Arquivo do mês: junho 2010

Corsets: a volta dos espartilhos

Por Madame Juju

Bom dia Mulherões, bom dia meninos!

Para quem não sabe, eu sou fã do uso de corsets ou espartilhos. Eles afinam a cintura, melhoram a postura e levantam os seios, tudo de bom, não acham?  Sabe aquele sentimento gostoso, de poder, que você sente quando sobe naqueles saltos altíssimos das sandálias maravilhosas? É isso que eu sinto quando aperto o meu corset e finalizo o laço.

Não dá pra negar que o uso do espartilho estimula a nossa fantasia, além de acentuar as curvas ele dá um “UP” na autoestima. Agora, o melhor de tudo, é saber que usando regularmente o espartilho, podemos reduzir as medidas, remodelando o corpo de forma permanente, essa é a prática que recebe o nome de “tight lacing”.

História da peça mais charmosa de todas as épocas

O corset surgiu há muito tempo atrás, no século XVI como um artifício usado para enfatizar as formas curvilíneas, algumas mulheres os repudiavam pois achavam que eram símbolo da opressão e submissão. Já em algumas épocas “negras da história” o corset também foi usado para esconder as curvas, cobriam desde o busto até o quadril que era comprimido com a finalidade de não despertar a lascívia, abominada pela igreja.

O tempo passou. Napoleão descreveu o corset como “o assassino da raça humana”, veio a primeira guerra mundial, e o uso corsets começou a declinar. Mas a peça modeladora continuou a ser usada, também por homens, supostamente por razões de saúde, tais como sustentação da coluna, e para se obter uma postura correta. John F. Kennedy, ex-presidente norte-americano, usava um corset masculino liso, para melhorar a sua postura.

Nos anos 90, com o fetichismo em moda, alguns grandes estilistas como Gianni Versace e Jean-Paul Gaultier lançaram espartilhos futuristas e que deviam ser usados, não como roupa de baixo, mas por fora, para serem mostrados.  

Hoje o número de adeptas do tight lacing vem aumentando e existe até uma comunidade do Orkut com mais de 3mil participantes.

Atenção com a postura e a saúde

Existem cuidados que devem ser seguidos para evitar danos à saúde. A pressão causada pelo corset pode mudar os órgãos de lugar, afetar a circulação, modificar a dinâmica da respiração, entre outros. Portanto recomenda-se o uso que o uso seja acompanhado por um médico ortopedista, além de não ser usado em fase de crescimento (adolescentes) e que seja feito sob medida, é recomendado também o fortalecimento abdominal e lombar com exercícios físicos.

O efeito do tight lacing no corpo

O corset disciplinador (usado para tight lacing) não é uma peça de vestuário barata, se for, desconfie. O material usado e os cuidados não permitem que ele seja barato. Mas é duradouro, daquelas peças para a vida toda, e só não pode ficar de herança porque deve ser feito sob medida, se você emagrecer ou afinar, leve a peça para o ateliê para ajustá-la e pode continuar usando.

Eu tenho um overbust, que cobre os seios,  e um underbust, que fica abaixo deles, e esse eu uso muito mais, portanto recomendo – se for de uma cor básica, fica fácil colocar em cima de uma camisa, de uma blusa ou até de um vestido.

Os meus corsets, eu fiz com a Lili Angelica, do Fetishe Furrys. A Lili, além de ser um mulherão muito agradável, oferece como cortesia o primeiro ajuste e orienta a prática do tight lacing.  Conheço também o trabalho da Madame Sher, sei que é séria e está sempre na mídia. Estou planejando comprar um daqueles de tela, para usar embaixo da roupa, no verão.

Sugiro, que no começo, mesmo para quem não for praticar o tight lacing, usar o corset em casa, um pouco que seja, para que acostumem com o ritmo da respiração, treinem a sentar e a se levantar, porque o corset limita os movimentos e não é confortável, até que se acostume com ele.

Deixo com vocês o depoimento da Silvia, uma paulistana, publicitária, que como eu, não está fazendo o tigh lacing, mas usa o corset para sair de vez em quando, ou surpreender numa noite especial.

 “Posso afirmar com certeza que o corset mudou a minha vida. Algumas mulheres gordinhas têm a sorte de ter o corpo proporcional, mas infelizmente a minha gordura se acumula na área da cintura. Várias roupas me fazem parecer grávida. O meu colo, que é bonito, não aparecia tanto, pois a minha silueta no total não chamava atenção. Com o corset, eu fiquei com cintura e os seios ganharam destaque. Passei a fazer muito mais sucesso e a me sentir mais segura e bonita. Recomendo!”  – Silvia

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Franklin Roosevelt, Zé Bonitinho, Johnny Bravo

Por Eduardo Soares

Pelo nome escolhido, é de se imaginar que a mãe de Franklin Roosevelt queria que o filho fosse alguém importante na vida. Qualquer pai e mãe querem ver o melhor do herdeiro, mas tenho tendência a acreditar que os pais de um recém nascido batizado como Ayrton Senna, Stallone Britto (esse é um conhecido meu) ou Brooke Shields idealizaram alto demais.

Nosso protagonista gostava de ser chamado de Frank. Era mais simples e evitava diálogos do tipo:

– Qual é seu nome?

–  Franklin Roosevelt da Silva Pereira.

– Hein? Frânquíl Rusoveld? Esse não era aquele cantor da antiga?

– Não, não. Aquele era o Elvis Presley Sinatra. 

Era pública e notória a aversão de Frank com os estudos. Desde moleque ele nunca foi fã de escola, professora, cadernos, lápis e caderneta de presença de bolso (alguém lembra delas?).  Contudo, a natureza se encarregou de presenteá-lo com uma beleza acima da média. Com isso, pouco a pouco sua fama de “pegador” ganhava fama. Loiro (com direito a topete lambuzado de gel), alto, olhos claros, bem afeiçoado. Por tudo isso, seus amigos inventaram dois apelidos inusitados: Rato de Supino e Johnny Bravo, ambos devido ao seu peitoral estufado, popularmente chamado de “peito de pombo” pelos gaiatos de plantão.  A referência ao personagem do desenho animado era a cópia perfeita de Frank. Além disso, chegava a ser engraçada sua forma de “chegar junto” das meninas. A pose era padrão: alvo em vista, sorriso estilo Colgate escancarado de orelha a orelha, mão direita alisando o cabelo quase plastificado e o braço esquerdo encostado no muro. O “e aí, gatinha” era o inicio de uma lengalenga que, acreditem, dava certo e invariavelmente terminava entre beijos e amassos. Até agora estamos falando de adolescentes mas encontramos algumas mulheres que adotam o estilo “não sei quem você é, mas é gatinho e pegável”.  Outros critérios? Uma lorota a meia bomba do galanteador e pronto! Basta isso para o recém casal cair na beijação sem conteúdo. Ainda bem, que existem mulheres e…mulheres.

Bem ou mal, a fama corria solta e algumas meninas sonhavam em beijar Frank. Inclusive Pamela. Boa moça, tímida, era querida por todos, apesar de ser a considerada a “bicho do mato” da galera.  Certa vez as amigas de Pamela foram numa matinê no clube do bairro. Todo mundo sabia da sua vontade em querer ficar com Frank. Aos 16 anos, ela nunca havia beijado na vida. E o Johnny Bravo brotou como sonho quase inatingível da nossa recatada personagem. A moça não sabia mas suas amigas armaram um encontro surpresa entre ela e Frank no tal clube.

A festa estava boa. Musica bacana, galera bonita, alegria contagiante, comida e bebida liberadas. Num canto do salão, uma mesa estava cheia de adolescentes. Eram mais ou menos uns vinte que subitamente  se levantaram em sintonia com a alegação de que era hora de dançar. Três pessoas ficaram. Melhor, duas moças e um rapaz. Discreta que só ela, Pamela estava quase imperceptível num canto da mesa enquanto do outro lado Frank estava (advinhem) paquerando uma garota naquela posição de sempre. Mão no cabelo, etc. 

A garota não queria nada com ele. Raridade. “É meu dia”, pensou Pamela. Duas amigas dela puxaram-na pelos braços e praticamente colocaram frente a frente a moça tímida e o garanhão juvenil de revistas masculinas.

– Oi, Frank. Essa é a Pamela, nossa amiga lá do colégio. Ela queria conversar um pouco com você, pode ser?

Ele a fitou dos pés a cabeça. Seu sorriso de “e aí, gatinha” cedeu a vez para um semblante  irônico com maquiagem de deboche e retoques de sarcasmo.

– Fala aí Panela! Colega, vou te falar: gosto de namorar, meu beijo é gostoso, quem fica comigo se apaixona de cara. Na moral, tenho bom gosto e por isso nunca fiquei com uma baleia. Não tem nada a ver comigo. Quero sentir curvas e não carne, valeu? Talvez quando você crescer a gente pode conversar…

– Mas, temos a mesma  idade…

– Papo dez: não rola, sem chance. Te espero quando você foi virar gente.

Amor de adolescente chega a ser engraçado. Ela fez daquele toco uma espécie de combustível para sua admiração desmedida. Por algum tempo, ela pedia para ele estudar, que aquela vida de “peito de pombo” não o levaria a nada. Pamela se ofereceu para ser professora particular dele. Talvez pela persistência, ele cedeu ao pedido e foi a duas aulas personalizadas na casa dela. Mas no final das contas Frank acabou ficando com uma prima da Pamela…

O tempo passou. Hoje aquela galera está na casa dos quarenta anos. Cada um seguiu um destino diferente. Teve gente que trocou de rua,  bairro, uns até saíram do país, como a melhor amiga da Pamela, que trabalha numa multinacional e mora nos Estados Unidos. E a “bicho do mato”? Bom, ela deu uma guinada na vida. Dedicou boa parte do seu tempo para os estudos. Nada de exageros afinal ela soube dividir sua dedicada vida didática com os passatempos. Com isso saiu, curtiu, viajou, aproveitou. E quando resolveu ganhar quilos de satisfação pessoal, Pamela tratou de cuidar da estima e do corpo. Atualmente ela concilia sua agenda entre ensaios fotográficos para uma agencia especializada em modelos plus size com a função de gerente regional do setor de publicidade da mesma multinacional onde atua sua melhor amiga. 

Recentemente, Pamela chegou aos quarenta anos e decidiu comemorar a fase dos “enta” (40,50,60…) numa boate famosa da cidade. A casa estava cheia, afinal ela continuava sendo querida por todos. E agora, quem diria, era até cobiçada por muitos. No alto da madrugada, ela chegou ao local com uma amiga que estranhou um fato. A amiga olhava com ar de incredulidade para o lado e soltava um sorriso meio nervoso. Perguntada sobre o motivo disso, ela respondeu:

– Lembra que minha avó ganhou uma festa picante com um stripper aposentado que mais parecia o Zé Bonitinho? O coroa usava uma peruca topetuda vermelha tipo Pica Pau, estava com uma sunga furreca e coitado, era mais murcho do que uva passa. É aquele cara ali.

Ela apontou para o manobrista da boate. Pamela levou um susto. Mesmo depois de tanto tempo era impossível não lembrar dele. Era Frank, no alto dos seus quarenta mas com biótipo de quem estava com um pé nos setenta (mal vividos). Ela foi falar com ele.

– Lembra de mim? Panela, lá do clube, das aulas particulares…

– Pamelinha? Nossa! Que isso, gatinha, como você está…gata! Escuta, vamos sair hoje, relembrar nossa história?

–  Querido, talvez quando você crescer a gente pode conversar…

– Mas, que isso, lembra que eu era doido por você?

– Não rola, valeu? Te espero quando você foi virar gente.

Ele ficou petrificado. Sem palavras, sem reação, sem saber o que pensar. O mundo dá voltas e as palavras usadas por ele agora foram usadas para ele. Ela, antes de entrar, voltou para deixar dez reais na mão do ainda galanteador. Em seguida, Pamela segurou no rosto envelhecido de Frank e a dois dedos de distância entre um rosto e outro disse:

– Você passou toda sua vida malhando quase todos os músculos do seu corpo. Só faltou o principal: o cérebro. Obrigado por me fazer crescer. Hoje estou gordinha, gostosa, bem sucedida e de bem com a vida. Beijos, Johnny Bravo! Ou seria Zé Bonitinho?

No dia seguinte, de frente a um boteco sujo, Frank amanheceu morto, largado na calçada. Duas guimbas mal tragadas e uma garrafa de cachaça vazia ao lado eram suas companheiras.  No caso dele, o arrependimento mata.

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Gatas de Botas!

Por Dani Lima

Quem nos segue no twitter (follow @blogmulherao) sabe que desde que era verão, eu tô prometendo um post sobre botas e indicação de lugar para comprá-las, né? Como sou adepta do antes tarde do que nunca, eis que o alto inverno chegou e o post também! 🙂

E quais as botas que estão à nossa disposição no mercado? Aqui vão alguns exemplos…

Quando o assunto são botas, seja o cano curto ou alto, começam as dúvidas sobre poder ou não poder usar tal tipo, de acordo com tal formato de corpo. Particularmente, como vocês já sabem, não gosto muito de me privar de usar alguma coisa porque sou gorda… só acho é uma questão de TER e USAR… TER e USAR o bom senso e TER e USAR um bom espelho; se meu bom senso diz que pode e meu espelho aprova… “vocês vão ter que me engolir” #zagalofeelings hahaha

E de acordo com o meu bom senso (que pode ser diferente do seu, embora exista uma força maior do que todos nós chamada “senso comum”, que diz por exemplo que não chega a ser tão bacana sair na rua pelada! hahaha), a partir do momento que tenho alguns poucos quilos a mais que a Vic Beckham, tomando alguns cuidados em relação às minhas botas, consigo ficar mais elegante (e mais engraçadinha hahaha) do que ela; e vou contar alguns pra vocês:

* Botas de cano alto (seja montaria, over the knee, high knee, coturno ou whatever…) não ficam bacanas se estiverem garroteando sua perna à ponto de qualquer enfermeira inexperiente conseguir achar uma veia sem erro! Praticamente tudo que usamos (vestindo ou calçando) só fica phyno, bonito e elegante, quando é exatamente do nosso tamanho; nem mais, nem menos!

* Botas de cano curto achatam a silhueta só de pensar em usá-las, mas

  • quando usadas na cor do que vem acima (seja a sua pele, uma meia ou uma calça), dão uma idéia de continuidade, ou seja, alongam.
  • quando tem o corte inclinado não “cortam” a perna, ao contrário do que acontece geralmente, com o tradicional corte reto
  • quando tem o salto alto, alongam #gohighheels

… ou seja, achatam, mas não sempre!

* Botas por fora da calça jeans necessitam DEMAIS de atenção redobrada; “montinhos” de calça sobrando e fazendo “barriguinha” em cima da bota me dão aflição!

* É prudente estabelecer um tamanho ideal para botas de cano alto, de acordo com o seu corpo (bom senso + bom espelho), pensando o que fica melhor, já que as vezes somos baixas e temos a perna muito grossa, ou temos a perninha mais fina, mas como tempos ombro demais queremos criar uma ilusão de maior proporção… e pode parecer bobagem, mas roupa (e sapato também), é capaz de operar milagres!

* Salto alto sempre vai ajudar a alongar, além de te deixar mais fabulosa… mas uma bota montaria plana num combo com legging (ambos de mesma cor) e camiseta podrinha ou coisa que o valha, te deixam ótima, anyway!

Concordam comigo?

E com relação a uma coisa mega importante… “onde encontrar uma bota de cano alto que caiba na minha perna sem erro?” Me fizeram essa pergunta umas trocentas vezes ao longo de um determinado tempo, já que lugar onde venda bota é fácil de achar… o tenso é fechá-la – e dar o espaço necessário para a perna respirar! E confesso que este foi o fator determinante para a demora do meu post… fiquei adiando porque tinham em mente fazer de uma forma diferente, visitar as lojas, mas  uma série de fatores dificultaram a minha vida, rs! Por fim, vou listar lojas por preferência pessoal, e lojas que me foram indicadas quando eu estava em fase de preparação do post; ou seja, quando indicadas, sei apenas do que me disseram… não posso confirmar!

Lembrando que das lojas que conheço, avaliei de acordo com as minhas pernas, que não são pernas tãão grossas, por assim dizer. Tinha mania de falar que tenho pernas finas, mas já me disseram que o problema é que tenho peito demais e caio na vala das desproporções por isso… mas que minhas pernas são grossas! Se um dia eu tirar meu peito vou saber avaliar melhor… mas até lá, agora digo que minhas pernas não são tão grossas… não falo mais que são finas! hahaha

Desire ClothingSite internacional (londrino) onde os sapatos são muito, muuito baratos e a largura do cano é proporcional ao tamanho do calce… which means, você calça 39 e o cano obedece o que geralmente seria uma panturrilha 39, mais grossa e tal! Indicação

LF Sapatos – Eles confeccionam sapatos sob medida para as panturrilhas gordinhas, o número de calce vai até o 42 e entregam em toodo o Brasil! Indicação

Piccadilly – Muita gente (ainda) diz que lá só tem sapatinho de vó, mas esse papo é sooo last year, porque a empresa está reformulada e com muita variedade em cartela de cores, modelos e tudo mais. Eu prefiro dizer que eles vendem não sapato de vó, mas priorizam o conforto! hahaha Os sapatos tem numeração até 39 e alguns até 40…. e rolam botas! Tenho uma de lá e não tenho o que reclamar!

Lojas de departamento: Tenho botas da Renner e da C&A. Na C&A nunca tive problemas e na Renner, tentei comprar uma bota uma vez, e calço 36, mas só encontrei conforto e a largura ideal do cano, em relação à minha panturrilha, no modelo 38! Comofas? Frustrei, mas sobrevivi! Numa outra ocasião, consegui comprar uma 37 (a 36 apertou meu dedinho), cano alto e perfeito na panturrilha. Nem grande, nem pequeno! Então, acredito ser questão de sorte! Minha dica é sempre garimpar! Em nenhuma ida ao shopping, dispenso o passeio na Renner, C&a e Leader! E sempre acabo comprando algo! haha

E pra terminar, há também quem tenha me perguntado sobre como dar um up na bota do inverno passado! E sou tão sortuda, que semana passada passou uma matéria no Jornal Hoje (não aderi a nenhum dia sem Globo, embora apóie o Dunga! hahaha) falando exatamente à respeito disso! Achei necessário compartilhar 😉 Clica aqui que vai direto pro vídeo!

E vocês, tem alguma dica de onde comprar botas ou até mesmo de conservação de botas antigas? Alguma pergunta? Comentem!

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Brasil goleia Chile, e quem faz a alegria da torcida são as modelos plus size

Por Renata Poskus Vaz

Goleada brasileira! Para comemorar, o site Vírgula presenteou seus leitores com um ensaio de modelos plus size vestidas com a camisa da seleção brasileira. A iniciativa visa mostrar o patriotismo das modelos Andrea Boschim, Bianca Raya, Celina Lulai, Mayara Russi e Simone Fiuza, além de toda a confiança na moda GG brasileira. Elas aproveitaram para divulgar o Fashion Weekend Plus Size, que acontecerá nos dias 23 e 24 de julho, em São Paulo.

Confira mais fotos dessas modelos maravilhosas. Clique aqui.

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Look do Dia

Por Dani Lima


Jaqueta – Leader

Regata preta (que não deu pra ver) – Leader

Saia – Renner

Meia 3/4 fio 40 – TriFil

Scarpin – Leader

Carteira – Carlota

Colar – C&A

Esmalte – Sereia, Impala

Lembram daquela saia comprida, que eu fiz de tomara-que-caia? Agora resolvi mudar, e dei dois pontinhos, um em cada canto dela e fiz uma saia mais curtinha, porque sou dessas! hahaha Geralmente não gosto de nada no quadril, tenho fixação por coisas de cintura alta, mas às vezes fico abusada e resolvo fazer diferente! rs (O bom de não cortar, e sim, costurá-la, é que eu posso desfazer o pontinho que dei e ela voltar ao normal, sem maiores danos!)

Mas o destaque do look todo eu dou pra essa jaqueta da Leader, com gola assimétrica e detalhe de zíper lateral… gente, tô bem apaixonada! Ela esquenta e dá uma cara totalmente diferente ao seu look de saia, calça… seja lá com o que for! Posso usar só ela pra sempre? hahaha Preciso falar também da meia combinada ao scarpin da mesma cor… quando eu tava saindo de casa, minha mãe veio saber porque eu havia gasto dinheiro com mais uma bota! hahaha Acho muito bacana poder criar a idéia de uma coisa, usando outra totalmente diferente – e convenhamos, bem mais barata! rs

Ahn, minha carteira da Carlota também arrasa, viu? 😉

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USP apresenta novo tratamento para obesidade

 “Preservativo intestinal” pretende reduzir em 30% o peso de paciente com obesidade grave

Por Renata Poskus Vaz

Mais do que uma solução mágica de emagrecimento, as interferências cirúrgicas no estômago e/ou intestino visando a redução de peso em tempo recorde, podem representar a chance de viver para alguns pacientes que alcançaram níveis preocupantes de obesidade. O único problema é quando essas técnicas são usadas em pacientes que simplesmente poderiam reeducar a sua alimentação. Ou então, em pacientes com obesidade mórbida, mas que não fazem acompanhamento psicológico associado à cirurgia. Ou seja, emagrecem, mas continuam com a “mente gorda” e, após algum tempo, por conta dos maus hábitos alimentares e ociosidade, voltam a engordar tudo de novo.

Manga endoscópica que parece uma camisinha, reduz absorção de alimentos

De acordo com matéria de Iberê Thenório, do G1, a nova técnica criada pela USP trata-se de uma prótese semelhante a uma camisinha, instalada no intestino sem a necessidade de cirurgia. O equipamento tem 62 cm de comprimento e impede cerca de 20% da absorção do alimento depois que a comida passa pelo estômago. O produto foi testado pelo Hospital das Clínicas da USP em 78 pessoas e proporcionou uma média de perda de peso de 30% .

Além de emagrecer, 90% das pessoas que tinham diabetes tipo 2 conseguiram controlar a doença. Isso ocorre, segundo o pesquisador, porque a prótese estimula a produção de insulina e diminuiu a resistência do corpo a essa substância.

O teste foi realizado com pacientes que já tinham indicação de cirurgia do estômago, mas que não podiam fazê-la por causa das más condições de saúde causadas pela obesidade. Participaram da pesquisa pessoas que tinham obesidade mórbida (com índice de massa corporal, IMC, maior que 40) ou obesidade grave (IMC entre 35 e 39,9) com diabetes ou hipertensão.

Para saber mais, clique aqui.

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Parabéns, Keka!

Amiga, pensamos em escrever um texto gigante que expressasse nosso carinho para contigo, neste dia tão especial… mas chegamos à conclusão que a dona das palavras que emocionam aqui, é você! Sendo assim, esperamos que você fique feliz com a forma que encontramos para lhe prestigiar, e acima de tudo, desejamos que além de mais um ano de vida, esta seja a primeira, de muitas outras comemorações de aniversário que vamos passar com você! Parabéns!

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