Que bebê lindo!

Por Keka Demétrio

Além do nome, uma das primeiras coisas que perguntamos quando sabemos do nascimento de um bebê é com qual peso e altura ele veio ao mundo. Se for menos de 3 quilos todo mundo acha que nasceu pequeno e fraquinho, mas acima disso é um bebê grande e forte.

Ahh, não tem coisa mais linda do que aqueles bebês bochechudos, cheinhos de dobrinhas nas pernas e que enche nossos braços e todo mundo para pra ver, quer pegar, brincar, mas se é um bebê franzininho, coitadinho, todo mundo pensa que é doentinho, e até o olhar direcionado a ele é de pena.

O tempo vai passando e as opiniões começam a mudar. E é tão estranho isso tudo, porque é muito automático, as pessoas estão tão habituadas a enxergar saúde em bebês rechonchudos e doença em adultos gordos, que ao menor indício de acumulo de gordura já começam as cobranças. De bebê capa de revista a criança passa a sofrer discriminação das próprias pessoas do seu convívio, principalmente das outras crianças, mas não só delas, outro dia ouvi uma moça de 17 anos perguntando para a priminha que não tem mais do que 2 aninhos: o que você quer, gorda?

Crianças obesas crescem cercadas de apelidos que esmagam a auto estima. Ser chamado de elefante, orca, hipopótamo, pudim de banha, bolo fofo, bujão, rolha de poço, bolota, pançudo, bucho, saco de banha é humilhante e cruel, porque geralmente essas crianças vão crescer com aversão de si mesmas.

Criança que cresce sem autoestima, sem ser valorizada, é séria candidata a ser um adulto sem coragem de olhar para o próprio corpo e para dentro de si mesma, passando a se submeter às vontades e visão dos outros como forma de agradar e se sentir amado, deturpando o real sentido do que realmente vale a pena na vida.

 

62 Comentários

Arquivado em comportamento, Para Refletir, Preconceito, Relacionamento

62 Respostas para “Que bebê lindo!

  1. larissa

    OIe Keka.. adorei a matéria.. lindo , mto fofo esse bebê. È verdade sempre ouvimos e vemos crianças colocando apelido nas outras, é mto triste pois são pequenos demais para entender e saber assimilar. Mas o que fazer para esse paradigma de beleza (ser magra) deixar de existir não é?!

    • Keka Demétrio

      Oi, Lalá!
      Crianças geralmente são muito cruéis, mas a crueldade delas é diferente pq ainda carregam a inocencia nas atitudes e palavras. Penso que se os pais começarem a educar seus filhos com uma visão mais humana e menos mercadológica, podemos conseguir muitos avanços.
      Beijokas

      • patricia

        OLA ESSA FOTO EH UMA MENINA CHAMADA JULIA PRIMA DA MINHA AMIGA OU ELA MENTIU PRA MIN AGUARDO UMA RESPOSTA PELO MEU EMAIL grata PATRICIA 11 ANOS

  2. Ahhh meniiina, é isso mesmo. No meu caso, minha própria mãe e irmão faziam isso comigo. O dano na minha auto estima foi tanto que só “curei” quando adulta, quando encontrei uma pessoa que me ama como sou e quando passei a ler os blogs e sites plus sizes…Vcs não tem idéia de como vcs nos ajudam. Hj em dia eu me sinto super bem resolvida e bonita, mas tem muitas mulheres que não conseguem vencer esta barreira 😦

    Otimo post!

    Beijos, Ju!

    • andréa

      eu conheço bem essa história passei minha infância e adolescencia ouvindo esses insultos(até pela familia)só comecei a me valorizar depois de adulta pq sempre me privei de sair e divertir por ser gorda.Hj vejo que as pessoas que insultam são invejosas e mal resolvidas consigo mesmo.

      • FABIANA

        É BEM ASSIM MESMO…VIVI ISSO NA PELE POR SEMPRE SER GORDINHA,HJ TENHO 32 ANOS E AINDA TENHO UM POUCO DE COMPLEXO POR SER CHEINHA…MAIS TO VENCENDO NÃO CONSIGO EMAGRECER…MAIS TO EM BUSCA CONSTANTE DE ME ACEITAR COMO SOU,E SER FELIZ ASSIM.

      • Keka Demétrio

        Meninas, até a 4ª série do ensino fundamental eu era a timidez em carne, osso e gordura, rsrsrs. Na medida em que fui crescendo fui melhorando, na adolescencia ainda passei muita tristeza por conta de piadinhas e apelidos q faziam com que me sentisse um lixo, mas fui trabalhando isso em mim e passei a não permitir deixar a vida passar sem q eu aproveitasse tudo que me era de direito, e hoje tô aqui, linda, maravilhosa, um espetáculo de mulherão (e azar de quem não me vê assim…kkkk)

        Beijosssss

  3. Cássia

    Me vi no texto, é muito cruel mesmo…. Sempre fui a gordinha da classe e da familia, a mais alta, a que tinha bumbum grande demais…. crescer ouvindo esses insultos é terrivel, acaba com a autoestima, eu cresci insegura, tentando provar pra todo mundo que era capaz. Eu agradeço muito pelos posts, tudo isso tem me ajudado muito a me aceitar e ver que sou um mulherao mesmo, sou grande sou alta, nao sou o “padrao”mas sou bonita assim. Obrigada!!!!

    • Keka Demétrio

      Flor, foi exatamente assim que aconteceu comigo. Qdo me lembro das coisas q fazia contra minha vontade só para que as pessoas me aceitassem me dá uma raiva!!! rsrss
      Grd beijo

  4. Kellen Freire

    .:: Keka… Mais uma vez vc arrasou!!!
    Sem muitos rodeios vc vem e diz exatamente o que acontece!!!
    Amo vc amiga!!! Vc é genial!!! ::.

  5. Juliana Luz

    Bom d. Keka a senhora sabe q meu fiote passou por isso né? lembra q te contei…
    Mas sempre converso muito com ele, e devido a tal situação , ele msm está se controlando tadinho…(tadinho nada, pq ele continua lindo e feliz do msm jeito), mas está se privando de algumas delícias…rsrs
    Tento mostrar que nossa fofura é lindaaaa!!!rs

    • Keka Demétrio

      Lembro sim, D. Jú, e fico feliz demais por ele ter uma mãe maravilhosa como você, pq tenha certeza de q isso fará toda a diferença na vida dele como ser humano.
      Vc é tudoooooooo!!!!
      Beijosssss

  6. renatavaz11

    Minha irmãzinha Luiza tem menos de 2 anos e é muito, muito, magra, mesmo comendo o dia todo. Meu pai ficava preocupado porque ela é muito miúda. Já disse para ele parar com isso: “depois ela fica do meu tamanho e você vai mandar ela parar de comer”.
    Enfim, aprendi a achar criancinhas magras bonitas também.

    Bjs,

  7. Fernanda

    Comigo foi diferente, fui uma criança magérrima, comecei a engordar com 20 anos. Hoje tenho 37 anos e 86 kg.
    Quaando criança era chamada de raquítica, fracote, doente. Minha mãe e parentes me empurravam comida goela abaixo: “se não comer, não brinca” e outras coisas.
    agora que sou gorda, minha mãe continua a me insultar, dizendo que casei e virei um bucho, barriguda, etc. Não é fácil.
    Faço diferente com minha filha. Ela come se quiser e quanto quiser. Tá satisfeita, não precisa empurrar comida. Não dou refrigerante, nem bolacha recheada. Tá bem , tá saudável, está no peso certo, não precisa ser fofinha. Aprendi a lição.
    As pessoas não podem aceitar o gordo feliz, mesmo. O que minha gordura interfere na vida dos outros? Porque se incomodam se eu sustento minhas gulas com meu recursos? Pago impostos como todo mundo, então porque não cuidam de suas vidas?

    • Keka Demétrio

      Fer, não liga para as coisas tristes que sua mãe diz, ela não deve ter noção de como vc deve ficar triste com isso, pois na cabeça dela deve passar que falando assim ela está te ajudando.
      E se vc se acita, mando todo o resto catar coquinho na descida…rsrsrs
      Bjkass

  8. Netyele

    eu já sofri com isso…dentro de casa, e agora faço de tudo para que isso não aconteça com minha irmã…
    realidade!!!

  9. Eu não fui um bebe gordo… digamos q era normal, mas minha avó achava isso pouco! Dizia q minha mãe não me alimentava direito e tals… Começou a me dar mamadeira com vitaminas surperreforçadas e eu não parei mais de engordar…
    Minha mãe é mais obcecada como o peso e aos 6 anos de idade me levou pra primeira reunião dos vigilantes do peso!
    Quase sempre era a mais alta e gorda da classe e e isso me deixou com a sensação de que era muito mais gorda do que realmente era!
    Pela minha lembrança traumatizada eu era quase uma bola, não sei como não rolava…
    Já pelas fotos eu era uma criança gordinha, com sobrepeso: só!
    Pra ter uma ideia eu não brincava de ‘pique-alto” pq tinha medo de subir nas coisas e elas quebrarem!
    Isso deixou limitou muito minha felicidade…
    Hoje tenho noção da minha beleza, mas não posso negar que minha auto estima tem muitos problemas… até pq a vida não é feita só de imagem…

    Pronto desabafei!

    • Keka Demétrio

      Adoro desabafos…rsrs
      Dani, tenho um primo que passou por isso, era magrelinho qdo pequeno e minha tia enfiava vitamina nele, só que ela se esqueceu que somos descendentes de libaneses (mesa sempre muito farta), e que toda a família, com pouquíssimas excessões, eram grandes, e hoje, ele é obeso. Ou seja, além de tudo ainda tem a questão genética, né.
      E vc em razão, a vida não é feita só de imagem, mas a que temos de nós mesmos é fundamental pra termos capacidade de realizarmos todo o resto. Espero que você continue a se descobrir e ir trabalhando sua autoestima.
      Grd beijo

  10. Amanda

    Eu nasci com 5 kg e todo mundo me achava linda porque eu não tinha a famosa cara de joelho. Emagreci e fui uma criança “normal” até os 4 anos, depois disso comecei a apresentar problemas hormonais e engordei bastante. Foi numa época díficil pra minha família que passava por problemas financeiros. Usei roupas do meu irmão e de uma prima beeeeem mais velha.
    Essa minha prima, sem saber eu acho, foi a maior causadora dos meus traumas de adolescente. Vivia dizendo que gordo é feio, gordo é isso, gordo é aquilo…
    Terrível!
    Até que um dia minha madrinha, que é cabeleireira, disse que só cuidaria dos meus cabelos se eu emagrecesse e ficasse bonita.
    Depois de muito chorar eu decidi que ninguém mais ia me fazer sentir feia. Eu era (e sou!) linda do meu jeito.

    Depois que me assumi assim, sem medo, fiz (um pouco) sucesso com meus amigos, com os garotos e conheci meu namorado. 5 anos de namoro já!

    Essa história de apelido acaba por colocar um fim em tudo de bom que a gente guarda! As pessoas deveriam aprender a respeitar as diferenças! Preto, branco, alto, baixo, gordo e magro não fazem parte das principais características do ser humano. Essas deveriam ser classificadas de acordo com o respeito e o carinho que temos pelos nossos iguais!

    bjs, o blog é demais! (vcs deveriam falar de Mike & Molly, se falaram desculpa, eu não vi!)

    • Keka Demétrio

      Amandinha,
      tbem vivia recebendo esse tipo de proposta, que hoje acho indescente, pq brinca com a cabeça da gente, já que a questão é mto mais profunda do que ganhar um corte de cabelo novo ou uma roupa da melhor boutique da cidade.
      Meninaaa, eu não conhecia essa série, mas já tô baixando pq quero ver tudinho…rsrs
      Beijosss

      • Amanda

        baaaaaaixa sim que é muito legal e engraçada. Fora que o Mike é o gordinho mais lindo desse mundo! hahahahah

        bjs, obrigada pelo carinho! 😉

  11. É bem por aí. Quando eu era bebê eu não era gordinha, tinha um bom peso pro meu “tamanho”. Ate uns 4 ou 5 anos eu era magra. Aí depois disso fui engordando e sou gordinha até hoje. Meus pais sempre falando na minha cabeça para comer mais e anos depois, falando na minha cabeça para eu parar de comer,rs.
    Principalmente na infancia, que é quando nossa personalidade é formada é muito dificil ser gordinha, ficar recebendo apelidos e criticas até de familiares. Acho que é um dos motivos de eu ter sido uma criança muito timida, e ser bem timida ate hoje, rs.
    E eu ainda sou bem alta. Então sempre fui a mais alta e a mais gorda de todos os lugares que estudei. Hoje em dia (com 18 anos) amo ser alta, e quanto aos quilos a mais, eu estou “no processo” de me descobrir bonita com eles =p

    =***

  12. Luciene de Souza Rosa

    Oi Keka! Bom texto. Realmente as coisas acontecem assim mesmo. Enquanto bebê, o peso é um aliado para chamar atenção (Que bebê lindo! Que gostosura! Ai que vontade de morder gente!) e por ai vai. Bebê gordinho não é sinônimo de bebê saudável, o mesmo dizemos para bebê magricelos. E quando a criança vai crescendo e é gordinha o calvário tem início. Tenho uma prima linda, pré-adolescente que é vítima de bullying dentro da pp casa!!! Outro dia ela fugiu (eu ainda não encontrei meus primos, mas assim que encontrá-los, com certeza não vou deixar passar em branco. Sei que vou comprar briga, já que eles não suportam ser contrariados,mas não posso ser omissa). Por outro lado, tenho um lindo afilhado obeso, enfrentando já problemas de saúde devido à obesidade. E a família acha lindo ele comer. Ele come igual gente grande. Uma alimentação completamente errada. Mas tem uma coisa: assim como uma pessoa que está bem acima do peso e partidária do mundo plus size, digo que a obesidade é uma doença sim! Assim como o ser magro em excesso ou o modo como se busca essa magreza para ser mais exata, é uma doença. Em conversa com alguns membros da pastoral da criança,eles contam que logo no início da pastoral o maior problema encontrado no desenvolvimento das crianças e um dos focos das Pastoral era justamete o baixo peso, hoje é o contrário, o maior problema é a obesidade infantil. Os apelidos aparecem, a auto estima não fortalece e por ai vai. Mas acredito que tudo isso poderia ser amenizado a partir do momento que as crianças tivessem ou criassem uma outra relação com a comida. E essa relação é permeada pela realação dos pais com essas crianças. É isso que vejo na minha prática. Beijos, sempre linda. Obrigada por nos presentear com esses textos. Amo….

  13. Li esses dias que bebê era mistura de anjinho com pão de queijo. Achei a melhor definição de todas!

    As pessoas são cruéis com crianças e adultos gordinhos. É como se fosse o insulto maior. Triste e desalentador.

    • Keka Demétrio

      Ain, Carol, é como sempre falo, parece que somos vistas como criminosas, né…afff, mas que se dane os outros, tô nem aí para o que pensam desde que eu esteja feliz comigo mesa.
      Bjoss

  14. Daniele Ludovigo

    No meu caso eu fui magrinha até um ano de idade aos 5 anos já fazia regime e o médico disse a minha mãe que até com água eu engordaria, pois então, vivia no limite de pão e água. Minha mãe só parou com meu regime quando encotrou um pão velho escondido no guarda roupa. Até hoje não esqueço dos rótulos comuns bujão de gás, baleia WILLY, modelo da copagas e outros. Quando engravidei todo mundo me dizia: “Nossa você vai virar uma baleia se cuida” . Pois é os padrões da sociedade até hoje nos esmaga, ainda bem que existem vcs que nos ajudam a enfrentar a hipocrisia que nos aguarda todos os dias depois de nossos portões ou até mesmo em nossas casas. Obrigada!!!

  15. Adriana

    Eu nasci pequena e não crescia dentro do esperado e depois de tomar remédios, vitaminas aos 5 anos comecei a engordar. Aos 10 era obesa. Dos 13 aos 20 emagreci. Depois engordei, emagreci um pouco, engordei até 112 e hoje estou com 105 quilos. Os apelidos são inevitáveis e a história se perpetua a cada geração. Cada um tem a sua beleza sendo gordo, magro, negro, etc. E a obesidade pode nos ensinar a sermos fortes principalmente no lado psicologico e não darmos tanto valor aos que os outros dizem. Mas o que acho pior nessa história toda é que a obesidade trás uma série de implicações na saúde, mas isso a gente só vai pensar qdo vai ao médico e ele fala: diabetes, hipertensão. Então, o bebê é lindo e tomara que consiga se manter num peso saudável. Desejo a ele o que desejo a mim mesma e todas as amigas leitoras.

    • Keka Demétrio

      Flor, tem que haver um equilíbrio. Na verdade nem todo mundo que está acima do peso é doente, mas é preciso cuidados e a genética conta muito nessa hora.
      Grd beijo

  16. Ágata

    Menina que materia boa…
    As pessoas tem que aprende que acima de tudo bebe, criança obesa não é saudavel…
    Tem gente falando do meu bebe, que não é magrinho mais não é todo cheio de dobrinhas, que se eu não queros er gorda, não posso deixa o menino sem os doces, danoninhos e tudo issi que não é necessario e só faz engorda…

    Bjs Keka…

  17. Fabiana Castello

    Sofri muito preconceito por ser gordinha durante a infância e, principalmente, adolescência e cresci sem auto estima nehuma. Deixei de viver muita coisa por não me aceitar. Aos 32 anos, já consigo me aceitar, mas não é fácil, a pressão social é grande, tem muita gente que não consegue nos enxergar para além das gordurinhas a mais e este blog tem sido uma voz contrária a essa opressão.
    Bjos!!

    • Keka Demétrio

      Fabi, eu tbem deixei de viver muuuita coisa por me sentir um nada devido as criticas que recebia, e minah autoestima tbem era um lixo. Mas flor, sempre há a questão do amor próprio, e esse nós temos que trabalhar diuturnamente, de forma que a única pressão que venhamos a sentir seja para sermos felizes.
      Beijos!!

  18. Selminha

    É muito triste uma pessoa sofrer discriminação…qdo pequena é uma fofurinha da titia…depois vai crescendo e é ridicularizado nas festinhas infantis…qdo adolescente não entra na galera,mas é objeto de piadinhas,qdo namora vive com vergonha de andar de mãos dadas em público,qdo adulto sofre pra comprar roupa e tem um imenso vazio no ♥ … e sem espelho na parede!!!
    É preciso atitude já!!!
    Claro que precisa cuidar da saúde sempre…todas as pessoas sejam elas gordinhas,magrinhas ou padrão(que o mundo impõe)mas nem sempre quem é gordinho ta doente…ou descuida da saúde!
    O mundo precisa entender isso!!!

    Que ninguem se curve diante das criticas destrutivas,que ninguem se tranque no quarto,maas sim que traga no rostinho um sorriso e no coração uma alegria grandiosa….Se aceiteee!
    Porque nós podemos ser muito felizes!
    Deus nos dá sempre um dia maravilhoso e uma chance de ser mais feliz sempre!

    Keka super bjo pra vcs do Mulherão!!!

  19. Erika Cabral

    Oi Keka, adorei a materia como sempre, vc é fantastica.
    Gostaria de sugerir um espaço pra leitora simplesmente pra desabafo…
    Hoje estava no ônibus vindo pro trabalho e ví uma mulher em torno dos seus 20 e tantos anos super bonita e produzida, ela era um mulherão em todos os sentidos, uma mulher como nós acima do peso, bonita, maquiada e muito bem arrumada!
    Daí eu olhei pra ela e senti vergonha da roupa que eu estou usando, calça jeans justa, mostrando os meus excessos abdominais, e uma camisa da hering cinza sem nenhuma estampa e sem nenhuma graça. A mulher estava com uma roupa preta, calça justa, com uma blusa tbm justacomprida, até abaixo da barriga sabe, tapava mais ou menos o bum bum, um bolero ( na verdade nem sei mais se se usa esse nome, bolero), um sapato marrom e uma bolsa azul lindissima, na verdade ela estava toda linda! E eu me pergunto e pergunto a vocês, pq eu nunca consigo achar roupas descoladas assim pra mim, e claro que sou mais gorda do que ela, mas sera que eu nao consigo me produzir assim, sera que eu nao encontro roupas pra mim. Quando entro numa loja comum, as vendedoras ja saem dizendo que as roupas nao me servem, esse final de semana fui na C&A tentar comprar uma roupa, note, eu uso 46, experimentei uma calça na c&A 48 que nem passou pelas minhas pernas. Tem uma modelagem lá chamada skin, que e boca justa, e justa na perna que nao favorece quem esta acima do peso. e faz vc experimentar uma roupa que é maios do que o seu numero e nao entrar, e vc ainda sair de la arrasada! Se sentindo a pior das criaturas roupas.
    Deixo aqui uma outra sugestão, que os mulheroes do site, saiam a procura de roupas que nos deixem realmente bonitas, nao só essas lojas que vcs divulgam, pq tem aqui preços inacessiveis pra mim, eu olhei outro dia um site que vcs indicam que uma blusa simples custava mais de 200,00, infelizmente isso eu nao posso pagar, mas que saiamos, e o que acharmos , que a gente troque informaçoes com os membros do site. Pq hoje eu vi que podemos de fato sermos bonitas, e eu acho que nao precisamos gastar 500,00 numa calça e numa blusa pra roupas do dia a dia. Keka, eu a ví no evento de produtos de cabelo por fotos aqui pelo site, e vc estava com um vestido incrivel, aquele vestidopor exemplo, pode nos deixar bem em qualquer ocasiao, pra sair pra trabalhar, ir numa happy hour, ou tanto , faz, por favor meninas vcs que sao do site, deixe um link so de lojas, eu conheço e aprovo a loony, mas la infelizmente nao tem muita coisa como blusas mais sociais, os jeans são fartos, tem coisas ótimas e o atendimento ótimo, mas por favor, criem um link de lojas pra gente!
    Eu sou do RJ, mas moro em SP, posso ter acesso as duas cidades pra comprar. E nós leitoras, temos que reclamar sobre os preços, nao é justo que paguemos tão mais caro do que as magras.
    Desculpem pelo desabafo, keka, desculpe escrever isso depois de um post tão belo como o seu, mas eu cansei de me vestir mal, e de estar me sentindo feia!
    Meninas, obrigada pelo espaço e um grande beijo a todas!

    Erika

    • Keka Demétrio

      Amore, essa vergonha que vc sentiu é um sinal de q o seu problema nem é o peso, mas sim as roupas que usa e que podem ser substituidas por peças que valorizem seu tipo físico.
      Vc diz que veste 46..ahahaha, eu visto 50/52, e sempre dou um jeitinho de usar roupas que me deixam mais gata (e modesta) que eu sou. kkkkkk
      Vamos pedir pra Danni Lima fazer uma matéria garimpando roupas com preços mais acessíveis por aí. 🙂

      Bjosss

  20. Juliana Luz

    Eu nascí miúda e minha irmã uma bolotinha, tanto q meu pai tem problemas na coluna até hj ( após 32 anos) de carregá-la no colo…
    Após alguns anos se inverteu hj sou MULHERÃOOOOOO e ela um palito!
    Aff… aí vc ouve: Nossaaaa!!! antes era ao contrário né!…(grrrr)

  21. Alana Carvalho

    Eu já tive todos esses apelidos listados ai.
    É incrível, mas só quem cresce com isso entende.

    Como esses apelidos inofensivos ou totalmente ofensivos são maravilhosos para acabar com a auto-estima de qualquer um.

    Já fui chamada de GS (gorda sexy) GG ( gorda gostosa) isso tudo sem saber de nada. Ai um dia descobri por causa de uma colega que falou demais.

    Agora você no final do texto não coloca uma solução para a reversão desse quadro? por que? ela existe?

    • Keka Demétrio

      Claro que existe, eu sou prova vivíssima disso. 🙂
      O que não existe é uma fórmula pronta, pq cada um reage de determinada maneira, então tem que partir de dentro para fora.

      Bjo

  22. Keka, olha que curioso: eu moro na Argentina, e aqui chamar alguém de “gordo”, em determinados contextos, é carinhoso.

    Por exemplo, em geral eles se referem aos bebês como “gordo”, perguntam “cómo está la gorda?” pra a mae de uma bebê. Os próprios pais chamam os filhos de “gordo” ou “gorda” até uma certa idade.

    Marido e mulher se chamam de “gordo” e “gorda”, ou também “gordi”. É tipo o “benhê” daqui. Que loucura, né? Mas eu já falei pro meu namorado argentino que comigo nao tem essa, nao! hahaha

    O mais engracado é que as portenhas em geral sao magrinhas (pra nao dizer magrelas e sem sal) e têm PAVOR de engordar, tanto que a Argentina tem um dos maiores índices de anorexia do mundo. Você ve o que a mulherada almoca aqui na empresa e dá vontade de chorar! hahaha

    Beijos

    • Keka Demétrio

      Ahhhhhh, me convida pra ir passear na Argentina, daí nós vamos sair lindas, maravilhosas, produzidas, gostosas, poderosas e deixar essas magricelas roxas de inveja do nosso brilho e se perguntando: como ess gordas podem ser tão lindas???? kkkkkkkkkk

      Beijooooo

  23. Erika

    Cade o meu post que nao apareceu aqui?

    • renatavaz11

      Olá, Erika. O seu post não apareceu no exato momento em que escreveu pois o blog é moderado. A partir de agora, sempre quepostar com este mesmo e-mail que usaou agora, seus comentários aparecerão automaticamente.

      Abraços,

      Renata

  24. Erika

    Oi Keka, adorei a materia como sempre, vc é fantastica.
    Gostaria de sugerir um espaço pra leitora simplesmente pra desabafo…
    Hoje estava no ônibus vindo pro trabalho e ví uma mulher em torno dos seus 20 e tantos anos super bonita e produzida, ela era um mulherão em todos os sentidos, uma mulher como nós acima do peso, bonita, maquiada e muito bem arrumada!
    Daí eu olhei pra ela e senti vergonha da roupa que eu estou usando, calça jeans justa, mostrando os meus excessos abdominais, e uma camisa da hering cinza sem nenhuma estampa e sem nenhuma graça. A mulher estava com uma roupa preta, calça justa, com uma blusa tbm justacomprida, até abaixo da barriga sabe, tapava mais ou menos o bum bum, um bolero ( na verdade nem sei mais se se usa esse nome, bolero), um sapato marrom e uma bolsa azul lindissima, na verdade ela estava toda linda! E eu me pergunto e pergunto a vocês, pq eu nunca consigo achar roupas descoladas assim pra mim, e claro que sou mais gorda do que ela, mas sera que eu nao consigo me produzir assim, sera que eu nao encontro roupas pra mim. Quando entro numa loja comum, as vendedoras ja saem dizendo que as roupas nao me servem, esse final de semana fui na C&A tentar comprar uma roupa, note, eu uso 46, experimentei uma calça na c&A 48 que nem passou pelas minhas pernas. Tem uma modelagem lá chamada skin, que e boca justa, e justa na perna que nao favorece quem esta acima do peso. e faz vc experimentar uma roupa que é maios do que o seu numero e nao entrar, e vc ainda sair de la arrasada! Se sentindo a pior das criaturas roupas.
    Deixo aqui uma outra sugestão, que os mulheroes do site, saiam a procura de roupas que nos deixem realmente bonitas, nao só essas lojas que vcs divulgam, pq tem aqui preços inacessiveis pra mim, eu olhei outro dia um site que vcs indicam que uma blusa simples custava mais de 200,00, infelizmente isso eu nao posso pagar, mas que saiamos, e o que acharmos , que a gente troque informaçoes com os membros do site. Pq hoje eu vi que podemos de fato sermos bonitas, e eu acho que nao precisamos gastar 500,00 numa calça e numa blusa pra roupas do dia a dia. Keka, eu a ví no evento de produtos de cabelo por fotos aqui pelo site, e vc estava com um vestido incrivel, aquele vestidopor exemplo, pode nos deixar bem em qualquer ocasiao, pra sair pra trabalhar, ir numa happy hour, ou tanto , faz, por favor meninas vcs que sao do site, deixe um link so de lojas, eu conheço e aprovo a loony, mas la infelizmente nao tem muita coisa como blusas mais sociais, os jeans são fartos, tem coisas ótimas e o atendimento ótimo, mas por favor, criem um link de lojas pra gente!
    Eu sou do RJ, mas moro em SP, posso ter acesso as duas cidades pra comprar. E nós leitoras, temos que reclamar sobre os preços, nao é justo que paguemos tão mais caro do que as magras.
    Desculpem pelo desabafo, keka, desculpe escrever isso depois de um post tão belo como o seu, mas eu cansei de me vestir mal, e de estar me sentindo feia!
    Meninas, obrigada pelo espaço e um grande beijo a todas!

    Erika

  25. Dadaah izidoro

    é impressionante como a kekinha lê minha mente e ateh mesmo MINHA VIDA!

    concordo em tudo, realmente aquilo que te falam na infancia acaba virando uma crença que a pessoa leva pra vida adulta!

    falo isso pq vivi assim, crecí escutando meu pai me falar que se eu não emagrecesse ninguem ia querer namorar comigo e que os garotos iam chegar pra mim e falar: “MEU CALDEIRÃO DE COZINHAR BUCHO JA FUROU”. Quando me lrmbro disso fico muito triste pois crescí ACREDITANDO nissso e isso me atrapalha até hj!

    acho que as pessoas em volta de crianças como essas teriam que avaliar as consequencias a longo prazo, pois hj ela é uma criança e pode não entender muito o SENTIDO desses apelidos mas amanha ela vai ver que foi esses apelidos que destruiram sua autoestima PARA SEMPRE!

    kkk pronto desabafei!

    bjo kekinha!

    • Keka Demétrio

      Dadaahzinhaaaaaaaaa, minha flor especial!!
      Segredo, mas meu pai um dia me disse: Angélica, homem não gosta de mulher gorda!…afff, ainda sinto raiva qdo lembro. Mas a raiva q sinto não é por homem gostar ou não de mulher gorda, pq a vida já me mostrou e provou mil vzs que ele estava errado, existe gosto pra tudo, o que sinto é por ele não ter se tocado de como me machucou ao vomitar aquelas palavras infelizes.

      Seu papy é um tolo…assim como um monte de homem. Mas com essas pernocas q vc tem e que eu pedi praq deus…afffff kkkkk

      Bjossss

  26. Luciana

    Imagina uma menina que nunca conseguiu emagrecer de verdade a vida inteira. Imaginou? Agora, acrescenta um irmão mais velho lindo, loiro, atlético e perfeito, sendo o primeiro filho, o primeiro neto na família, inteligente, parecia um bebe Johnson. Aí depois chega a primeira menina, que não fui eu, mas minha p´rima. Primeira menina na família, podia não ser bonita, mas era a primeira menina. Aí chega a segunda menina, de cabelos escuros, olhos escuros, bonitinha. Mas por ser a segunda não treve graça. Até pq nem dava pra aparecer perto de um garptinho lindo e falante com olhinhos azuis, xodó de toda a família paterna. Pra piorar, com um ano e meio, a menina começa a engordar por conta de problemas no leite. O avô dessa menina oprimiu tanto a mãe dela, que no aniversário de 3 anos por causa de um, refrigerante levou uma surra na frente dos amiguinhos e foi se esconder debaixo da cama. Dois anos depois continuou a engordar muito. E aí nasceu o caçula. Com a pele tão branca que parecia mármore, e cabelos bem lisos e bem pretos. Olhos bem castanhos e vivos. O avô materno solta a bomba: é o neto mais bonito de todos. Na mesma época, a menininha gorda começou a tomar remédios pra inibir a fome e emgrecer dado pela mãe em nome do desespero de tanto cobrarem que a culpa era dela. A menina continuava gorda. Enqianto isso, o mais velho crescia em graça e realeza se destacando em esportes variados, sempre recebendo elogios de todos. Ela também tinha suas qualidades, sempre teve talento pra dan ça, desenho, e escrevia bem. Era bonita, mas só enxergavam o fato de ela ser gorda. O mais novo que apesar de nascer uma gracinha passou por uma fase feinha que durou pouco, e depois voltou a ser uma gracinha. A mãe da menininha ocupada com o caçula, esqueceu de comprar uma nova garrafa termica pra lancheira, e mandou a menininha gorda levar numa mamadeira dizendo que ninguém ligaria. Ela chega na escola passa mais um vexame. Tratada como retardada. O bolo de aniverário dela que a mãe mandou pra escola pq não tinha tempo, acabou sendo de outra criança. As tias da cantina escolar foram proibidas de vender doce pra ela. Depois dos nove anos e muitas humilhações depois, a menininha dá uma esticada e emagrece bastante, mas nunca fica magrinha. Ficou ainda mais bonita de rosto. Uns tres anos depois o irmão mais velho que ela tanto admira por saber fazer de tudo, começa a rejeitá-la por ser gorda. Com dez anos, descobre que sua avó e sua tia não comprava ujm presente pra ela fazia anos. Que sua mãe por pena, comprava vários presentes e dava em nome dos parentes, afinal ela só existia na hora de ser criticada. O irmaozinho caçula tambem começou a engordar, mesmo sendo pouco ganhou o desprezo da familia paterna tambem, sendo chamados de supedrmercado e lanchonete ambulantes pra não dizer as outras coisas terríveis que diziam para os dois. A frase que essa menina mais ouvia da boca do pai quando pedia algo era: “Olha p´ra vc, vc não merece. ” Isso pq estamos falando da familia, pq essa menina sofreu pacas nas escolas, sofrendo preconceito de professores, colegas e etc e tals. Mesmo sendo alta e bonita, era o fato de ser gordinha que todo mundo apontava. Começou a ficar depressiva. Fugia da escola pra não encarar as pessoas. Ficava trancada num quarto escuro ouvindo musica no walkman. Acabou repetindo de ano. Anos mais tarde escuta da boca do próprio pai falando com a mãe: “Vc sabe que ela nunca vai ser nada na vi9da, né Elaine?” Pouco tempo depois tentando justificar pra familia o motivo dela ser uma moça gorda e não estar namorando: “Prefiria que ela fosse lésbica ou qqr outra coisa do que ser gorda…” A moça prgunta pro pai: “O senhor prefirriia que eu fosse lésbica, ou drogada, ou prostituta do que ser gorda?” Não, mas pelo menos seria alguma atitude. Naquele dia ela descobriu o quanto seu pai era nojento e preconceituoso. Ficou chateada, se sentiu muito humilhada. Dias depois próximo ao aniversário dela foi almoçar com o pai e o irmão. E quando tocou no assunto com o irmão mais velho, ele não só apoiou o pai, como acusou a moça gorda de de ter engordado a mãe, que desde que passou dos 50 ficou com problemas hormonais. Em voz alta, na mesa acusou de ter transformado a mãe que antes parecia uma miss numa velha gorda e obesa. E ainda disse que ela era a vergonha da família. Essa moça, pediu liçensa quase sem ver o chão e disse que iria no banheiro, quanse tendo um ataque de panico em público, procurou a saída do shopping, e por sorte conseguiou um táxi. Voltou pra casa que era em outra cidade. Ao descer do táxi quase é atropelada, ainda não se sentindo bem, é obrigada a passar pelas caLÇADAS QUEBRADAS QUASE CAMBALEANDO ATÉ CHEGAR NO PRÉDIO. sOBE, entra no apartamento e sua mãe em tom de desespero: seu pai ligou pra cá soltando os cachorros em m im. Liga pra ele de volta porfavor e diz q vc está em casa. Ela ligou, e depois de toda a humilhação que sofreu foi obrigada a se humilhar mais uma vez, pq o pai e o irmão exigiram que ela pedisse desculpa por ter deixado os dois na praça de alimentaçao do shopping. Isso aconteceu em 2008. Desde então essa moça que era (ainda é) brincalhona, animada, linda e divertida ficou com depressão, teve crises de panico e agorofobia. Largou os estudos, e toda vez que a familia liga pra ela é só pra jogar na cara o fato de ter engordado, de não estar namorando, de estar sem emprego…Nunca tgeve um namorado por medo de ser rejeitada. Sempre ouviu de tudo quanto é lado que homem não gosta de mulher assim. Aconteceram outros fatos em familia que só a deixaram mais humilhada e não convem serem ditos aqui. Sabe pq eu sei dessa historia? Pq essa moça é minha prima. É prima de uma prima na verdade, mas eu chamo de prima. É triste ver que a familia é o pior inimigo. Graças a Deus não tenho parentesco com a familia do pai dela, mas é triste. Deixei a história dela aqui, pra ver se tem alguma parecida, ou nalguém que tenha superado. Eu quero muito ajudá-la, mas eu moro em outro estado e nem tem como. E eu sei que ela entra n o Mulherão de vez em quando. Desculpe desabafar tudo isso aqui, mas foi necessário compartilhar com alguém sobre essa vida.

    • andréa

      nossa que história triste! passei por humilhações parecidas,sem ter aniversario, sempre esquecida, ou seja vergonha de mim mesmo. o pior é o preconceito e a rejeição vindo da sua família, que teria que te acolher!lendo seu testemunho passou um filme na minha memória muito triste…

  27. Maria

    Boa tarde!

    No meu caso, foi diferente, como tinha os cabelos enrolados quando pequenas, sofria muitas crítica e apelidos por conta disso, como rancho fundo, e também por ter sido uma criança mais calada, os familiares sempre me cobrava isso, sempre diziam assim: fala menina! ou então: cala boca! Isso me deixava muito chateada e triste com as pessoas, quando criança sempre me achava mais feia que as outras meninas que tinham os cabelos lisos, sei que isso afetou a minha auto estima, hoje tento me dominar, mas sempre fui muito insegura quanto a minha beleza, as vezes me sinto rejeitada e tenho muito medo de ser rejeitadas pelas pessoas, inclusive no campo amoroso, não me sinto muito segura em uma conquista e com isso acabo perdendo muitas oportunidades, gostaria muito de vencer esse medo de ser rejeitada, tem a impressão que as vezes rejeito as pessoas antes de ser rejeitada para não correr o risco, pois é um sentimento muito dolorido, e tenho certeza que isso é um trauma da minha infância.

  28. MARY-HELLEN

    Ela é muito liiiinda ,parabéns mamãe DEUS te deu um presente maravilhoso. umanjo q caiu dos céus… bjuxxxx PARABÉNS.

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