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Gordas que não gostam de ser chamadas de gordas

gordinha

Foto: mulher de 30

Por Renata Poskus Vaz

A palavra gorda, que tanto me assustava quando eu ainda lutava para ter um corpo magro, hoje faz parte do meu vocabulário. Antes, eu tinha pavor de ser chamada de assim. Era a morte. Ofendia mesmo, de fazer meus olhos lacrimejarem em questão de segundos.

Em 2009 fiz um texto exatamente sobre isso. Para ler, clique aqui. Na época, eu disse que a palavra gordo, em latim, significava grotesco e estúpido e mulherões como nós não merecíamos ser chamadas de tal forma.

Enquanto o tempo passava, fui convivendo com mulheres bem mais gordas do que eu e que pouco se importavam quando eram chamadas assim. Muito pelo contrário, elas mesmas se auto-intitulavam gordas. Era um tal de gorda pra cá, gorda prá lá, que virou música para meus ouvidos. Fui percebendo que a palavra gorda tem poder ofensivo porque nós damos essa carga negativa para ela.

Gorda é uma palavra. Só isso. E comecei a usá-la. Quanto mais me referia a mim mesma como gorda, menos as pessoas me chamavam assim. Parece psicologia reversa. Quando você deixa de se incomodar, ninguém mais te chama desta forma. No entanto, esqueci que o poder negativo da palavra havia desaparecido para mim, mas que isso não significa que o restante do mundo também teria que, de uma hora para a outra, achar super bacana ser chamado de gordo.

Há alguns meses, conversando com um amigo que estava acima do peso, chamei-o de gordo. Calma, não partiu de mim com a intenção de ser uma ofensa e estava inserido em um contexto. Recordo que estávamos falando sobre nossas novas amizades e ele comentou que estava malhando muito, porque seus novos amigos eram todos sarados. Diante disso, ele sentia essa necessidade de se sentir inserido na galera se esforçando para adquirir músculos. Eu, então disse: “Amigo, mas você sempre foi gordo. Não vá se esforçar demais, pois este é o seu biotipo”. Meu Deus! A casa caiu. Vi uma amizade de anos acabando ali. Falei demais. Ele se ofendeu, disse que só porque não ligo de ser chamada de gorda que não tinha o direito de chamá-lo assim. E nunca mais nos falamos. Óbvio que achei um exagero por parte dele, mas tenho certeza que se fosse comigo, há uns 6, 7 anos, eu teria agido da mesma forma. Também me sentiria ofendida.

 Porém, embora tenha sofrido com a distância do amigo, eu não havia aprendido a lição. Semana passada, na academia, batendo papo com uma colega de turma com o corpo bem parecido com o meu, discutíamos se era possível ou não perder peso com a aula de hidroginástica. Então, eu disse: “ah, acho que nós que somos gordas conseguimos perder um pouco de peso sim”.  Gente, o rostinho lindo e sorridente da minha colega se transformou no semblante mais triste que vi nos últimos tempos. Vi na cara dela o quanto a magoei falando que era gorda. De repente, ela nem se considera como uma mulher gorda e o fato de eu me colocar no rolo, não diminuía a sensação ruim que ela estava sentindo. Sensação essa que eu conferi com minha indelicadeza. Pedi desculpas, mas desculpas não apagam palavras proferidas.

Dia desses, na Fan Page do Blog Mulherão no Facebook, houve reação parecida por parte de uma leitora, que pediu que eu parasse de usar a palavra gorda e usasse “fofinha”. Claro que não farei isso, mas achei curioso o pedido. Ainda tem gente, aliás, muita gente, que se ofende com isso.

Cheguei à conclusão que não podemos pressupor que as pessoas tenham o mesmo grau de autoestima do que nós, ou mesmo que tenham autoestima, que sejam obrigadas ou que gostem de se autodenominar como gordas. Tudo o que é forçado, imposto, não é natural.

Continuarei, é claro, me referindo às mulheres gordas como gordas em minhas redes sociais, de forma genérica, pois aqui é meu espaço para me expressar e me recuso a usar palavras no diminutivo, como fofinha, redondinha, gordinha… Diminutivos me reduzem e não combinam com um mulherão como eu.

No entanto, lá fora, no mundo real, tomarei mais cuidado para não ofender ninguém. Que eles são gordos eles são. Mas como diz minha amiga Keka Demétrio, “a verdade não é uma pedra, para sairmos atirando nos outros, machucando-os”. Então, vamos deixar que descubram sozinhos que ser gordo não é defeito.

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Entenda o que significa “BBW”, “Plus Size”, “Thick Girl”, “Pumper Girl” e “Chubby Girl”

Por: Francisco Osires

Atendendo ao pedido de minha amiga Renata Vaz, fiz uma pesquisa que pudesse elucidar aos admiradores de gordinhas um pouco da vastidão dos termos que circulam na mídia e que muitas vezes colocam em um mesmo pacote várias categorias de gordinhas em um mesmo pacote.

Temos visto que se confunde muito a arte das fotos, das pinturas e das passarelas colocando rótulos de que gordinha é tudo igual, mas não é; e que “Plus Size” é um nome bonitinho para não chamar uma mulher de gordinha, que por sinal tem funcionado e sido bem aceito o termo. Mas na realidade o fato desta aceitação vem do glamour e respeito que foi agregado ao nome como se criasse a relação Plus Size = Gordinha Chic. E justamente por conta da falta de informação acabam aparecendo algumas distorções, criando sensações de mau gosto. Afinal o mau gosto não está somente na forma de como o tema é abordado, mas principalmente na ideia que se faz do tema, como ele é discutido e da maneira que ele é veiculado. Cada coisa deve estar em seu devido lugar para que não cause constrangimentos. Por exemplo, um fato ocorrido em um Rock In Rio em que colocaram o Carlinhos Brown para apresentar um show para um público que era composto por fãs de Rock, não que ele seja um mau músico, ou ainda, que ninguém goste dele, mas foi de mal gosto a organização fazer isso, pois o público não era de Axé e foi uma confusão danada aquele evento. Bem assim vemos que a mídia tende a tratar tudo de maneira sintética e pouco se explica e muito “se mal informa”.foto 1

Desde a antiguidade que o homem venera as qualidades da fertilidade feminina, prova disso é a Vênus de Willendorf, hoje também conhecida como Mulher de Willendorf, é uma estatueta com 11,1 cm (4 3/8 polegadas) de altura representando estilisticamente uma mulher, descoberta no sítio arqueológico do paleolítico situado perto de Willendorf, na Áustria, c. de 2500 a 2000 a.C. A Vênus não pretende ser um retrato realista, mas uma idealização da figura feminina. A vulva, seios e barriga são extremamente volumosos, de onde se infere que tenha uma relação forte com o conceito da fertilidade. Os braços, muito frágeis e quase imperceptíveis, dobram-se sobre os seios e não têm uma face visível, sendo a cabeça coberta do que podem ser rolos de tranças, um tipo de penteado ou mesmo vários olhos.

No século 17, o Pintor Peter Paul Rubens (Siegen, 28 de Junho de 1577 — Antuérpia, 30 de Maio de 1640), fez uma de suas obras primas conhecida como “As Tres Graças”. Na mitologia grega, as Graças ou Cárites (no singular Cáris) são as deusas do encantamento, da beleza, da natureza, da criatividade humana e da fertilidade da dança. Eram filhas de Zeus e Hera, segundo umas versões, e de Zeus e da deusa Eurínome, segundo outras. Por sua condição de deusas da beleza, eram associadas a Afrodite, deusa do amor (ou a Vênus, na mitologia romana) e dançarinas do Olimpo. Também se identificavam com as primitivas musas, em virtude de sua predileção pelas danças corais e pela música. Seus nomes eram: Aglaia – a claridade; Tália – a que faz brotar flores; Eufrosina – o sentido da alegria. Curiosamente, todas gordinhas, porque será? Novamente o sentido de mulher fértil, saudável e que seria mãe de filhos fortes, era o que dominava o pensamento na época. Não se valorizava a mulher pela sua inteligência, mas sim pelo tamanho de suas curvas. Ser grande era estar na moda. Padrão único de beleza.

três graças

Pierre-Auguste-Renoir-300x248Nosso mais importante e famoso fã foi o pintor impressionista francês Pierre-Auguste Renoir, ou simplesmente Renoir, que têm em suas obras um retrato fiel da beleza genuína da mulher de curvas. E como ele mesmo costumava declarar: “Meu principal objetivo é conseguir realizar uma obra agradável aos olhos…”

Se um gênio da pintura faz uma declaração como essa e em suas obras o que se vê são somente as formas redondas e angulosas da mulher, ele, com certeza, falava com propriedade.

Durante um tempo e mais acirradamente hoje em dia começaram a surgir a preferencia pelas mulheres magras, não que não sejam bonitas, mas por serem modelos, acabaram se tornando o padrão de prefêrencia dos homens, por uma questão de status, de serem bem vistos na sociedade e para as mulheres uma tirania de dietas, academias, remédios e sem falar do preconceito das pessoas em falarem mal ou serem vistas em companhia de gordinhas.

foto 4

                 Esta volta pelo tempo e espaço foi necessária para mostrar que gordinhas não são todas iguais e que com o passar do tempo, a moda e as preferencias dos homens em relação a elas se transformam, mas mantem firmes as suas bases. Neste sentido vamos passar agora as classificações e tamanhos de gordinhas. Na realidade, muito pouco se acha sobre isso na internet, então foi necessária uma pesquisa de termos e fazer uma tradução e associação livre entre eles.

O primeiro termo “Plus Size” , Primeiro, vamos entender o significado da palavra Plus Size. Este nome foi dado pelos norte-americanos para modelos de roupas acima do padrão convencional usado nas lojas, ou seja, Plus Size = Tamanho Maior, segue acima do tamanho 44 de manequim. Esta é uma forma de incluir modelos maiores ao mundo da moda e aumentar o número de roupas vendidas.

O Brasil adotou este sistema de modelagem e vem ganhando espaço. Produtoras, agências de modelos, logistas, marketing entre outros, já estão incluindo o modelo plus size em suas propagandas. De um lado, é muito bom porque abriu campo para as gordinhas artistas se destacarem mais, por outro lado, ainda está ruim a forma de pagamento para modelos plus size, porque em muitos lugares o cachê é inferior aos das magras e muitas interpretam como descriminação.

plus size

Outro termo muito comum é o “BBW”, acrônimo para o termo em inglês “Big Beautiful Woman”, é uma denominação frequentemente utilizada no contexto ou na afirmação da atração sexual por mulheres obesas, embora seu uso seja controverso.O termo foi criado por Carole Shaw em 1979, quando ela lançou a BBW Magazine, uma revista de moda e estilo direcionada ao público feminino acima do peso corporal médio. Existe também o fetiche por mulheres supergordas as SSBBW (Super Size). Algumas que não podem nem se locomover, também são “objetos” de desejo de alguns admiradores de mulheres que possuem esse tipo físico.

bbw

Outros termos que veiculam muito são Plumper Girl e Chubby Girl, respectivamente Garota Roliça ou Rechonchuda; e Garota Gordinha.

FWPS
got curves

Por último encontramos também o termo Thick Girl, que pode ser traduzido como Garota pesada, cheia, abundante, compacta, densa, que também se entende por “Garota Pera” ou a menina de seios pequenos ou médios, cintura fina com quadris e pernas fartos ou ainda dependo das circunstancias o tipo mulher violão quando apresenta seios fartos.

Este tema é muito vasto e complexo, pois ser Plus Size não é só ser uma Gordinha, existe também a questão do comportamento que varia das Passarelas, aos Fetiches bem como a mídias mais picantes que aqui não vem ao caso, mas que existem e mostram a sensualidade e a beleza sem sentidos, que apelam ao sexo ao invés da autoestima. Espero de coração que este artigo possa ajudar a elucidar mais as coisas deste universo maravilhoso, pois a carência de informações sobre as definições acima é enorme e fotos que condizem com o nosso perfil encontradas na net tem que serem avaliadas com muito cuidado. Fiz uma enorme colcha de informações compartilhei, roubartilhei, rsrsrs, mas enfim, reafirmo e espero que não ofenda a ninguém!!!!

Abraços e Boa Sorte a Todas Vocês, Gordinhas, Mulherões de Verdade!!!

Francisco Osires

09/04/2013

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Confira as participantes do último Dia de Modelo em São Paulo

Por Renata Poskus Vaz

No último sábado realizamos o último Dia de Modelo Plus Size do ano. O evento aconteceu aqui em São Paulo. A nossa fotógrafa Katia Ricomini nos deu um presentão e liberou 1 foto de cada participante para podermos festejar o fim do ano aqui no Blog Mulherão em grande estilo.

Rossana

Rossana

Anna Karolina

Anna Karolina

carol 1

Carol Santos

Gabriela

Gabriela Paola

carol1b

Carol Iglesias

livia1b

Livia Salomão

Lais

Laiz

Ana Carol Cardia

Ana Carolina

Erica

Érica

glauciab

Glaucia

Janaina

Janaina

Renata

Renata

Priscilla

Priscilla

Maud

Maud

lucianab

Luciana

Foto: Katia Ricomini/ Make: Jovi Sierasck e Pam Arcanjo/ Cabelo: David Kapper/ Assistente de produção: Alinne Rosa, Denise Vacsoncelos, Elaine Lakeisha/ Direção: Renata Poskus Vaz/ Looks: Milanina/ Contato: blogmulherao@hotmail.com

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Desafio Mulherão: “Sou gordinha e amo um magrinho”

Por Renata Poskus Vaz

Ontem recebi um e-mail longuíssimo de uma leitora, pedindo ajuda para resolver um conflito pessoal. Ela, gordinha e reclusa em casa por vergonha do próprio peso, conheceu um rapaz há mais de um ano pela internet. Sente-se apaixonada, mas tem medo da reação dele quando a conhecer pessoalmente. Segundo a leitora, ele só a viu por fotos de rosto e também se diz apaixonado e nem sabe que ela é gorda. Essa é a história resumida.

Eu fiquei um pouco assustada porque a leitora realmente se mostrou desesperada. Porém, eu pouco poderia ajudá-la com conselhos. Palavras podem entrar por um ouvido e sair pelo outro se não mostrarmos na prática que é possível ser feliz e realizada no campo afetivo, mesmo sendo gorda. Para ajudá-la neste primeiro encontro recorri ao socorro de outras leitoras. Solicitei no Fcebook que elas contassem como conheceram  e conquistaram seus maridos magrinhos. Nada como ver belos exemplos, histórias de amor que deram certo, independente do peso, não é?  Espero que sirva de inspiração!

Jobi Feschyll – ” o ex terminou comigo porque eu estava gorda, mas meu marido atual me ama como eu sou”

“Conheci meu marido Benhur por intermédio de um amigo em comum. Começamos a conversar pelo MSN e não tínhamos interesse um no outro desde o início. Na época, eu tinha recém-saído de um relacionamento cujo meu ex não aceitava gordinha. Com o tempo, eu e Benhur percebemos cada vez mais que tínhamos muito em comum e mesmo o que tínhamos de diferente completavam  um ao outro. Ele sempre soube que eu era gorda, nunca escondi dele nem em fotos, nem na webcam, em nada. Num belo final de semana chuvoso, ele foi para a minha cidade para nos conhecermos pessoalmente e logo começamos a namorar. Nos casamos dia 04/12/2011 e estamos juntos até então. Ele é magrinho e nem por isso não o amo. Sou gorda, mais ainda do que quando nos conhecemos, e nem por isso ele deixou de me amar, ou seja, não importa ser magra, “corpão malhado”, que seja! O importante é como você é de verdade!”

Kelly Medeiros – “eu pego, mas não me apego”

” Tenho 23 anos e meu namorado Leonel Silva tem 28 anos. Somos vizinhos e eu ficava olhando ele do outro lado da rua. Na época, ele tinha 23 anos e era solteiro. Eu sempre dizia para mim mesma a frase: ‘Eu pego mais não me apego’. Ele sempre me achou atraente até que um dia ele entrou na academia que eu treinava e nos conhecemos melhor. Namoramos há 6 anos e lembro de uma história que ele contou uma vez que também conversou com uma menina na internet e ela disse que pesava 70 quilos e ele não ficou com ela. Eu tenho 95 quilos e ele me ama muito!! Somos felizes e o fato de ser gordinha nunca empatou a nossa vida em nada. Tenho certeza que o problema não são os quilos a mais e sim a confiança que passamos para o parceiro. Hoje me sinto mais confiante, atraente e muito mais feliz pesando 95 quilos. “

Larissa Bovolin – “eu pensava que ele estava olhando para minhas amigas magras”

“Conheci o Junio no dia do meu aniversário de 15 anos. Eu já era gordinha e ele magro. Na ocasião, comemorava com minhas amigas em um parque de diversões no Interior de São Paulo, quando Junio passou e ficou me olhando, embora eu tivesse pensado que ele estava olhando para minhas amigas magras. Depois, ele se aproximou com sua moto e perguntou se eu tinha namorado, pediu meu telefone e ainda me deu um beijo na boca de despedida. Ele me ligou logo no dia seguinte, começamos a namorar. Muitas pessoas olhavam com estranhamento o Junio magro comigo gorda. Sou filha caçula e o Junio é 10 anos mais velho do que eu. Meu pai sentiu ciúmes e chegamos até mesmo a nos encontrar às escondidas. Estamos juntos há 7 Anos, 6 meses e 16 dias. Estamos casados há 8 meses e ele até ficou mais gordinho. Somos felizes e só posso dizer que não temos que ter vergonha de nossa aparência, o que importa é o amor que um sente pelo outro.”

Ada Cristina -” no primeiro encontro escolhi uma roupa que valorizava as minhas curvas”

“A minha história começou em janeiro de 2011, quando conheci o meu marido através de uma rede de relacionamento. Ele, atleta, praticante do ciclismo, magrinho. Eu, gordinha, sedentária, a preguiça em pessoa! No primeiro encontro fui bem bonita, com um vestido que realçava as minhas curvas protuberantes, apesar de já ter contado sobre o meu físico,não queria assustá-lo. Tudo correu bem, até que ele resolveu me apresentar à família, após três meses de namoro. Eles me trataram bem, apesar de ouvir algumas coisas sobre saúde, comidas naturais, mas preferi curtir o momento. Em julho, ele pediu a minha mão em casamento e em dezembro, dia do meu aniversário, nos casamos e estamos juntos até hoje. Ele nunca pediu para que eu mudasse. Só fiquei sabendo um pouco da resistência de seus pais após estarmos casados há três meses e hoje eles estão super felizes comigo, com a forma que eu trato o meu marido. Eu o amo demais. O que realmente vale não é o lado de fora, mas sim, o que temos dentro de nós: caráter, amor, respeito, honestidade… isso vale muito mais que os quilos a mais que tenho.”

Tatiana Almeida – “Ele largou a uma magrinha para namorar comigo”

“Namoro há 4 anos e moramos juntos há 1. Quando conheci o Odair ele namorava com uma moça magra, mas depois de um mês ele terminou aquele relacionamento e começou a namorar comigo. Ele conta até hoje que se apaixonou pelas minhas curvas e que foi amor à primeira vista. Ele é magro e sempre coloca apelidinhos carinhosos em mim como “gordinha fofuxinha da minha vida” e assim vamos levando a nossa vida felizes. Não me importo de ser gordinha, tem muita gente por aí que está em forma, mas não tem conteúdo.”

Evelyn – “meu namorado magrinho é fanático por gordinhas”

“Meu namorado é fanático por gordinhas. Bom, por eu ter dito que ele é fanático por gordinhas, vocês devem ter imaginado que ele é um gordinho, fofinho, tudo de bonitinho. Ele é fofinho e muito bonitinho, mas está bem longe de ser gordinho. Ele é muito, muito – repetindo -  muito magro! E quer saber de uma coisa? Eu amo o fato dele ser magrinho. Literalmente não atrapalha em nada. Sei lá, acho sexy clavículas e ele tem uma que… Nossa!!! E eu adoro sentir as costas dele,  que não são largas, até porque eu não gosto de costas largas. Parece coisa de louca, mas eu gosto! E ele não é meu primeiro namorado magricelo (apelido carinhoso. Nada contra, adoro vocês mesmo). Se eu pudesse dar um conselho para a leitora que está com medo de se encontrar com o rapaz magrinho, saiba que todo magrinho adora uma gordinha. Aliás, todo magrinho só não, a maioria dos homens que sabem o que é bom preferem as gordinhas. Somos boas, bonitas, gostosas, graciosas, notáveis, e todas nós temos muito, muito amor pra dar.”

Thais Guinatti – ” Não damos a mínima para o preconceito das pessoas”

“Sou casada há 5 anos com o Técio. Nosso romance começou com uma forte amizade. O Técio é bem mais magro que eu, de quebra, mais baixo, e 3 anos mais jovem. Tinha medo de que eu não fosse a pessoa ideal para ele. Além dessas coisas , eu ainda era mãe solteira na época. Minha filha tinha apenas 1 aninho quando nos conhecemos. Mas o amor tem dessas coisas, não é ? Aos poucos fomos nos envolvendo, até o dia em que ele tomou coragem e, por telefone, disse tudo o que sentia por mim. Como éramos amigos há muito tempo, já nos conhecíamos muito bem, decidimos nos casar. Em três meses estávamos oficializando nossa união. Ele assumiu minha filha e, hoje, ela o chama de papai e as fotos podem mostrar: ela se parece mais com ele do que comigo! O Técio é muito gentil, e sempre faz questão de dizer que me acha linda. Ele ama as minhas “curvas” e sinto que ele é sincero. Ele me chama de mMinha modelo plus size” … Fico toda orgulhosa! É verdade que por onde passamos chamamos a atenção. Mas não damos a mínima importância para o preconceito das pessoas. Nosso amor não está onde as pessoas procuram e podem enxergar. Nosso amor não é casca deteriorável. Nosso amor é de coração… E isso a nossa felicidade pode mostrar !”

Flávia Telles: “tinha medo que ele ficasse reparando nas minhas estrias e celulites”

“Namoro um magrinho há 3 anos. Quando o conheci fiquei um pouco incomodada e receosa achando que ele ia fosse prestar atenção nas minhas celulites e gordurinhas. Mas depois que comecei a conhecê-lo bem, percebi que ele me achava linda gordinha. Já ouvi ele falando com os amigos dele que nunca gostou de mulher magrinha. Hoje estamos muito felizes. Ele engordou um pouquinho depois que comecei a cozinhar pra ele, mas ainda continua magrinho.”

Thalita Martins – ” A gente tem que primeiro se namorar, se amar, e os outros, naturalmente, o farão.”

Tenho 25 anos, 1,53m e 98kg. Há 1 ano e 9 meses conheci meu atual namorado pelo Facebook – temos um amigo em comum que “sugeriu” que formaríamos um bom par – e marcamos nosso encontro meio às escuras, já que a foto dele era minúscula e a minha era só do meu olho. Nos encontramos, conversamos, nos beijamos e nunca mais nos separamos. No início fique griladíssima, pensando que ele era bonito demais pra mim, que ele tava passando tempo comigo, que meu peso era um incômodo pra ele. Na verdade, meu peso era incômodo pra mim, o problema era comigo e minha autoestima que havia sido mais que rebaixada pelo último namorado. Ele me mostrou que não havia nada de errado em ser quem eu era, ele me valorizou exatamente como eu sou. Aliás, me chama de “gostosa” e outras coisas impublicáveis, hahaha. Ele aprecia minhas curvas e todo o conteúdo que as preenche. Ele me ensinou a me valorizar e eu sou eternamente grata. Por ter me ensinado a me amar, por ter me amado quando eu mesmo não sabia fazê-lo é que eu o amo ainda mais. É isso. Não há problema em namorar um magrinho, um gordinho, um altinho, um baixinho. A gente tem que primeiro se namorar, se amar, e os outros, naturalmente, o farão.”

Virginia Figueiredo: “somos a prova dos opostos que se atraem”

Eu e o Dri nos conhecemos no trabalho e nos tornamos amigos. Eu estava naquela fase do “se achar, se jogar, sair, dançar, beijar”. “Após atitudes mimadas de minha parte paramos de nos falar por longos 6 meses. Chega o jantar de confraternização da empresa e quem me dá carona? O Dri, todo educado! Eis que os dias se passam e muitos torpedos rolaram, conversávamos e eu, “acelerada como sou” o convidei para um cinema e no dia 08/03/2006. Começamos nossos passos juntos, somos a prova dos opostos que se atraem: ele magro x eu gordinha, ele ciclista x eu sedentária, ele saudável x eu só como porcaria, ele caseiro x eu baladeira… E ainda com todas as diferenças, ele não me desrespeita pela forma que sou, ainda me acha bonita, até onde eu sei, hahaha, mas pega no pé para eu me manter em dia com a saúde. Hoje, tenho o orgulho de ter encontrado o meu amor, meu marido, aquele que da uma paz só de estar por perto, que me faz querer ser uma pessoa melhor, que cuida de mim, que me ama e que me faz tão feliz… E assim foi, é e se Deus permitir, será ao longo dessa nossa vida aqui!”

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Novidades na Loja Mulherão: 6 vezes sem juros

Meninas, tem novidades na Loja Mulherão. Todo o site, sem limite mínimo de compra, está em 6 vezes sem juros.

Camisa de crepe com botões dourados

Vestido mullet frente única

Miniveste estampada

Vestido manga morcego

Shorts e bermudinhas plus size

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O “conto do plus size” mencionado pela revista Vogue da Editora Globo

Por Renata Poskus Vaz

Hoje, nossa leitora Emma nos indicou uma matéria da revista Vogue brasileira, que é publicada pela Editora Globo. Nela, a redação sugere um video com depoimentos de fashionistas explicando como se mantém saudáveis, longe da anorexia e “do conto plus size”.

Que revolta! No dicionário, conto quer dizer mentira, falácia, algo que nunca existiu. E a realidade plus size em que vivo, hoje, não é de mentirinha, não é uma ilusão. Finalmente consegui ser uma mulher bem-resolvida e feliz, mesmo com minha forma gorda. E o que essa publicação sugere é que vocês não acreditem em mim ou qualquer profissional que tente dizer que ser saudável ou feliz acima do peso é possível.

O Brasil cresce a cada dia, mas a mentalidade de algumas pessoas continua sendo a de terceiro mundo. Enquanto as editoras de Vogue do restante do mundo colocam representantes plus size em suas capas e até fazem sites exclusivos para as gordinhas, no Brasil vivemos esse retrocesso.

Adele nas capas da Vogue Americana e Britânica

Vogue Curvy

Update: A nossa leitora Emmanuelle comentou e eu não quis acreditar! Mas fui dar uma googlada, claro e confirmei que a Editora Chefe da Vogue Brasil é gordinha. Veja só a silhueta fofinha de Daniela Falcão:

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Quero ser modelo plus size: O que é “peça piloto”, “modelagem” e “modelo de prova”?

Por Renata Poskus Vaz

Olá, mulherões! Já fizemos várias matérias aqui no Blog Mulherão de como se tornar uma modelo plus size. Porém, muitas dúvidas ainda rondam as cabecinhas fofas de nossas leitoras. Então, tive a idéia de montar um guia com dicas e também com explicações sobre termos muito usados nos bastidores de confecções e lojas plus size e que uma modelo precisa entender, o “Quero ser modelo plus size”.

Hoje, vamos falar sobre peças piloto

Peça piloto é um prototipo de uma peça que será reproduzida em série. Ou seja, um modelo de uma roupa que é desenvolvido e que com base nele as confecções fabricarão outras peças para serem vendidas.

Como é idealizada a peça piloto

Primeiro, o estilista desenha a peça dos sonhos, pensando no estilo da grife e no tema daquela coleção. Muitos utilizam revistas estrangeiras como inspiração, ou viajam para fora do País buscando referências. Porém, nem sempre foi assim com as confecções plus size. Antes, as coleções não contavam uma história, não tinham um tema. Eram peças soltas, sem sentido, sem grande variação de cortes e estilos.

Depois da peça desenhada e aprovada (sim, porque quase sempre os donos das empresas acompanham todos os passos da elaboração da peça piloto e isso às vezes engessa a liberdade dos estilistas criarem e sugerirem novidades), ela passa para uma modelista. Modelista, hoje, é um profissional muito admirado e valorizado nas confecções plus size, quase tanto quanto o estilista, pois não há no mercado uma quantidade significativa de profissionais que dominem com perfeição a modelagem plus size (que é sim bem mais complicada do que a moda para magrinhas, que tem menos curvas).

Como é feita a modelagem da peça piloto?

Durante a modelagem (confecção da peça piloto), a modelista consegue transformar e adaptar o tecido às formas do corpo humano. E nem sempre o que a estilista coloca no papel cai bem quando esse teste é feito na prática. Às vezes recortes, pences, pregas e franzidos são necessários para que a peça tenha um melhor caimento no corpo. Muitas vezes o resultado não sai bom com um tecido e outros materiais são testados. A modelista se utiliza do papel ou do computador para criar o molde. Ela também pode usar o manequim ou uma pessoa que irá servir de modelo de prova.

Com a peça piloto pronta é possível definir:

  • Quantidade, comprimento, tipo e espaçamento dos pontos e pespontos.
  • Quantidade, comprimento e tipo dos caseados.
  • Quantidade, tipo e tamanho dos botões.
  • Tamanho e tipo de fechos.
  • Largura de bainhas.
  • Cor, lavagens, bordados, aplicações, beneficiamentos etc.
  • Custo interno, preço de atacado, preço de varejo, preço de exportação etc.

Viu, não é tão fácil assim definir um modelo de roupa que vai para as lojas. Imagine produzir uma coleção inteira?

Modelo de prova

Como viram, a peça piloto demora muito tempo para ser idealizada, produzida e aprovada, até virar um protótipo para as outras peças que serão fabricadas. Neste processo, uma pessoa pode ser usada como modelo de prova, ajudando a modelista a verificar o caimento da peça no corpo. A modelo de prova não precisa ser linda e muito menos ter trabalhado já como modelo fotográfico. Ela precisa, apenas, ter um corpo proporcional e se manter nas medidas exigidas pela confecção. Não pode engordar e nem emagrecer, para que em uma coleção as peças não fiquem nem justas e nem largas demais comparadas às medidas da coleção anterior. A cliente vai achar que está engordando ou emagrecendo, quando na verdade a modelo de prova é que está alterando muito suas medidas e influenciando no tamanho das roupas que vão para as lojas.

As peças pilotos nos catálogos e nos desfiles

Uma coleção com 30 artigos, por exemplo, precisa de 30 peças piloto. E todas são feitas com base no mesmo manequim, então, a modelo de prova tem que ser a mesma. Cada grife escolhe o manequim que terá a sua peça piloto, um que ache mais fácil de trabalhar. E convenhamos, é mais fácil, mais rápido e mais barato trabalhar com manequins menores, do 44 ao 50.

Como as fotos para catálogos e os desfiles de moda de divulgação das peças acontecem antes das coleções serem produzidas, são usadas as peças piloto. E é por isso que vocês vem poucas modelos acima do manequim 50 nas passarelas e nos catálogos de moda.

Gostaram e entenderam? Tirem suas dúvidas!

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Lamentável

Por Keka Demétrio

Lamentável. Esta foi a palavra menos pesada que encontrei para começar a responder a uma leitora que me enviou um e-mail dizendo que o namorado terminou o relacionamento porque não suportou a pressão dos amigos pela namorada ser gorda.

Sim, gorda. Dizem que jamais devemos chamar uma mulher de gorda, mas vamos falar claramente e sem hipocrisia: o que é uma mulher acima do peso? Fofinha, gordinha, fortinha, cheinha, plus size, dentre outros? Sim, estes são adjetivos que pessoas carinhosas usam para se referirem a mulheres cheias de curvas, mas no fundo, e nem tão lá no fundo assim, sabemos que o adjetivo certo é Gorda. Estou gorda e o primeiro passo é assumir esta condição, porque quando assumimos o nosso eu, as pessoas querendo ou não, vão ter que nos aceitar e respeitar. Quanto a gostar de nós isso é outra coisa.

Voltando ao e-mail da minha amiga, quero avisar a ela, e para um monte de amigas desavisadas, que o mundo está cheio de homens que definitivamente não gostam de mulheres gordas, há aqueles que nos adoram, e que se relacionam conosco com amor, respeito, desejo e tudo o que merecemos, há aqueles que gostam de gordas apenas para o sexo, e há ainda aqueles que adoram uma mulher como nós, mas que não são homens suficientes para assumirem isso. Enfim, cabe a cada uma de nós saber se prefere um homem com H ou um homem com h.

Tudo bem que existe a mídia que diz que mulher tem que ser magra, e toda essa ladainha que estamos cansadas de ouvir, ler e ver, mas onde fica o caráter, o gosto, a liberdade de escolha destes homens? Deixar uma mulher, ou não assumir um compromisso com ela, mesmo a querendo, a desejando, por causa do que as pessoas vão falar é perda demais de vida, de sonhos, de felicidade. Até quando as pessoas vão continuar a ignorar as próprias vontades, o próprio coração em detrimento ao que é melhor visualmente para eles em sociedade? Que droga de sociedade é essa, minha amiga, que este seu companheiro quer se firmar, onde o que vale é um passando por cima do outro sem respeitar a individualidade? Dinheiro, poder, status? Dinheiro não agüenta desaforo, poder acaba e status se perde, mas amor, companheirismo e afeto verdadeiros não se perde, não se acaba e juntos são fortes o suficiente para suportarem todos os desaforos que a vida impuser. Que tipo de amigo ele possui que não respeita seus sentimentos?

Uma mulher gorda pode ser linda, ou não, assim como uma mulher magra, depende de como ela se cuida, e principalmente da forma como ela se enxerga e se posiciona. Homem que despreza um amor pelo físico não ama, não respeita a mulher, quer apenas um enfeite para desfilar nas rodas hipócritas desta sociedade onde o TER vale mais do que o SER. Beleza é perecível, mas inteligência, cultura, educação, bons modos, princípios e valores são legados que fazem a nossa história valerem ou não à pena.

Não tenho vergonha de mim, e se tivesse, este seria o primeiro passo para afastar as pessoas que realmente fazem a diferença na minha vida, porque ninguém tem a obrigação de ficar ao lado de quem não se gosta e não se respeita.  Tenho um amor próprio maior que eu mesma que aprendi a alimentar depois de sofrer por longos anos um preconceito barato por sempre estar gorda. Aprendi a não dar ouvidos para gente pequena e insignificante e passei a ouvir mais meu coração e o que se passava dentro de mim, e sinceramente, isso me tornou o que nem eu mesma imaginava que um dia seria: dona da minha vida.

Tem um velho ditado que diz que conselho se fosse bom não era dado, mas vendido, portanto, não tome nada do que leu anteriormente como conselho, mas como algo que a leve a pensar se vale à pena ficar se culpando pela atitude de alguém que, embora no auge dos seus 30 anos, ainda não conseguiu formar o seu caráter e não ama nem a si mesmo. Não queira ao seu lado um homem que vê a mulher como um complemento, um alimento para a sua própria vaidade, mas deseje um homem que te admire, que sinta orgulho em estar ao seu lado pelo que você é, pela forma como conduz sua vida e pela luz que reflete em sua vida e principalmente na dele, independente do seu tipo físico.

E não tenha vergonha de chorar. Chore, pratique a choroterapia, coloque para fora toda essa mágoa, mas jamais se esqueça de quem você é e do valor que possui, porque, querida, coisas maravilhosas acontecem o tempo todo, e Deus sabe exatamente do que você precisa.

 

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Baiana plus size será a única brasileira que desfilará na Semana de Moda de Porto Rico

Fonte: Jornal Extra.

O que é que a baiana tem? Muita formosura em 95kg distribuídos por 1,73m de altura. E um convite especialíssimo: desfilar na “Puerto Rico Plus Week 2012”, representando o Brasil. Radicada no Rio há um ano e meio, a soteropolitana Hannah Perez Andrade, de 19 anos, será a única brasileira a participar do evento de moda e beleza, que vai acontecer de 17 a 19 de agosto, no país da América Central.

- É a minha primeira viagem internacional, e a realização de mais um sonho – conta a modelo e atriz, descoberta pela produtora porto-riquenha Ana Marie Alicia ao posar para fotos de um catálogo de loja: – Nem acreditei quando recebi o convite, é muito prestígio! Serei eu do Brasil, uma modelo mexicana e uma outra americana. As demais, dez no total, são de Porto Rico mesmo. Além de conhecer os pontos turísticos caribenhos, vou participar de jantares com patrocinadores e até de uma coletiva de imprensa. Chique, né?

É, o prestígio das gordinhas ultrapassa fronteiras… E pensar que Hannah já ouviu de um diretor de teatro, aos 16 anos, que “gordo não presta para nada”…

- Na época, eu pesava 140kg, e fiquei traumatizada por ter sido reprovada num teste por causa da minha aparência física. Resolvi fazer uma reeducação alimentar e me empenhar nos exercícios físicos para emagecer um pouco e realizar o sonho de ser atriz. Acabou que a vida me levou para outros caminhos interessantes, quem diria!

Para o evento, Hannah eliminou 8kg:

- Fechei a boca, não para emagrecer, mas para desinchar até lá. As roupas são sob medida, feitas por estilistas jamaicanos, porto-riquenhos e americanos. Tenho que estar preparada até para a moda-praia.

Com a autoestima lá em cima, Hannah levanta a bandeira das mulheres acima do peso:

- Somos fofas e estamos, literalmente, na moda! Não quero emagrecer mais. Sou feliz assim, com os meus quilinhos extras. Com saúde e bem estar, pouco importa o tamanho do meu manequim.

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Simone Gutierrez emagrece 18 quilos e está escalada para nova novela da Globo

Por Renata Poskus Vaz

Saiu no site do Jornal Extra que a atriz Simone Gutierrez emagreceu 18 quilos e que também em breve ela estreiará a nova silhueta na novela “Cheias de Charme” da Rede Globo de televisão. Na mesma matéria diz que Simone, ao contrário do que pensávamos, era magra antes de viver a personagem Tracy Turnblad, do musical Hairspray, e fez uma dieta de engorda para manter 80 Kg e viver outras personagens gordinhas.

Vocês gostaram da silhueta esbelta da Simone? Comente.

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