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Espaço da leitora: Camila Moraes

“Desde criança fui gordinha e feliz. Tinha meu emprego, meu noivo e minha família…. Era uma mulher AMADA! Engordei 45 kg em um ano e meio devido a minha vida profissional doida entre viagens a países que a única comida que me salvava eram os Fast Food. Cheguei assim aos 148 kg.

Porém, descobri que devido ao meu sobrepeso eu não poderia gerar um filho em meu ventre. Além dos meus hormônios serem praticamente nulos, mesmo com tratamento eu poderia vir a falecer no parto devido ao aumento da pressão arterial comum na gestação. Foi quando tomei a decisão mais difícil da minha vida, realizar a cirurgia do estomago. Após 2 meses dessa decisão, estava em uma mesa de cirurgia no dia 08/10/2008.

Camila com blusa estampada

A minha recuperação não foi nada fácil, mais segui a regra, sempre com acompanhamento médico. Hoje peso 72 kg.

Apesar de olharem as minhas fotos do passado e falarem que não sou eu, não acreditarem que já tive quase 150 Kg, eu me sinto  a mesma mulher, porque o meu sorriso é o mesmo, pois o MULHERÃO de antes ainda está dentro de mim.

Ah, vocês devem estar se perguntando sobre meu casamento e sobre o filho que eu tanto queria ter….. Hoje, ainda não tenho o meu filho, nem casei  e estou solteira….. Mas acredito que por pouco tempo … rsrs”

Fotos da Camila hoje, realizadas no Dia de Modelo:

Conte sua história para a gente também! Escreva para blogmulherao@hotmail.com

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Espaço da leitora: Roberta Terra conta sobre o resultado de sua cirugia bariátrica

Roberta Terra agora (com manequim 46) e em 2009, com seu manequim 58

“Olá, meu nome é Roberta e tenho 25 anos. Fiz a cirurgia bariátrica em 18/07/2011 e eliminei 35 kg, e hoje sou uma gordinha feliz! Sim, gordinha, porque mesmo tendo eliminado uns bons kilos, ainda estou bem acima do meu peso ideal. Ideal dentro dos parâmetros do IMC, porque pra mim está perfeito assim.

Toda minha vida fui gordinha, mas até 2009 aproveitava minha vida, saía com os amigos, ria, me divertia e ficava horas em lojas experimentando roupas. Eu gostava de ser o que era, mas como quase toda mulher e adolescente, tentava dietas pra emagrecer. Eram dietas temporárias que me faziam engordar em tempo recorde assim que ela acabava.

Meu maior aumento de peso aconteceu há uns três anos, quando passei pelo momento mais difícil da minha vida. Após perder a minha irmã, fui aprovada em um concurso público em outra cidade.  Precisava continuar minha vida. Mudei e fiquei por 2 anos e meio longe de casa, dos meus pais e dos meus amigos. Hoje sei que fiz a escolha certa naquela ocasião, mas na época ficar sozinha após uma perda familiar tão grande me fez me jogar na comida. O resultado foi 25 kg a mais durante um ano.

Eu escondia toda a minha solidão e sofrimento dos meus pais. Notei que realmente essa compulsão que eu tinha pela comida era uma doença que já estava me afetando física e psicologicamente. A comida foi por um bom tempo a minha companheira numa época em que eu estava totalmente depressiva.

Em 2010, minha mãe me incentivou a fazer mais um tratamento pra emagrecer. Perdi 20 Kg, mas ao fim da dieta acabei engordando mais 10 Kg. Foi aí que me conscientizei que precisava fazer a cirurgia bariátrica. Eu estava totalmente infeliz com a minha situação e não agüentava mais viver assim. Eu sabia que precisava de uma mudança radical na minha vida.

Foi aí que comecei a pesquisar pela cirurgia bariátrica. Li tudo que pude, como seria o pré e o pós-operatório e, então, marquei minha primeira consulta com o médico que esclareceu minhas dúvidas. Também conversei com muitos que já haviam operado. No início minha mãe foi meio contrária a cirurgia. Eu até entendia o medo dela. Sei que ela não suportaria perder mais uma filha.

Confesso que tive medo de algo na cirurgia dar errado, mas o médico sempre deixou claro que o risco de acontecer algo com a cirurgia é bem menor do que o risco de acontecer algo comigo se eu continuasse daquele tamanho e com aqueles maus hábitos alimentares. Isso me tranqüilizou. Até o dia da cirurgia eu estava calma, Quando o enfermeiro pediu pra eu deitar na maca pra me levar pra sala de cirurgia, meu coração quase saiu pela boca. Fiquei muito nervosa, porque mesmo estando em ótimas mãos, eu não sabia exatamente o que me esperava. No fim, ocorreu tudo bem durante a cirurgia.

Descobri que o pior da cirurgia ainda estava por vir: a dieta líquida. Por isso, passar com psicólogos antes de operar é fundamental. Não é fácil quando você tem que enfrentar 28 dias sem mastigar absolutamente nada, quando vem de uma vida inteira vem de uma vida inteira se jogando na comida como se ela fosse a cura de todos os seus problemas. Fui bem forte e não sei como agüentei. Realmente tive que reaprender a comer, como um neném mesmo. Primeiro ingeria liquido, depois só comidas pastosas e mais molinhas, até ser liberado a chamada comida sólida, para mastigar. É uma verdadeira reeducação alimentar, onde você tem que priorizar o que vai te fazer bem.

Com a cirurgia e dependendo da técnica (a minha foi a Capella sem anel), nós ficamos mais propícios a falta de vitaminas. Então é essencial saber qual alimento escolher, e como não conseguimos comer muito, temos a vantagem que na maioria das vezes nem sobra espaço pra uma porcariazinha, rs. Mas claro que uma vez ou outra podemos comer aquilo que vem na cabeça, algumas pessoas depois de operadas não se dão bem com alguns alimentos, que em geral são carnes, comidas muito gordurosas e coisas doces. Eu não tive esse problema e não sei se é bom ou ruim. É bom porque eu posso comer o que quiser sem passar mal. Ruim porque não tenho algo que me breque pra comer a não ser única e exclusivamente o meu bom senso. Hoje eu já como tudo, só optei por não beber mais refrigerante. Estou há 8 meses sem beber e não sinto falta. Hoje, sou adepta das frutas e verduras. Também como pipoca e lanches, mas sem exagero.

Sou a favor de você se sentir bem como você é. Mas quando o seu físico prejudica a sua saúde e a sua vida, você deve procurar mudanças. Antes eu usava manequim 56/ 58.  Hoje já estou no 46 apertadinho, rs. Um dia eu chego no meu sonhado 46 folgado. Não tenho pretensão alguma de ser magra. O melhor eu já consegui, que foi aprender a comer, usar a comida a meu favor e não contra mim.

Meu próximo passo é fazer algumas cirurgias plásticas, pois com o emagrecimento muitas pelanquinhas surgiram. Antes eu não me via tão gorda e me assustei quando participei do Dia de Modelo em dezembro de 2009. Mesmo com todo empenho de todos, eu chorei ao me dar conta que estava daquele tamanho. Não me reconhecia como a gordinha de anos atrás. Em janeiro deste ano, fiz novamente o Dia de Modelo e também me assustei porque não sabia que podia ser tão bonita. Agora sim eu me reconheço como um mulherão!

 Quem quiser tirar mais dúvidas comigo sobre a cirurgia, como foi o pré e o pós, eu fico a disposição.

Roberta Terra

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“Emagreci tomando remédios”

Antes

Depois

Por Renata Poskus Vaz

Gente, eu não costumo dar “control c, control v descaradamente” nos textos de blogs alheios. Mas hoje a Pâmela do Grandes Mulheres publicou o depoimento da minha amiga Alinne Rosa, que já pesou quase 100 Kg e emagreceu tomando remédios, se reeducando e com acompanhamento médicoAssim como a Pâmela destacou em seu blog, o depoimento da Alinne é importante para que vocês compreendam que uma pessoa não pode ser desqualificada por querer emagrecer.

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“Meu nome é Alinne Rosa, tenho 29 anos, 1,65m de altura e cheguei a pesar 96 kg. E essa é a história de como fiz as pazes com o espelho.

Minha luta contra a balança começou a ser travada desde a adolescência. Com 15 anos já pesava mais de 70 kg. Aos 17, fiz uma dieta na qual tomava sopa no almoço e no jantar (argh!). Ao final de seis meses, cheguei à incrível marca de 54 kg. Quanto tempo consegui manter isso? Sei lá! Foi tão pouco que esqueci! Depois disso vieram outras inúmeras dietas, academias, shakes e remédios, mas a verdade é que eu não tinha tomado consciência do meu corpo. Tinha objetivos incompatíveis com o meu biótipo e isso gerava a frustração de nunca alcançá-los.

Em 2002, pesava aproximadamente 67 kg, mas me achava gorda. Comecei a namorar o meu marido e daí a coisa só piorou: as inúmeras saídas para jantar, as idas e voltas da academia, o início e a retomada de dietas e uso de remédios geraram um verdadeiro efeito sanfona. Mas o maior peso até então atingido era nada perto do que eu um dia chegaria (mal sabia eu que sempre pode ser pior!).

Em 2008 veio o casamento e eu não consegui emagrecer mais que 2 kg, mesmo com remédio. O stress e a ansiedade dos preparativos não me deixaram eliminar mais peso. Assim, no dia do casório, estava pesando uns 84 kg e o vestido dos sonhos teve de ser adaptado para cobrir os braços enormes dos quai sempre me envergonhei.

Dois anos de casada e mais 12 kg! Um total de 96 kg!!! Aff, como eu pude fazer isso comigo?

Eu tinha um marido que me amava do jeito que eu era, uma família que se preocupava comigo, um bom emprego, mas não era feliz! Evitava o espelho, escolhia roupas para me esconder, recusava convites para sair com amigos, principalmente os que não me viam há muito tempo, porque já imaginava os comentários: “Nossa como ela engordou! Está irreconhecível! Não era assim quando estudávamos juntas! Seu rosto está deformado!!!”. Perdi o casamento de uma das minhas melhores amigas da faculdade; minha glicemia chegou no limite do aceitável, o colesterol (já geneticamente alterado) estava altíssimo e a autoestima no fundo do poço!

Comecei então um blog, para ser uma válvula de escape entre o meu isolamento do mundo (na medida do possível, já que não podia evitar sair de casa pra trabalhar, visitar os parentes, ir ao mercado etc.) e a necessidade de me expressar.

Através dele conheci o que eu chamo carinhosamente de “Plus World” e descobri muitas mulheres bonitas, vaidosas, fashion e felizes com seu corpo, independentemente de vestirem manequim 38 ou pesarem 50 kg. Mulheres reais, modelos de beleza atingíveis, mais próximos do meu biótipo.

Concomitantemente, minha mãe, cansada de ver o mal que estava fazendo a mim mesma, me deu um ultimato: “Marquei o médico pra você! E você vai e pronto!” E eu fui! E se soubesse o bem que ia fazer para mim mesma, teria ido antes.

Em dois meses, já tinha eliminado quase 10 kg e voltei a me reconhecer no espelho. Hoje, passados sete meses, lá se foram mais de 20 kg e com a ida deles recuperei a autoestima, a vontade de me maquiar, vestir bem, sair para ver o mundo e ser vista!

Alguns amigos, colegas de trabalho, chegaram ao ponto de entrar no elevador e não me cumprimentarem por não me reconhecerem… Se fiquei chateada? Não! Achei ótimo e me diverti!

Sim! Tomei remédio para emagrecer! Essa é a primeira coisa que me perguntam! Mas com todo acompanhamento e respaldo médico, depois de realizar todos os exames necessários, manipulado e sem efeitos colaterais! E já com um plano de reeducação alimentar e manutenção traçados.

Um dia, assistindo o programa “Bem Estar” da Rede Globo, adorei ouvir um endocrinologista, em defesa da venda controlada de remédios para emagrecer, que agem no sistema neurológico, dizer algo como: “Ora, o diabético precisa de remédio para manter a glicemia sob controle, o que tem colesterol alto, também. Porque os obesos, que são pessoas do mesmo modo doentes, não podem fazer o mesmo?” E mais: “Alguns desses pacientes tomarão o remédio por um tempo e depois conseguirão manter sua glicemia, colesterol ou peso sob controle, apenas mantendo uma alimentação regrada. Outros precisarão do remédio o resto da vida!”. Por fim, mas não menos importante: “Como nós, médicos, poderemos ajudar os obesos sem remédios que ajam no sistema neurológico, se sua doença é fundamentalmente psíquica, resultado de uma ansiedade e compulsão incontroláveis?”.

Não tenho dúvida que algumas “Grandes Mulheres” por aí vão dizer que traí o “ movimento”, que não sou digna de me dizer plus size, falar sobre o tema ou participar de eventos do ramo. Por quê? Por que fui lutar pela minha saúde e autoestima com as armas disponíveis no momento? Vocês não dizem que o importante é ser feliz e se amar do jeito que somos? Então, foi atrás disso que eu fui! Foram vocês que me ensinaram a me amar e aceitar do jeito que eu sou, a ter objetivos reais, atingíveis, padrões de beleza compatíveis com o meu corpo. Meu modelo de mulher hoje não é mais a Gisele Bündchen, mas a Flúvia Lacerda. Ou, trazendo para uma realidade ainda mais próxima, não é a minha irmã bailarina, de 47 kg e manequim 34, que que possui DNA muito semelhante ao meu (por isso achava que podia ser como ela), mas a Silvia Neves, Renata Poskus Vaz, Tara Lynn, Candice Huffine, Robyn Lawley, manequins 44/46, ideais plenamente possíveis de serem alcançados.

Hoje me sinto mais bonita, atraente, jovem, bem disposta; me visto melhor, me maquio, vou na clínica de estética, não tenho vergonha de sair na rua, me encontro com os amigos e, segundo amigas, tenho um brilho diferente no olhar e pareço mais confiante e decidida. Uma nova mulher! E quem vai poder dizer que não gostaria de sentir o mesmo?

A vocês que foram a minha inspiração, que se amam como são, o meu muito obrigada. Àquelas que se identificaram com o meu passado recluso, com a mulher que deixei para trás: corram atrás da sua felicidade, usem das armas que puderem em busca da saúde e do amor próprio! Adquiram a consciência de seus corpos e sejam felizes!

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O engorda, emagrece e engorda dos artistas

Por Renata Poskus Vaz

Enquanto muitas de nós investe em reeducação alimentar para tentar equilibrar a balança, alguns artistas enfiam o pé na jaca, ou melhor, enfiam a jaca com caroço e tudo na barriga para ganhar uns quilinhos e se aproximarem do perfil estético ideal de seus personagens. Outros, por outro lado, praticamente encaram uma greve de fome para emagrecer além da conta e poder encenar, por exemplo, personagens doentes ou famintos.

Marcelo Duarte, autor de o Blog dos Curiosos, enumerou alguns desses atores que, pelo amor à arte, brincaram com o poder da balança. Bom, meninas… Temos que ter sempre em mente que as dietas de “engorda” ou “emagrecimento” dos artistas jamais devem ser seguidas por nós, reles mortais, com o perigo de comprometer seriamente a nossa saúde.

Veja os artistas citados por Marcelo. Alguns, na minha opinião, ficam bem mais bonitinhos rechonchudos. rsrsrs

Adrien Brody – O ator perdeu 30 quilos para viver o instrumentista judeu de “O Pianista” (2002), dirigido por Roman Polanski. O esforço valeu a pena: Brody ganhou um Oscar pelo papel.

Camila Morgado – Para viver Olga Benario, esposa do militante Luiz Carlos Prestes, Camila teve que perder ao longo das filmagens 7 quilos. A dieta dos pontos lhe ajudou na empreitada, que, segundo ela, foi mais difícil que raspar os cabelos.

Charlize Theron -  A ganhadora do Oscar engordou 15 quilos para interpretar a serial killer do filme “Monster” (2003). Além disso, ela remodelou o rosto com silicone.

Christian Bale – Para fazer “O Operário” (2004), Christian precisou emagrecer 28 quilos. Seu personagem no filme tem a saúde deteriorada porque sofre de insônia

Daniel Oliveira – O ator perdeu 15 quilos para viver Cazuza no longa “Cazuza - O Tempo Não Pára” (2004). O cantor morreu aos 32 anos por conseqüência da Aids.

Fernada Souza – A atriz engordou 7 quilos para viver a “fofinha” rejeitada da novela “O Profeta”. Como não foi suficiente, ela ainda teve que usar enchimentos.

Kate Beckinsale – O papel de Ava Gardner em “O Aviador”  (2004), de Martin Scorsese, obrigou a atriz a engordar 9 quilos.

Renée Zellweger – Para viver a protagonista de “O Diário de Bridget Jones” (2001), a atriz engordou 10 quilos. Depois, perdeu tudo. Big Mac com batatas, milk-shake e donuts com pasta de amendoim garantiram que ela ganhasse os 14 quilos necessários para viver novamente a personagem na seqüência de O Diário de Bridget Jones. O cachê de 15 milhões de libras compensou o sacrifício. Além disso, a empresa de produtos Vigilantes do Peso ofereceu 32 milhões de dólares para transformá-la em sua garota propaganda e mais 300 mil extra por cada quilo perdido.

Robert De Niro – Em “Touro Indomável”(1980), De Niro aparece 20 quilos acima de seu peso usual. Ele faz o papel do boxeador Jake La Motta, cuja vida é narrada na história. O ator ganhou um Oscar pelo longa.

Rodrigo Santoro – O ator perdeu 10 quilos em 2005 para participar da minissérie Hoje é Dia de Maria 2. Seu personagem passa fome na história.

Tom Hanks – O ator norte-americano começou as filmagens de Naúfrago”(2000) com 90 quilos. Terminou com 70. A mudança de peso é justificável: na história, ele interpreta um sujeito que sofre um acidente de avião e passa anos isolado em uma ilha deserta.

 

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Continuação da nossa odisséia no SPA Saison. No nosso quarto dia, engordamos. Vocês acreditam nisso? Vejam o porquê.


Por Andrea Boschim

Acordamos e a ansiedade por não termos nos pesado ontem falou mais alto… Fomos direto ao postinho saber há quantas vai nosso progresso!

A Re engordou 400g. HUM? ENGORDAR? COMO É POSSÍVEL? ESSA BALANÇA DEVE ESTAR ERRADA!!! Vou me pesar também! Certeza que tem alguma coisa errada! Subi na balança e… 100g A MAIS???? PAREM TUDO QUE EU QUERO DESCER AGORA!!

Ficamos indignadas! Estamos fazendo tudo direitinho, indo ao banheiro, tomando bastante água, nos exercitando… Onde é que estamos errando???

Saímos desanimadas do postinho, mas nosso estômago estava roncando e por maior que fosse nossa vontade de fazer jejum forçado, fomos tomar nosso café.

(O SPA não aconselha que a pesagem seja feita diariamente, justamente para evitar que situações como essa atrapalhem nosso rendimento no decorrer de nossa estada, mas não imaginávamos que apenas alguns gramas iam pesar tanto na nossa motivação!!)

Murchinhas decidimos não fazer a caminhada no parque… Com a autopiedade elevada ao extremo, nos deixamos levar por um marasmo profundo, e depois do café voltamos para a cama. É, saber que a dieta estava tendo efeito contrário nos derrubou!

Ainda bem que o dia estava lindo e nossa vontade de voltar para SP bronzeadas falou mais alto! Horas depois estávamos lindas, leves e bem dispostas para fazer hidro spinning.

Depois disso, fomos para a hidroterapia, que é uma aula bem relaxante onde aprendemos técnicas de respiração e fazemos um alongamento em dupla. Tudo paradinho demais para a Re, que quase dormiu durante a aula. Mas é uma técnica importante para nos colocar em sintonia com nós mesmas e nos tirar da loucura da nossa vida cotidiana.

Na hora do almoço, procuramos pela nutricionista, para saber o que podia estar acontecendo. Essa equipe é boa demais! Eles sabem cada passo nosso, incrível! Claro que levamos um puxão de orelha por termos nos pesado, e outro por não termos feito a caminhada matinal. Não que a gente seja obrigada a participar de todas as atividades, NÃO SOMOS! Mas estávamos nos dedicando como gente grande, e a missão da equipe é não deixar a peteca cair.

Enfim, a nutricionista nos explicou que um monte de coisas podem influenciar no nosso peso: período pré menstrual, noites mal dormidas, um pouco a mais de sal que a gente coloque na comida, ansiedade, hipertrofia muscular (como colocamos nossos músculos para funcionar, eles acabam retendo mais água, e essa retenção muscular é natural, é o primeiro passo para que os músculos possam se desenvolver.)

Independente disso nós combinamos de nos pesar no dia seguinte para ver o que poderia ser feito para que a gente pudesse voltar a perder peso.

Hoje é dia de festa: Túnel do Tempo! Estão montando a festa lá na área externa do restaurante e eu e a Renata tratamos de nos cuidar… Marcamos nossa massagem: eu fiz relaxante, a Re, drenagem… Aproveitei para fazer pé e mão, e nos empolgamos tanto nesse processo de cuidados pessoais, que chegamos um pouco tarde para jantar… Quando saímos para a festa, o pessoal já estava cansado de tanto dançar e dar risada com as perucas e adereços que a equipe do SPA disponibilizou para nossa caracterização.

O mais legal, haviam petiscos na festa! Sim… espetinhos de tomate cereja com queijo prato light, peito de peru e um verdinho… que substituiu nossa ceia. Para beber suco light com água com gás… Por um instante achei que era prosecco…rs

A balada foi leve, mas o suficiente para que chegássemos no quarto exaustas! Estávamos sem internet de novo, então só nos restava dormir!

OBS: Lanchinho da tarde de hoje : PÃO DE QUEIJO!!! 3 unidades com requeijão light!!! Ê vida boa!

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