, na época, Maitê não consegui ser plenamente feliz. Desde 2008 ela passou por uma sequência de perdas muito grande, tanto de pessoas quanto de bens materiais. Com isso, não aguentou psicologicamente tudo aquilo, o ápice foi a chegada de uma depressão profunda e síndrome do pânico. Ela simplesmente paralisou sua vida, perdeu mais ainda os então que se diziam seus amigos, o namorado…  Ou seja, tudo e todos! E como se amar profundamente quando se vive um inferno astral desses?

Em algum momento, talvez nem ela saiba exatamente quando, Maitê começou a fazer terapia. Faz um ano e nove meses que ela está passando por esse processo de cura e aprendizado. “Mudei toda minha vida, minha alimentação, o conceito sobre mim mesma, afinal eu não me conhecia. Hoje eu me amo , me aceito e me dediquei a mim e o meu corpo respondeu”, declara a linda e nova Maitê.

Quando diz “meu corpo respondeu” ela se refere a perda de peso, uma consequência natural da reeducação alimentar, rotina de exercícios e autoconhecimento.

Maitê cortou o cabelo, adotou um loirão platinado, fez 2 novos Dias de Modelo e se prepara para fazer o terceiro, na semana que vem.

MaitêMaitê 3Maitê 4Isso sem falar na estreia de Maitê na última edição do Fashion Weekend Plus Size.

Maitê 5Ela continua firme e forte com sua terapia, com essa nova paixão por si mesma e cheia de planos, como investir na carreira de modelo plus size e abrir, no futuro, uma loja de roupas.

E eu… Ah, eu me sinto honrada de ter presenciado toda essa transformação!

 

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As gordinhas são as melhores na cama?

Tara Lyn

Por Renata Poskus Vaz

Você certamente já conheceu algum homem gordofóbico, desses bem machistas, e que, de repente, se viu perdidamente apaixonado por uma gordinha. É mais ou menos como aquele ditado popular: “não cospe para cima que cai na sua testa”. O cara vai lá, cospe pra cima, desfila com magrinhas, esculhamba as gordinhas  mas, de repente, se vê completamente rendido, dominado e obcecado por uma mulher de medidas generosas, bem mais pesada do que ele.

Normalmente esse tipo de cara não se apaixona por uma gorda a primeira vista. Ele vai lá, sai com ela escondido dos amigos, se convencendo de que tudo não vai passar de apenas uma noite e que ninguém precisa ficar sabendo. Tem aquela ideia retrógrada de que gordinhas são mais fáceis e blá  blá  blá, que vai ser bem mais fácil levar uma gorda para a cama do que uma mulher magra. Ele sente que está usando a gorda, quando na verdade ele também está sendo usado por ela. Sexo é troca. Realmente tudo pode não passar de uma noite e pronto. Mas e quando o cara gama? Se apaixona? Tem com a gorda uma noite maravilhosa, que jamais teve com nenhuma mulher?

Ah, minha amiga, é aí que, ele, que zombou a vida inteira de gordas, certamente vai demorar meses até assumir sua fofinha por aí. Terá vergonha de ser ridicularizado da mesma forma com que ridicularizava as outras pessoas. Se ele estiver diante de uma gorda submissa, coitadinha, certamente estenderá esse romance secreto por muito tempo. Se na verdade ela for um mulherão, ele estará perdido! Ou assume  sua gorda de vez, ou corre o risco de perdê-la para outro (ou o melhor,  ela  simplesmente pode preferir ficar sozinha).

Perguntei para alguns amigos, ex-gordofóbicos (mesmo que contidos, não explícitos) o que as gordinhas tem que as magras não tem. Veja as respostas mais comuns abaixo:

Gordinhas são mais quentes na cama

Essa é a unanimidade! E eles ainda tem as teorias do porquê as gordinhas serem mais quentes e terem menos frescura na cama:

1) Sabem que é difícil para elas estarem com caras tão  bonitos (argh!) e por isso querem se esforçar em agradá-los (muito machista essa resposta, né?!  MAS VÁRIOS PENSAM ISSO)

2) Tem em proporção maior o que os homens adoram: peito e bunda!

3) Transam de luz acesa/tem menos vergonha do copo que as magras. Isso achei bem interessante e, segundo alguns rapazes,  eles acreditam que se deva ao fato das magrinhas tentarem esconder suas imperfeições, que normalmente são poucas, enquanto a gordinha sabe que mesmo que se esforçasse, não conseguiria esconder toda a sua celulite ou gordurinhas, lidando, dessa forma, melhor  com o próprio corpo.

Gordinhas são mais companheiras

Todos dizem que as gordinhas são mais pacientes, boas ouvintes, engraçadas e tolerantes (não sou nada disso! hahaha sou uma magra em um corpo gordo, será?). “Não vejo a hora passar quando estou com ela”, disse um amigo, para mim. Lindo, não é? Existe romantismo na safadeza!

Gordinhas são mais dispostas

Alguns rapazes dizem que as gordinhas são mais dispostas (seja para passear, transar ou conversar) que as magrinhas. E eu me pergunto: de onde é que eles tiraram isso? Será que é porque ingerimos mais calorias e fazemos menos exercício, gastando com coisas mais legais? rsrrs

***

O título dessa matéria foi um simples chamariz, pois não acredito em competições desse tipo entre mulheres. Não somos todas iguais. Não somos uma fórmula. Magras, não me batam! Não acho que vocês sejam inferiores  às gordas (embora eu seja bem melhor hoje em todos os sentidos do que quando era magrinha :p) . Não gosto quando homens nos definem sexualmente tendo como base o nosso físico, as nossas gordurinhas, como se cada uma de nós não tivesse sua própria individualidade, personalidade e sexualidade.

Não gosto quando homens falam como se tivessem nos escolhido, quando na verdade qualquer relacionamento, seja sexual, amizade,  casual, amoroso, necessita da vontade de 2 (ou mais!) pessoas para existir.

O interessante dessas colocações é saber como os pensam para definirmos se entramos ou não nessa de mulher objeto, nessa jogada. Ah, e não se esqueça: nem todo cara é um idiota que terá vergonha de você. :p

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Audiência Pública em São Paulo sobre obesidade

audiencia publica obesidade

Por Renata Poskus Vaz

A Deputada Mara Gabrilli realizará audiência pública em 28 de abril, na Assembléia Legislativa de São Paulo, em parceria com a deputada Célia Leão, para discutir políticas públicas para pessoas com obesidade.

Mara Gabrilli é uma famosa e respeitada Deputada, que trabalha pela melhoria da qualidade de vida das pessoas com deficiência e mobilidade reduzida, pela inclusão e acessibilidade.

É importante que todas nós participemos dessa audiência pública, em 28 de abril, na Assembléia Legislativa de São Paulo, para sugerirmos medidas políticas públicas para pessoas com obesidade.

Entre outras questões, a Audiência abordará os seguintes temas:

1) acessibilidade: aos meios de transporte, vestuário, edificações e serviços;
2) saúde: acesso a medicamentos e apoios;
3) obesidade infantil: prevenção e vida mais saudável;
4) discriminação no mercado de trabalho.

Local: Assembléia Legislativa de São Paulo – Auditório Paulo Kobayashi – Av. Pedro Alvares Cabral, 201 – São Paulo

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Confira as novidades da La Moda Lidi em desfile do Miller Boulevard

Por Renata Poskus Vaz

Este recadinho é para você, leitora, dona de loja ou de boutique (a La Moda Lidi não vende para público varejista :(  ).  A La Moda Lidi, que desfilou no Fashion Weekend Plus Size, vai participar de um pocket desfile, dessa vez no próprio Shopping Miller Boulevard, onde fica a sua loja de pronta entrega.

Muitos dos looks abaixo, que foram conferidos na passarela do FWPS, bem como outras novidades, estarão à venda  a pronta entrega, do manequim 44 ao 60. Isso mesmo! A La Moda Lidi é uma das únicas marcas brasileiras com o compromisso de oferecer um leque mais amplo de manequins, sem preconceito e com muita qualidade.

É uma marca ideal para executivas e pessoas que precisem ou curtam um visual elegante e social, com destaque para as camisas, vestidos de tecido plano e calças de alfaiataria.

Veja alguns looks:

moda plus size 1moda plus size 3moda plus size 2moda plus size 8moda plus size 6moda plus size 7moda plus size 4

Serviço:

Lançamento à pronta entrega da La Moda Lidi e pocket desfiles das lojas do Shopping Miller Boulevard

Dias: 17, 18 e 19 de março.

Horários dos desfiles: 11h/ 13h/ e 14h30  sempre gratuitos e abertos ao público

Endereço: Rua Miller, 561 Brás, em São Paulo. Acesso também pela Júlio Ribeiro, 235

Telefone da La Moda Lidi: (11) 2692-1847

Desfile moda Miller Boulevard

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Curso de mecânica básica para mulheres em São Paulo

Por Renata Poskus Vaz

Cansada de ver por aí mecânicos tentando te enganar, te empurrando consertos desnecessários para o seu carro? Então, que tal fazer um curso de mecânica básica, de graça?

Se você chegar no mecânico mostrando certo conhecimento em mecânica, ele vai pensar duas vezes antes de falar que você precisa gastar muitas dilmas pra reparar a rebinboca da parafuseta. (ok, tem muito mecânico gente boa e honestíssimo por aí, mas a mulherada sabe bem do que estou falando).

A DPaschoal, uma das maiores redes de serviços automotivos do Brasil, realiza em três unidades da cidade de São Paulo, no dia 22 de março, a partir das 14h, um curso de mecânica básica gratuito desenvolvido especialmente para o público feminino. As aulas, gratuitas, são ministradas por especialistas da DPaschoal, que mostrarão os cuidados necessários para manter o veículo em boas condições. Com o curso é possível aprender de maneira simples e prática, como conservar o carro, dicas sobre segurança, manutenção, direção defensiva e a troca na hora certa de peças que sofrem maior impacto e desgaste nos veículos, como pneus, suspensão, amortecedores, bateria e freios.

 Serviço

 Curso de Mecânica Básica para Mulheres

Local: DPaschoal – Avenida Professor Francisco Morato, n°1258, Butantã – São Paulo/SP

Data: 22/03/2014 – a partir das 14h

Informações: 3273-4200

Curso de Mecânica Básica para Mulheres

Local: DPaschoal – Avenida Washington Luís, n°4670, Aeroporto – São Paulo/SP

Data: 22/03/2014 – a partir das 14h

Informações: 5034-5354

Curso de Mecânica Básica para Mulheres

Local: DPaschoal – Avenida Nazaré, n°1520, Ipiranga – São Paulo/SP

Data: 22/03/2014 – a partir das 14h

Informações: 2061-8187

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