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Amor plus size: quando o mulherão ama um gordo

Por Renata Poskus Vaz

Amor não tem forma, não tem corpo, não tem curvas, não tem barriga tanquinho. Simples. Mas muita gente ignora isso. Sempre falamos aqui sobre o amor entre pessoas com corpos diferentes e a dificuldade que esses casais enfrentam ao assumir seus relacionamentos. Narramos, por diversas vezes, o desafio que homens magros e com corpo atlético encontram ao namorar uma gordinha. Eles sofrem preconceito sim, ficam à mercê de piadinhas, já que poderiam, aos olhos dos outros, namorar uma “mulher melhor” (leia-se: mais magra).  Tem que ser muito macho para assumir para os amigos e para a família que se gosta de uma gorda.  Afinal, quase ninguém se interessa em saber o quanto somos maravilhosas e interessantes, apenas se limitam a olhar a nossa forma, o nosso exterior.

Para algumas de nós, mulherões acima do peso, namorar um cara sarado faz parte do pacotão da mulher bem-resolvida com seu próprio peso. “Olha só, sou gorda e namoro um saradão”, é o que muitas pensam. Não, não estou dizendo que toda gorda veja no atleta gostosão um troféu, mas não há como negar a satisfação que é desfilar com um homem lindo, admirável e invejável por aí.

Porém, nesses 4 anos de Blog Mulherão, quantas vezes falamos sobre casais de gordos? É como se desprezássemos que uma mulher bem-resolvida gorda pode ser muito feliz e realizada com um homem igualmente gordo.

 E porque ignoramos isso? Porque não compartilhamos em nossas redes sociais a imagem de um gordo e uma gorda, como sinônimo de amor verdadeiro e realização? Homem gordo com mulher gorda não sofre preconceito? Ah, sofre sim! Mas a gente acaba desprezando isso, como se o amor entre “iguais” não gerasse nenhum tipo de rejeição por parte daqueles que os cercam.

 É comum pessoas gordas começarem a namorar e suas famílias e amigos reprovarem a união. “Agora ele vai engordar ainda mais namorando com esta gordinha”, pensam aquelas pessoas próximas do rapaz. No caso da família da gorda, a ideia preconceituosa quase sempre é a de que o rapaz é relaxado, ocioso, incapaz de cuidar dela como merece. Bobagem, claro. Mas quem é gordo e já namorou outro gordo, sabe bem do que estou falando. Ah, isso sem contar os desafios do dia a dia, como sentar confortavelmente em poltronas, lado a lado, namorando no escurinho do cinema.

Cléo Fernandes e Luiz Henrique Frotscher em ensaio sensual exaltam o amor plus size

Pensando nessas questões, os modelos plus size Cléo Fernandes e Luiz Henrique Frotscher sugeriram um ensaio diferente para o fotógrafo Reinaldo Junkes. Após uma sessão de fotos para uma marca de moda plus size, a dupla encarnou um casal apaixonado.

“Eu já vi diversos ensaios sensuais com casais de magros, ou com uma gorda e um homem magro, mas nunca com um casal de gordos. A proposta era de expressarmos envolvimento, desejo e conquista, servindo de inspiração para quebra de paradigmas. Gordos também podem e devem ser sensuais e não ter vergonha de ir à luta pelo seu amor”, afirma Luiz Henrique.

“Queríamos Ilustrar esse amor de forma sutil, delicada e ao mesmo tempo, intensa” completa Cléo.

 O ensaio ficou lindo! E me sinto honrada em dividir em primeira mão as fotos com vocês, leitoras do Blog Mulherão. Muito amor para todas nós, sendo seus parceiros gordos ou magros. Ou não tendo parceiros também!

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Samuel e Gecélia, uma história de amor verdadeiro e fidelidade

Por Renata Poskus Vaz

Você acredita em amor verdadeiro, amor que resiste a tudo?

Há algumas semanas tomei conhecimento da história de um casal que serve de exemplo para todas nós. Uma história de amor verdadeiro, fidelidade, devoção, companheirismo e fé, muita fé! É a história de Samuel Luna, engenheiro, e seu mulherão, Gecélia, que não anda, não fala, não enxerga, não consegue controlar os movimentos e nem ingerir alimentos, mas que com toda essa enfermidade, continua sendo a grande paixão de Samuel.

E não é por menos! Samuel não consegue esquecer o mulherão que há por dentro daquele corpo debilitado. Juntos, adotaram duas crianças que hoje têm 3 e 5 anos. Gecelia acabara de se formar psicóloga. É uma mulher evangélica, com personalidade forte e, segundo relatos de Samuel, a melhor esposa que um homem poderia sonhar desejar. Ela foi acometida por duas enfermidades raras – Degeneração Cerebelar Paraneoplásica e Síndrome de Eaton-Lambert, que surgiram após o tratamento para um Linfoma, do qual ela foi curada. As duas síndromes são muito raras e as características do caso de Gecélia são bem diferentes de outros raros casos já descritos na literatura médica. Os sintomas começaram a se manifestar há aproximadamente 1 ano.

Gecélia hoje

Gecélia escuta e seu raciocínio continua perfeito. Imaginem o quanto deve ser triste estar aprisionada a um corpo que não responde às ordens do seu cérebro? Ela chora, grita, tem momentos de aflição. Porém, ao seu lado, o marido incansável e fiel Samuel, não a abandona.

Fico pensando quantas de nós já não fomos abandonadas por muito menos do que isso. Às vezes porque engordamos, porque estamos tristes já somos maltratadas e abandonadas, imaginem com uma doença tão devastadora como essa? Existem sim homens fiéis e Samuel é uma prova. Nós é que escolhemos errado, mulherões!

Hoje, a luta de Samuel é para tornar o problema de Gecélia conhecido e, quem sabe, encontrar a cura para a esposa. Samuel tem um bom emprego, mas esteve afastado muitos meses devido ao seu estado depressivo e incapacitante para o trabalho. Ele precisa de ajuda para custear o tratamento da esposa. O governo negou exames para Gecélia que custam mais de R$10 mil e ele pode conseguir isso na justiça, mas até para um advogado competente ele precisa de dinheiro. Quem se sensibilizar com a história do casal, pode contribuir doando alguma quantia no VAKINHA. Clique aqui e saiba como. Lembrem-se que somos mais de 10 mil leitoras do Blog Mulherão e que se cada uma doasse um mísero real já faria uma grande diferença na vida deste casal.

Para conhecer mais sobre a história de Gecélia e do casal, adcione Samuel no Facebook. Clique aqui.

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Navegador

Por Eduardo Soares

Fiz bem em guardar alguns textos feitos ao longo dos anos. “Navegador” foi criado quatorze anos atrás, depois de uma briga (a primeira por sinal) com a primeira namorada. E o Edu, no auge dos 19 anos, já demonstrava ser um sonhador à moda antiga. Não procure entender a história, tente sentir a preocupação de um pós-adolescente em manter o relacionamento com uma mocinha cinco anos mais velha. Para complemento de informação, o namoro durou três anos.

Ler um pensamento escrito em 1998 traz boas e más recordações. Algumas virtudes permanecem comigo até hoje. Outras, se foram com o passar do tempo. E nem sei se voltarão. Mudamos, aprendemos, crescemos. Procuramos evoluir seja através do amor ou dor. E assim a vida segue.

“Não direi que te amo/Quando estiver à procura de aventuras no Reino de pierrots & suas colombinas (seríamos fantoches movidos a crise)/Não direi que te quero/Somente para tê-la provocante/Nua na cama/Com perfume de audácia (máscara perigosa do desejo camuflado)/Porém, nunca direi que te odeio/Pois fui navegador/ E no espaço cósmico/Achei uma estrela do mar/Que me deram por pena do fracasso (regalia irônica de um amor decepcionante).

Vamos fazer uma sinfonia

Vamos ter uma filha chamada Anjo

Leia meus lábios e anote meu pedido/“Com amor, o nosso amor, até a tempestade (amiga de outrora), naufraga em si em todos os meus sonhos”/Tua alma adormece no meu coração/Impera na Terra do Pensamento/E acima de tudo, transforma meu ser/Projetando restos quaisquer de medo para o limbo.

Indícios de términos não entram na atual realidade/E para navegar num amanhã singular/Precisamos insistir no futuro/Que habita em nossos próprios corações. (1998)”

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Entendeu, ou quer que desenhe?

Por Keka Demétrio

Quando eu tiver um amor vou ser feliz. Cansei de ouvir amigas falando sobre isso, que o que falta na vida delas é um amor. Confesso que já passei por isto também, mas estou aprendendo que querer um amor é diferente de estar preparada para viver o amor.

Ah, o amor, esse ‘fogo que arde sem se ver’, que consome nossos dias e pensamentos, nos paralisa e nos faz esquecer que a vida é feito uma colcha de retalhos que vamos tecendo ao longo do tempo.

Quando creditamos nossa felicidade ao fato de termos um cobertor de orelha ou não, estamos deixando passar todas as outras coisas que poderiam ser material para tecermos a vida com entusiasmo, fé, alegria, riso, e amor. Quem só deseja ter um homem ao seu lado não está preparado para tê-lo. É preciso antes saber saborear da sua própria companhia, não sentir-se intimidada a sentar-se em um restaurante sozinha, beber seu vinho, comer seu prato preferido e pagar a conta. E digo intimidada porque infelizmente ainda nos dias de hoje algumas pessoas vêem mulheres desacompanhadas nos restaurantes com um certo pré conceito.

Mas agora me fala, quantas pessoas você ouviu dizer com os olhos brilhando que está perdidamente apaixonada nos últimos meses? Ok, nos últimos dois anos? É, eu também não me lembro de nenhuma, a única coisa que me vem à memória é a mulherada dizendo que quer um amor, que falta um amor, e eu queria muito saber o que elas tem feito para que sejam merecedoras desse amor, ou se não estão idealizando demais. Ai lá vem a ladainha: é, sabemos que príncipes encantados não existem, e por isto estamos esperando o sapo sem a ilusão de que quando os beijar se transformarão.

Gente, mas perae, príncipes existem, sim! Ou acha que só você é perfeita, a mulher que todo homem deveria ter ao lado, e que não entende porque está solteira? Tem mesmo a pretensão de que só você pode ser a princesa da vida de alguém? Se você tem inúmeros defeitos, seu príncipe também deverá ter. Imagina alguém perfeito e imagine que tédio seria! Tudo seria previsível, tudo seria metodicamente calculado e pensado e gente assim é muito chata, porque a vida é feita de surpresas, de emoções descobertas no dia a dia. Se você pode ter defeitos, seu príncipe só não pode, como deve ter, porque se ele for perfeito ele não vai querer alguém imperfeito. Entendeu?

O que os tornam princesa e príncipe de verdade, é a forma como irão lidar com os defeitos um do outro. Se ambos forem perfeitos, não precisariam se relacionar, porque relacionamento é antes de tudo cumplicidade, entrega, desejo, paixão, compaixão, é saber falar e calar, chorar e sorrir, é caminhar no mesmo compasso para nenhum sentir-se à frente do outro, mas próximo o necessário para que as mãos não se soltem. Quem é perfeito não precisa de nada disso. Entendeu de novo?

Ao invés de ficar vendo o tempo passar esperando um amor, vá se preparar para recebê-lo, para ter capacidade de retribuir, porque como diz nosso amigo Neruda, “E desde então, sou porque tu és. E desde então és, sou e somos… E por amor Serei… Serás…Seremos…”

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Perdão

Por Keka Demétrio

Segunda-feira que vem, 25 de junho, completo meus 40 anos de vivências, experiências, lutas, quedas, realizações, glórias, sonhos, transformações, bênçãos, aprendizado e evolução. Queria escrever sobre como não me trocaria por quando tinha 20 anos, mas que no auge dos meus 40 gostaria de manter o mesmo frescor daquela época, onde os sonhos existiam bem mais do que cicatrizes. De como eu consegui chegar até aqui tendo errado tanto, acertado tanto, e hoje sentir orgulho do que sou e do quanto acredito que vou conseguir a vir a ser o que tanto sonho. Refletir sobre o ano que passou, ou os anos, no meu caso, sobre as perdas, os ganhos, as promessas não cumpridas, os sonhos desfeitos e os realizados.

Estive em São Paulo no último fim de semana, e me aconteceram coisas maravilhosas, mas também alguns fatos que levaram um amigo muito, mas muito especial, cuja presença em minha vida remete a pouco tempo, mas é de uma profundidade tão grande e que tem nos possibilitado um ensinamento mútuo fantástico, me dizer: Perdão! E eu, dentro da minha tristeza, apenas responder: Desculpa, mas preciso me perdoar primeiro. Aquilo me doeu de tal forma que foi meu pensamento e algumas lágrimas, na minha volta de São Paulo para Minas.

Eu preciso me perdoar por ter deixado a situação chegar ao ponto onde um outro ser querido ter que me pedir perdão. Me perdoar por mais uma expectativa frustrada, e ao mesmo tempo deixá-la me fazer entender em definitivo que o mais importante não são as frustrações, mas no que as transformarei.

Quantas vezes perdoamos e fomos perdoados? Quantas vezes achamos que fizemos um esforço homérico para perdoar alguém, quando na verdade não era o outro quem precisava de perdão e sim nós mesmos?

Quando dizemos que perdoamos alguém, será que fazemos isto realmente do coração? Porque só perdoamos realmente alguém que nos fez algum mal quando nos lembramos do feito e não sentimos mágoa, porque se não for assim, foi apenas do boca para fora.

É que antes de perdoarmos alguém, é preciso aprender a perdoarmos a nós mesmos. E é por isto, que de hoje em diante farei um esforço enorme para me perdoar pelas vezes em que me senti frágil, desanimada e vulnerável, porque é quando estou neste estado que percebo o quanto já estive mil vezes mais frágil, mais desanimada e mais vulnerável, portanto, evolui e sinto que posso mais e mais.

Perdoar a mim mesma por ter errado tanto na ânsia de querer sempre acertar, me esquecendo, em diversos momentos, o quanto sou humana. Perdoar a mim mesma por insistir em sonhos que talvez nem virem realidade, mas que são combustíveis para outros sonhos. Me perdoar pelos passos errados, pelos rabiscos mal feitos no livro da minha vida. Me perdoar por pronunciar palavras incertas que vez ou outra feriram um amigo ou mesmo um desconhecido, e por não ter deixado pessoas especiais entrarem ou ficarem em minha vida por medo de sofrer ou de desapontá-las.

Vou me perdoar pelas lágrimas que deixei correr por algo ou alguém que não valia à pena, porque posso até tentar controlar minhas emoções, mas jamais permitirei que a razão se apodere de mim impedindo que novas emoções floresçam. E por ser assim, vou sempre me perdoar por não desistir de acreditar nos bons sentimentos alheios, mesmo sabendo que posso vir a sofrer por causa disso. Porque triste daquele que desiste de ter fé em seu semelhante, e eu quero continuar a fazer a minha parte.

Quero me perdoar quando o meu coração algumas vezes insistir em oferecer amor para quem não quer receber o meu amor, porque entendi que desperdiçar amor dói, mas às vezes é essencial para que sejamos capazes de resgatar o nosso amor próprio.

Perdoar por acreditar nas palavras das pessoas, quando no fundo elas nem sabem o que estão dizendo. Pelas vezes em que perdoei alguém por ter quebrado a confiança que acreditava pautar o nosso relacionamento. Perdoar por ter sonhos e em algumas vezes permitir que outras pessoas os destruam, por não ter vomitado tudo que me amargurava e me fazia triste. E me perdoar por ter deixado passar a oportunidade tão almejada, porque sempre é tempo de recomeçar.

Ao me perdoar, quero abrir o meu coração e entender que de todas as formas e em qualquer tempo, minhas atitudes irão refletir também na vida dos que participam da minha vida, estando perto ou longe fisicamente, por isto tomarei mais cuidado com o que faço e com o que falo.

Poderia escrever aqui mil outras coisas que devo aprender a perdoar, porém, mais uma vez, reafirmo que palavras podem ser escritas em qualquer papel e pronunciadas por qualquer boca, mas são as atitudes que marcam, resgatam, ampliam e enobrecem o amor, o respeito, a admiração e faz valer de verdade o significado da palavra “perdão”.

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Inveja mata

Por Keka Demétrio

Mulher é um ser tão sagrado que foi escolhido por Deus para gerar vidas, e, no entanto, ao invés de admirarmos umas às outras, darmos as mãos em busca de um mundo e uma vida melhor para nós e nossos filhos, sentimos demasiado prazer em criticar, humilhar, guerrear e cobiçar o que a outra possui.

Quantas e quantas mulheres se arrumam para fazer as outras invejarem sua roupa, seu cabelo, seu corpo, sua pele, sem se quer se lembrar que a inveja é um sentimento que devemos repudiar, porque sua energia é pesada e traz mal estar. Eu sei que não é fácil dominar este sentimento, principalmente se você não está de amores consigo mesma, porém, é uma luta interna necessária, porque te prejudica e faz ficar mais para baixo do que já está. Ao invés de invejar alguém, transforme isto em admiração, porque enquanto a inveja destrói, a admiração impulsiona.

Tem gente que sente tanta inveja que seu maior prazer é denegrir a pessoa invejada. É uma forma de, dentro da sua imbecilidade e inconsciência, diminuir o outro, e essa pequenez o faz feliz. Porém, é tão digno de dó quem age assim, porque nem percebe que o caminho deveria ser inverso, procurar se elevar e não se rebaixar ainda mais.

Inveja mata. Sim, mata sonhos, mata amores, amizades, companheirismo, coleguismo, mata vidas, porque a verdade é que a inveja amarga a boca, o coração e a alma. Antes de invejar, analise, busque saber por que determinada pessoa te provoca esse gosto ruim na boca, o que falta em você que tanto procura na vida dos outros? Acha mesmo que passando sua existência desejando o alheio vai te fazer conquistar tudo o que deseja e sonha? Enquanto estiver presa nesta vibração causada por sentimentos menos nobres, jamais vai encontrar dentro de si a capacidade de realização, a força necessária para lutar por si mesma e a sintonia tão necessária e fundamental com DEUS.  Não quero dizer que não deva ser uma excelente profissional, nem que não possa sair de casa linda, maravilhosa, perfumada e arrasando, acho que deve e tem que fazer isto todos os dias, mas por você, primeiro e exclusivamente por você.

Antes de tapar suas imperfeições físicas com produtos de beleza, lembre-se que falhas de caráter não podem ser encobertas, que não adianta fortalecer os músculos dos seus glúteos e deixar enfraquecer sues valores morais e éticos, de que não adianta dentes brancos e bem cuidados se seu sorriso não for verdadeiro, se de sua boca não sair palavras de incentivo, de amor, porque são estas atitudes que farão com que as pessoas te queiram bem, queriam você por perto, queiram experimentar o sabor da sua companhia, porque você exala e inunda o ambiente com sua luz. E não se preocupe, não serás atingido pela inveja daqueles que não conseguem ser otimistas como você porque você estará sorrindo com os olhos, e quem sorri com os olhos está blindado com a força do amor.

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Ajude um casal fofinho a ganhar uma promoção da GNT no Facebook

Por Renata Poskus Vaz

Olá, muherões de coração fofo, que não resistem à uma história de amor linda. Hoje, conto com vocês para ajudar a Amanda e o seu marido a ganhar a promoção Chuva de Arroz (nome do novo programa da GNT), no Facebook. O prêmio para a foto mais curtida é uma luminária. Ok, aparentemente não é um prêmio espetacular, mas foi uma doce forma da Amanda mostrar para quem não acredita em amor verdadeiro que é possível sim encontrar a alma gêmea.

Eles estão juntos há 8 anos e se conheceram no trabalho. Segundo Amanda, na época ele estava se separando e eles tinham apenas uma relação cordial de colegas de trabalho. Ela brinca que o marido não tinha nada que a atraia, era o oposto dos rapazes com quem ela já havia namorado. Mas depois de um certo tempo de amizade, aceitou um convite para jantar e se apaixonou. O namoro começou em setembro de 2004. Em 2006 foram morar juntos e em 2010 se casaram.

No começo, nada foi fácil. A família era contra por ele já ter sido casado duas vezes e ser 16 anos mais velho do que ela. No início do namoro, Amanda tinha apenas 17 anos e para ele, conquistar a confiança da família, levou algum tempo.

“O nosso amor tava realmente escrito, pois sempre sonhei em namorar, noivar, casar, morar junto e depois ter filhos, mas fiz tudo ao contrário. Logo quando tínhamos 2 meses de namoro, ele já dormia na casa da minha mãe todos os dias. Era quase um casamento”, diz Amanda. Essa união prova que não há uma fórmula certa para o amor e que cada relacionamento tem o seu tempo para as coisas acontecerem. “Não posso dizer que não brigamos, temos nossas briguinhas, mas isso nos fortalece ainda mais. Meu próximo plano é a gravidez”, completa.

Nós torcemos para o casal ser muito feliz, ter um bebê lindo e também que ganhe a luminária. Hahaha Mas para isso preciso da ajuda de todos vocês.

Clique aqui e curta a foto do casal.

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Marcas

Por Keka Demétrio

Já no início da adolescência, época em que os amores são descobertos de uma forma diferente, lembro que era eu quem acalmava o coração angustiado das amigas, cheios de dúvidas e incertezas. Como alguém na mesma idade conseguia isto eu não sei dizer, mas era a mim que elas recorriam e era eu também quem redigia as famosas cartas de amor que elas enviavam aos namorados na época.

Eu devia ter uns 13 ou 14 anos quando escrevi  o ‘texto’ abaixo e nunca mais o esqueci. Talvez na mais tenra adolescência eu já previsse que esse meu coração me faria emocionar, chorar, sofrer, rir, ser feliz, enfim, aprender as melhores coisas que alguém com tanto entusiasmo pela vida como eu poderia aprender.

Pensando bem, foi melhor assim. Todo começo sempre tem seu fim, toda ilusão é um não à realidade. O amor provém de meras circunstancias, mas não suporta a dor de uma distancia nem se contenta em fecundar saudades.

Pensando bem, foi melhor assim. Vou sem você e você sem mim. Partimos em busca de um outro amor e queira Deus que nossas tentativas possam apagar todas as ilusões vivas que a vida nos proporcionou, e se acaso um de nós fracassar, não custa procurar o outro e confessar que tudo deu errado, e que os sonhos do presente são marcas de um amor inacabado.

 P.S: Até hoje quando leio estas poucas linhas, mas tão cheias de significados, me emociono. rs

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As dores da vida

Por Eduardo Soares

Com o passar dos anos a vida nos oferece vários tipos de dores. Grande parte delas constrói nosso constante e eterno aprendizado. Em outras palavras: cedo ou tarde, inevitavelmente,  iremos nos confrontar com alguns dos inúmeros tipos de dores existentes pelos quatro cantos do mundo. Azar, desgraça, maldição? Longe disso. Não pense que o Sr. Destino (caso você acredite nele) sorteou seu nome numa chuvosa tarde de Outono, presenteando sua vida com um poderoso arsenal das agruras da vida. Independente do motivo, a dor da saudade que você sente tem em sua composição a mesma essência da saudade sentida por um australiano, vietnamita, ucraniano, húngaro, islandês, marroquino, canadense, seja lá pelo que/por quem for.

Dizem que a dor maior seria aquela na qual os pais enterram seus filhos, pois eles sofrem o oposto da ordem natural da vida. Impossível não citar a dor da derrota, dor do fracasso, dor da escolha, dor do silêncio (às vezes é preciso guardar as palavras para evitar confrontos), dor do arrependimento.

Para muitos a dor de fome pode gerar a dor pela falta de fé.Ainda assim, existe a espera e a esperança. Mas a escassez de alimento continua e os constantes pedidos também. Surge então a dor pela oração “não ouvida”. Acredite, ela será atendida no momento certo.

Dor da indignação/dor do “sim” ou do “não”/dor da permissão (quando discordamos mas somos forçados a fazer em prol de algo)/dor da omissão (permanecemos covardemente inertes durante um tempo e quando pensamos em agir, é tarde demais)/dor da decepção/dor da traição/dor daquilo que foi dito/dor daquilo que não pode ser desfeito/alguns sentem a dor pelo campeonato perdido/outros dão adeus à dor da aposta furada/Fácil sentir a dor do emprego perdido/difícil absorver a dor da humilhação (que surge em tom de piada).

Dor de barriga, que faz qualquer um ganhar status de rei e rainha, já que o “trono” é nossa única companhia; nossas preces são despertas visando o cessar da dor dos sisos; a dor do parto traz choro e alegria; dor intensa que aperta o peito nos instantes finais; dor que asfixia mesmo quando o ar que nos envolve não resolve; dor que limita movimentos de quem vivia sem limites.

Dor da lembrança que não será repetida, dor das lembranças que somem aos poucos da memória (quando a pessoa envelhece e percebe que dali a alguns meses não terá lucidez suficiente para contar suas histórias).

Dor do desapego/Dor do descaso/Dor da falência/Dor do despejo/Dor da mágoa/Dor do medo/Dor muita/Dor pouca/Dor para quem ainda tem muito a sofrer/Dor pelo pouco que ainda resta/Tem quem faça uso de uma dor fingida ou futilmente intensificada/Tem que sinta a dor da consequência pela inconsequência cometida.

Sexo causa dor. Dor pela primeira vez iniciada (com prazer) através do sangue ou a dor da transa forçada/não pensada, finalizada (com pesar) através do feto no lixo.

Citei algumas mas certamente existem outras dezenas de dores. Ah, se possível desconsidere a dor de amor. Mas, caso algum dia você venha a tê-la, troque de coração. Melhor, troque de hóspede. Ninguém que mora no aconchego do seu peito tem o direito de arruinar o maior/melhor dos sentimentos. Se a pessoa quiser vandalizar o carinho, que seja em outro lugar, de preferência com alguém que ele(a) mereça para fazer valer o velho clichê do “aqui se faz, aqui se paga”.  Nesse caso, o correto seria “aquele(a) que com um(a) fez, com dez pagará”.

Não se trata de vingança. É aprendizado, crescimento. Amadurecimento tardio ou imaturidade eterna. Ação e reação. Atos e consequências. Quem aprende, ganha. Que erra, paga.

É a lei da vida.

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Namoro tem prazo de validade

Por Renata Poskus Vaz

Fonte: Época

Namoro tem prazo de validade. Três anos é o tempo suficiente para que um casal se conheça, se apaixone e tire do papel os planos de casamento. E não sou eu, a senhora sabe-tudo, que está dizendo isso. Essa conclusão é do psicólogo e conselheiro emocional Pam Spurr, que vende como água seus livros de autoestima nos Estados Unidos.

Coincidências à parte ou não, farei, em breve, 3 anos de namoro com muitas idas e vindas. E, como disse para vocês (leia aqui), não vou mais esconder os detalhes sórdidos de minha vidinha com medo da rádio fofoca que por algum tempo tornou minha existência terrena um verdadeiro inferno.

Pois bem. Ou, pois mal. O namoro longo, meus 30 anos, somados ao desejo de estar com ele sempre e de dormir de conchinha todo dia sem ter que marcar encontro, e o clamor desesperado do meu relógio biológico em trazer ao mundo uma mini-renatinha, fizeram-me refletir sobre estar ou não sendo enrolada por meu companheiro. Daí surgiu o desejo de fazer esse artigo para vocês (é tipo uma terapia em grupo…hahahaha).

Há mulheres que não querem se casar e adoram o eterno namoro, à distância. Há aquelas que querem casar, mas não se importam de esperar anos para que isso aconteça. E há aquelas que querem casar, agora. Mas como ninguém casa sozinha, a opinião do parceiro é indispensável. Nem sempre o namorado, noivo e pretenso marido encara aquele momento como “a hora certa” para se casar. Mas existe hora perfeita?

Pam Spurr declarou que após três anos de relacionamento um parceiro desejar casar e o outro não, algo está errado (jura, Dr.?). E é preciso sentar e conversar honestamente para saber o que cada um espera do futuro. Pode ser doloroso, mas necessário, diz o psicólogo.

Ele usa como exemplo a atriz Calista Flockhart e o ator Harrison Ford (foto), que se casaram recentemente depois de 8 anos de relacionamento.  O que um sujeito rico, bem sucedido, realizado profissionalmente, tinha tanto a esperar pra casar? A certeza de amá-la ou nao demorou tanto tempo para se confirmar?

Spurr diz que Ford pode até amar Calista, mas levanta as principais razões para que um parceiro não queira dar o próximo passo:

1. Você é Mrs. Right Now (Senhora Certa Agora) e não Mrs. Right (Senhora Certa) ou Você é o Mr. Right Now (Senhor Certo Agora) e não o Mr. Right (Senhor Certo). O relacionamento é mais uma conveniência do que um plano de vida.

2. Insegurança. Medo de repetir a história infeliz dos pais, de ter que se separar depois.

3. Garantia de satisfação. Alguns homens e mulheres têm dificuldade de tomar decisões que podem mudar suas vidas e precisam de provas cabais de que vão ser felizes no casamento, o que é quase impossível.

4. Essa época já passou. Pessoas mais velhas, que já foram casadas, podem querer evitar se casar novamente.

5. Medo de crescer. E de perder a independência.

Com base nessas 5 razões dadas pelo psicólogo, lancei a seguinte pergunta no Facebook: “alguém aqui namora há mais de 5 anos?” E mais de 70 comentários surgiram, justificando o porquê dessas pessoas não terem casado ainda. Em contrapartida, recebi depoimentos de pessoas que se casaram em tempo recorde. Veja algumas histórias:

Heitor e Rafa: namoraram 2 meses antes do noivado

Quando conheceu Heitor Peixoto, Rafaela Coelho já tinha o Augusto, filho de um relacionamento anterior. Namoraram cerca de 2 meses até o noivado. Embora tivessem pouco tempo de namoro, Heitor percebeu que havia uma grande sintonia entre os três e que já estavam prontos para formar uma família. “Sabia que a mulher da minha vida não iria querer perder tempo em aventuras sem importância. Ela, inclusive, me adiantou, antes de me apresentar o Augusto, que zelava muito por ele nesse sentido”, disse Heitor. Após 5 meses de noivado, se casaram. Hoje têm 5 anos de casados e uma linda filhinha de 4 anos chamada Laura.

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Bruno e Alessandra: namoraram por 6 meses

Bruno Russi e Alessandra Linder foram morar juntos com apenas 6 meses de namoro. Quando se viu diante da mulher da sua vida, ele teve certeza que deveria casar com ela. “Ela morava no interior e eu queria ficar mais perto dela. Antes da Alessandra, nunca namorador. Sempre disse que só namoraria quando achasse a pessoa para casar. Eu não queria namorar 5 anos uma pessoa e terminar. Depois mais 3 anos outra e largar. Para mim Amor é um só. Achei a pessoa que amo e casei”, declara o apaixonado Bruno. Ele acrescenta que não quis esperar para comprar construir um patrimônio antes de casar e que acredita que em dois, será mais fácil conquistar os bens desejados.

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Luciana Alves: após 8 anos e terminou há 1 mês do altar

Luciana e o ex-namorado, como muitos casais, estabeleceram que se casariam após a construção de sua casa própria. Mas a casa era grande (e bota grande nisso!) e a construção levou anos até sua conclusão. Após 8 anos, o casamento era algo mais do que desejável, mas necessário, até para aplacar o ânimo da família., que não paravam de fazer aquela maldita perguntinha: “e aí, quando vão se casar?”. Após marcarem a data do casamento, não ficaram nem mais um mes juntos.  “Ele terminou comigo, dizendo que não queria mais casar e que não gostava mais de mim. E eu da mesma forma estava totalmente em duvidas do que eu queria“, afirma Luciana. O ex-namorado se arrependeu e ambos tentaram ensaiar uma reconciliação. Todavia, Luciana sabia que aquele relacionamento não daria mais certo e rompeu definitivamente.

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Daniela namora há 5 anos e não pensa em casar a curto prazo

Daniela Azevedo e o namorado se conheceram há 5 anos na faculdade e ainda não têm planos de casar. Estudaram na mesma sala e namoraram por todo esse período. Ela acompanhou de perto as dificuldades e conquistas do amado e diz entender a situação que os impede de casar. O namorado é filho único e, diante da oportunidade de comprar uma casa, ele fez pensando na mãe, que não tinha imóvel próprio. “Mesmo com 27 anos ainda tenho o sonho de casar na igreja e fazer uma grande festa, porque a minha família é enorme. No natal, minha irmã mais nova ficou noiva. Tenho vontade de acompanhá-la quando vejo ela orçando os preparativos para o seu casamento, mas tenho que entender que as nossas condições não são as mesmas”, afirma.

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Não acho que tenhamos que ser inconsequentes e casar sem estrutura, só para dizer que temos marido e que não ficamos para titias. Casamento é coisa séria! Mas também não precisamos esperar a construção de todo um patrimônio. Como disse Bruno Russi, lá em cima, as vezes, namorando, não conseguimos conquistar coisas que, como casal, conseguimos.

Casar com muito amor também é primordial. Conheço muita gente que casou e se separou logo em seguida e este não é o tipo de relacionamento que nenhuma de nós deve querer para si. O desejo de usar o véu e a grinalda não pode ser maior do que o desejo de estar a0 lado de alguém que você ama muito. Não podem existir dúvidas sobre aquele ser o grande e único amor da sua vida. Casamento com dúvidas está fadado ao fracasso.

Não sucumba ao golpe da barriga. Há muitos casais que se amam e apressam o casamento motivados por uma gravidez. Mas engravidar de caso pensado, sem planejamento, sabendo que seu amado não quer casar, pode afastá-lo ainda mais de você. Seu namorado pode se sentir enganado, já pensou nisso?

Seja sincera sempre. Como disse o Dr. Purr, não há nada como uma conversa séria para definir as prioridades do casal. Lembre-se que, ao contrário de nós, homens tendem a não falar o que realmente desejam e criam histórinhas para nos poupar do sofrimento. Esteja preparada para ouvir ou perceber que casamento não está nos planos dele. Ou então, preparada para organizar um casamento em tempo recorde. Pois, se sentir o quanto você o ama e o quanto é importante para ele, esse casamento será necessário para ele mais do que, hoje, é para você.

E você, acredita que namoro tem prazo de validade? Opine!

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