Arquivo do mês: agosto 2010

Roupas da Doce e Rosa. Eu querooooooo!

Por Renata Poskus Vaz

Descobri lá no Blog da Milu uma loja lindinha em Cianorte, Paraná (que pelo que me parece só vende para atacado, então, escrevam e perguntem onde podem encontrar representantes em suas cidades) chamada Doce e Rosa.

Não sei se gostei das roupas por si só ou por causa do catálogo, que ficou lindo. A modelo, Nathália Contier, desfilou no FWPS também. Vejam as fotos e os modelos, que gracinha.

Se o pessoal da Doce e Rosa ler este post e simpatizar com o nosso blog lindo e fofo, peço encarecidamente que mandem para minha residência aquele macacão poderoso preto, tomara-que-caia, e o vestidinho azul com zíper na frente, que eu vi lá no Blog da Milu. Beijocas!

Para conhecer o site da Doce e Rosa, clique aqui.

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Qual o perigo em ser seletivo?

Por Keka Demétrio

Conheço inúmeras pessoas que dizem já ter desistido do amor. Eu mesma já passei por uma época em que estava tão dolorida emocionalmente que acreditava paiamente que o amor não fora feito para mim. Ledo engano. O amor não tem idade, sexo, classe social, nem vê compatibilidade de tipo sanguíneo, ele simplesmente acontece e se instala em nossos corações tomando conta de nossas vidas.

Durante esse tempo em que me sentia a mais infeliz das mortais, antes de sequer saber o nome do homem que tentava se aproximar de mim, eu já procurava no futuro, quem sabe, pretendente, mil e um defeitos. Dizem que o melhor ataque é a defesa. Mas será que é certo ficarmos nos defendendo sempre de coisas que nem sabemos se vão ser boas ou ruins? Será que é certo deixarmos de viver emoções que nos rejuvenescem a pele por medo do futuro?

Claro que depois de certa idade, e de ter vivido certas experiências, nós vamos ficando mais seletivos. Passar a escolher com algum cuidado nossos parceiros não é errado, errado é quando disfarçamos os medos adquiridos ao longo dos relacionamentos, excluindo qualquer um que a vida coloque em nosso caminho, dizendo que esse não é o ideal e vivendo sob a ilusão de que irá aparecer o tão idealizado homem dos sonhos. Afinal, pensamos que se já sofremos tanto, então agora nada mais merecido do que ter ao lado alguém do jeitinho que sempre quis. Mas a vida não é assim, não se fabrica pessoas de acordo com as especificações impostas pelo cliente, e relacionamentos para realmente serem baseado no amor, são aqueles em que conseguimos lidar com os defeitos do outro, porque para conviver com as boas qualidades apresentadas não é preciso de amor.

Às vezes, quando nos pegamos relembrando o passado, e sentindo de novo certas dores, nos colocamos outra vez na retaguarda. Mas se um relacionamento não deu certo isso não quer dizer que foi tudo em vão, mas sim que houve troca de emoções e que existiam certas finidades para que isso acontecesse. O grande problema é que projetamos nossos sonhos no outro e nos esquecemos que por seremos indivíduos únicos, também nossos sentimentos são percebidos de formas diferentes. Portanto, não subestime o outro, não o culpe pelos sonhos que você não realizou, pelo abraço que não recebeu, pelo beijo mal dado, dar e receber amor também é uma arte, e nem todos conseguem interpretar da mesma forma. Enfim, tentar excluir das nossas vidas sensações que fazem nossas pernas tremerem com a simples aproximação de alguém que nos deseja e nos atrai é o mesmo que deixarmos de viver.

Fiquei sabendo de um senhor de 92 anos que mora em Belo Horizonte, mas que vai sempre ver a namorada de 91 anos que mora a exatos 426 km de distância. Isso para mim é a prova inconteste de que o amor é que nos mantêm vivos e que faz com que os olhos brilhem de verdade.

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Samantha Rebello é a nova modelo de prova da Marisa

Por Renata Poskus Vaz

Samantha Rebello participou do Dia de Modelo Plus Size no mês de julho. Hoje ela já é a nova modelo de prova das Lojas Marisa.

Para quem não conhece, uma modelo de prova precisa ter medidas proporcionais e fica à disposição de grifes ou marcas para provar roupas que serão adquiridas ou produzidas.

Parabéns Samantha!

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Qual é a sua idade?

Por Eduardo Soares

Ontem estava tirando o restante da hora do almoço num shopping. Como sempre extrapolei na comida – moqueca de camarão – e era preciso caminhar para “digerir” o alimento (crendices populares são cômicas, convenhamos). Se fosse fácil assim, qualquer caminhada (debaixo do sol escaldante) pós feijoada seria a melhor academia de todas. Passei de frente a essas lojas de brinquedos e, enquanto esfriava o sentimento (safado) de culpa (ordinária) depois daquele prato (devasso) com um sundae de caramelo (e parênteses e festival de gula) vi uma cena que alimentou minha curiosidade. Mãe e filha, de frente a tal loja. A mulher, elegantemente desalinhada, de pele branca e macia feito pêssego, aparentava uns trinta e poucos anos vividos a base de viagens internacionais e conforto diário. A filhota não ficava atrás. Loirinha, dentes separados, usava um vestidinho cor de rosa com detalhes brancos. A cor vibrante da roupa lembrava um bolo infantil contornado por glacê.  Ela estava impossível. Queria aquele bicho de qualquer jeito. E apontava, choramingava, ostentava um bico comovente, fazia aquela feição triste-e-desamparada típica do Gato de Botas em Shrek. Em outras palavras, menos romantizadas: dava um show de birra!

A mãe não entendia o motivo daquilo tudo. Aquilo é feio, dizia ela numa tentativa de por em pratica um tipo de psicologia convincente. “Olhe bem, onde é que isso é bonito, filha?”, repetia a pobre (no sentido de pena, piedade) trintona, enquanto passava a mão no cabelo liso e loiro que teimava em cair na direção dos olhos. Pelo suspiro, era de se imaginar que a mulher começara a perder a persistente paciência. Amor de mãe é inigualável. Criança chata no colo (embora fosse grandinha), aquele chororô no ouvido, a filha pedindo insistentemente pelo presente e a mãe lá, tentando manter a calma e o controle da situação. Aquela mulher, se não fosse psicológica, pedagoga ou pediatra, tinha grande vocação para ganhar o Premio de Paciência Mor do Ano. Entre choros, pedidos e sacolejos, eis que a jovem senhora abriu um sorriso enorme! Até eu fiquei com vontade de ganhar aquele sorriso! Só não fiz a tal cara de triste-e-desamparado do Gato de Botas pois sabia que meu prêmio seria um belo bofetão no pé do ouvido.

Já sei! Lembra daquele desenhos que vimos na fazenda, perguntou a mãe. A filha fez cara feia, típica de interrogação infantil para depois dar de ombros enquanto mantinha o ar de “hein?”. A mãe insistia: “Filha, você esqueceu dos desenhos que vimos depois do passeio com o vovô? Eu, você e seu pai!” A resposta, embora com duas miseres letras, mostrou que a lembrança dos tais momentos fora resgatada: “Aaaaaahhhhhhhhhh!” Ambas sorriram e entraram na loja. Minutos depois saíram do local com dois bichos de pelúcia: Pantera Cor de Rosa e o Nemo. Você sabia que ela não fala?, perguntava a mãe enquanto apontava para a veterana felina rosada. Por quê?, indagava a loirinha. Ela sempre foi assim. Lembra como ela anda?, respondeu a mãe. Criança no chão e as duas caminhavam de forma engraçada no shopping enquanto cantarolavam o tema clássico da Pantera.

Tive duas sensações distintas. Curiosidade e saudosismo. Afinal, qual era o tal bicho que a mãe não queria dar para a filha? Entrei na loja e, tal qual um repórter investigativo, indaguei uma atendente sobre a situação. Ela riu e apontou para um macaco de pelúcia. Devo admitir: a mãe estava certa. Nem sabia que existia tal espécie de bicho em pelúcia. Cara de mau, dentes a mostra, definitivamente não era algo merecedor de elogios.  Perguntei para a mesma atendente se aquele bicho era comprado. Raramente, respondeu ela para depois completar, mas tem criança com gosto pra tudo. Olhei para o lado e vi vários animais, todos de pelúcia e pequenos, com mais ou menos trinta centímetros. Vi tamanduá, arara-azul, bicho-preguiça, coala, polvo, joaninha, tatu, elefante, rinoceronte. Lembrei de uma mulher (sem filhos, por sinal) que conheço, toda séria, discreta, reservada. Mas dona de um belo exemplar de furão de pelúcia! Bom, não posso falar muito, já dei uma família de porcos rosados para uma mulher, que amou, por sinal….

Quando crianças, ficávamos muito preocupados com fatores gravíssimos: as notas da escola, o jogo na hora do intervalo, a hora do desenho animado, o banho no animal de estimação. Queríamos ser adultos. Crescemos e ganhamos novas e verdadeiras preocupações. Aí bate aquela vontade de voltar a ser moleque/moleca. Impossível? Que nada! Certas pessoas com mais de vinte ostentam verdadeiro espírito de criança. São pessoas sérias, alegres, reservadas, extrovertidas, donas de casa, empresárias, comunicativas, românticas, amorosas, tímidas! Essa gente nos ensina que a última parte que envelhece é o coração.

Ah, essas crianças…

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Vanessa Pichinin: “nunca podemos desistir dos nossos sonhos”

Por Renata Poskus Vaz

No Fashion Weekend Plus Size tivemos quase 40 modelos desfilando. E, como já dito anteriormente, elas contarão as suas histórias aqui no Mulherão. A modelo de hoje é Vanessa Pichinin, que no próximo dia 3 completa  30 anos.

“Aos 3 meses de vida fui para a casa da minha avó e fui criada por ela, porque minha mãe precisava se dedicar ao trabalho. Vivo até hoje com a minha avó Aparecida, que amo muito e, para mim, é uma segunda mãe.

Desde que eu nasci sempre fui gordinha. Enquanto crescia, sofri preconceito na escola porque era sempre o patinho feio da sala. Menstruei muito cedo porque tive um distúrbio hormonal quando criança. Meus hormônios desregularam muito e, a partir disso, comecei a me tratar com endócrinos e tomar muitos remédios que só me faziam mal. Ao invés de emagrecer, só ganhava peso. Foi uma luta! Fiz natação, jazz e ballet para poder emagrecer… Naquela época eu usava óculos e era muito gorda, alvo fácil para gozações no colégio. Até que um dia, um caça talentos foi na minha escola e me chamou para ser capa da Revista Pais e Filhos. Isso me ajudou a me valorizar mais.

Aos 17 anos conheci o Gleiferson, amigo de minha amiga Micheli. Ele era lindo e não dava muita bola para mim, mas fui determinada e o conquistei. Estamos juntos até hoje.

Passei no vestibular para Administração de empresas, trabalhava muito e estudava muito… Não tinha muita vida.

Certo dia, sofri um acidente no trabalho. Meu braço deslocou e precisei operar. A partir desse dia, tive uma série de complicações e os médicos chegaram a dizer que eu não ia mais poder fazer mais nada na vida que envolvesse o uso desse braço. Só conseguia pensar no tanto que me esforcei em vão.  Caí numa depressão profunda. Passei por tratamentos fisioterápicos, mas continuava desesperada porque meu braço não reagia.

Um belo dia, estava na sala com minha família e passou um matéria no fantástico sobre modelos plus size  com Andrea Boschim e com a  Renata do Blog  Mulherão. Todos da sala me olharam e falaram “ Vanessa, você é linda  e sempre levou jeito para ser modelo”. Fui direto no Google procurar mais sobre mercado de trabalho para modelos plus sizes, quando conheci o trabalho da Renata Poskus e o Dia de Modelolo que ela organiza.

No dia tão esperado de fazer meu book no Dia de Modelo, me deparei com aquela mulher linda que era modelo plus size Andrea Boschim e com modelos de primeira viagem.

A partir desses momento, as meninas do Blog mulherão viram que levava jeito e começaram a me chamar para acompanhá-las em programas de TV e tudo começou a fluir.  Apareceram alguns desfiles, concursos e fui ganhando um pouco de experiência na área. Mas meu sonho era desfilar no FWPS. Na primeira edição, fui reprovada. Mas não desisti, fui atrás para aprender a desfilar. Conversei com modelos experientes e fui absorvendo seus ensinamentos.

Hoje posso dizer que aminha felicidade voltou. Minha mâe sempre diz que “nunca podemos desistir dos nossos sonhos. Sendo honesta, sempre se chega lá”. Vi que meu sonho se realizou. Integrei o time de modelos do FWPS. Hoje, mesmo acima do peso, sou FELIZZZ!!!”

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Modelo Plus Size e sua irmã gêmea magrinha fazem sucesso na Austrália

Por Renata Poskus Vaz

Courtney e Laura Wells foram apresentadas na edição de agosto da Cosmopolitan da Austrália (que seria uma versão da nossa Nova Cosmopolitan) onde fotografaram juntas. Mas não é sempre que as duas são clicadas no mesmo trabalho.

Courtney é modelo fashion e Laura é plus size. Amabas cresceram e ainda vivem na mesma casa. Comiam e ainda comem a mesma comida e na mesma quantidade. Isso comprova que cada pessoa tem o seu metabolismo e que não há nada demais ter alguns quilinhos a mais.

Ok, ok… Sei que vendo essas imagens vocês dirão que quase não faz diferença o corpo de uma comparado com o tamanho do corpo da outra. Mas quando se fala em moda, 2 manequins a mais é o suficiente para condenar uma modelo lindíssima que está acima do peso à geladeira por toda a vida. Ainda bem que isso está mudando, não é mesmo? Mesmo que lentamente!

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TOP 5 dá dicas de roupas para gordinhas no site EGO

Por Renata Poskus Vaz

A repórter Renata Sakai do Ego entrevistou as nossas 5 Tops brasileiras: Andrea Boschim, Bianca Raya, Celina Lulai, Mayara Russi e Simone Fiuza. As modelos plus size deram dicas de como se vestir no dia a dia e na praia usando manequim GG. Quer conferir as dicas das nossas divas? Clique aqui.

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Finalmente: Dia de Modelo no Rio de Janeiro em 25 de setembro

Por Renata Poskus Vaz

Mulherões do Rio de Janeiro, após quase um ano longe da cidade maravilhosa voltaremos a realizar o Dia de Modelo Plus Size para as cariocas.

Local
Studio 188, Rua General Severiano, 188 – Botafogo .

O que você recebe

*Maquiagem e cabelo;
*Empréstimo de roupas (ainda estamos definindo a loja parceira) e acessórios (você só precisa levar sapatos);
*Mais de 30 fotos em CD-Book feitas em estúdio, com fundo infinito branco e iluminação apropriada;
*A modelo plus size e consultora de moda Andrea Boschim vai assessorá-las no momento das poses fotográficas.

Forma de pagamento:

Depósito inicial para confirmação da vaga no valor de R$150,00 em conta até dia 11/09 para reserva da vaga. O restante poderá ser pago da seguinte forma: à vista no dia do evento ou antecipado em conta corrente ou em 2 parcelas de R$175,00 no cheque para as seguintes datas: 25/10 e 25/11.

Inscreva-se. Mande um e-mail para blogmulherao@hotmail.com ou ligue: (11) 7744-6626

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Na foto acima, as modelos Cynthia, Cris e Rebeca, participantes da primeira e segunda edições Dia de Modelo do Rio de Janeiro.

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Renata Capucci chama Mariah Carey de baleia em seu twitter

Por Renata Poskus Vaz

Gente, não é fácil ser Diva! Mariah Carey veio ao Brasil e se apresetou, no último dia 21 de agosto, na Festa de Peão de Barretos. Por meio de seu microblog, o twitter, Renata Capucci, jornalista da Globo, escreveu sobre a estrela: “Que bucho! Uma baleia, gente! Desculpem as exclamações, mas tomei um susto, ela tá enorme! Ainda bem que voz não engorda”.

Até o momento, Renata não admitiu excessos ou preconceito em seu comentário. Que pena!

Veja mais fotos e informações sobre Mariah Carey no Blog da Milu. Clique aqui.

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Look do Dia

Por Dani Lima

Sleep Tee/ Camisola – Leader

Meia-calça – Lupo, fio 80

Tênis – AllStar

A semana que passou foi dificílima pra mim, gente!  Meu monitor queimou e queimou a fonte do meu pc junto e eu fiquei sem ter como postar nada pra vocês! Desculpem a falta do look do dia na segunda passada e eu só ter aparecido ontem com post! 😦 Pra compensar, essa semana postarei mais um look durante esta semana, ok? =)

Além da maré super bad de acontecimentos, fez um frio danado aqui no Rio, os dias foram feios e cinzentos… pelo menos deu pra usar muita meia, rs! Foi assim nos estados de vocês, também? Sei que eu aproveitei pra usar essa roupinha que eu comprei na Leader, e tem uma história engraçada, pois se trata não de um vestido, mas de uma camisola! hahaha

Um dia desses aí eu tive o aniversário de uma amiga pra ir (era festa julina), e precisava comprar uma roupa xadrez que fosse barata; e isso é tarefa impossível quando todos os sites de moda bombam a informação de que xadrez é trendy pro inverno! hahaha As araras vazias e quando eu achava alguma coisa, era uma camisa por R$90… por Deus, né?! Nessa vibe, eu achei na seção de camisolas e lingeries, essa coisinha fofa que estou vestida aí! Na etiqueta estava como camisola, ela estava junto à outras camisolas, mas gente, eu vesti com um short e bota e fiquei super julina, festeira e faceira! hahaha

Gostei tanto dela, que hoje uso como vestido por aí. Com meia, sem meia… com tênis, bota… aloka! As vezes boto com short também e forjo uma long teehahaha

Sei que vocês devem estar cansadas das minhas loucuras de sair vestido as coisas alopradamente (vide o polêmico post da meia esportiva hahaha) mas até que esse look tá arrumadinho e nem tá tão louco, né?! hahaha  Só imagino o quão engraçado seria encontrar na rua, alguém que tivesse comprado a mesma roupa e use-a como camisola mesmo! Vai me achar insana! rs

E então? Ficou bacana ou eu deveria deixar pras noites de sono mesmo? rs

A partir de hoje, tô compartilhando estes looks em uma página no lookbook.nu também! Quem quiser passar lá e dar hype, vou adorar 😉

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