Arquivo do mês: junho 2011

Para as cariocas: liquidação de inverno na Ana Rebello

Por Renata Poskus Vaz

Nesta semana, toda a loja Ana Rebello está com 30% de desconto e você pode pagar em até 5 vezes no cartão de crédito ou cheque. A loja fica na rua Visconde de Pirajá, 330.

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Seja um mulherão consciente: não replique lixo eletrônico

Mulherão que é mulherão sempre se comove com e-mails sobre crianças doentes ou desaparecidas. E na boa intenção de propagar a foto dos pequenos, acaba replicando a mensagem para toda a sua lista de e-mails.  Só que na ânsia de ajudar, acaba se esquecendo de verificar a veracidade das informações. Resultado, você acaba integrando uma rede de SPAMs.

O ideal é que sempre antes de reencaminhar um e-mail para seus amigos, você cheque se o pedido de ajuda é real ou não, ou se já foi solucionado.  Entenda que isso é questão de educação e respeito com quem terá sua caixa de mensagens bombardeada com lixo eletrônico.

Caso queira mais infomações sobre esses casos de crianças desaparecidas que circulam na net, clique aqui.

 

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Cleo Fernandes: modelo plus size revelação de 2011 em ensaio pra lá de sensual

Por Renata Poskus Vaz

Anote esse nome: Cleo Fernandes. Essa é a grande promessa do mercado da moda plus size brasileiro. Em menos de 1 ano de carreira, a modelo de 24 anos e 1,78m atuou em mais de 8 catálogos, o que representa uma média superior às grandes tops brasileiras. Todo esse sucesso elevou sua condição de new face à de uma das modelos mais requisitadas da atualidade, sendo, inclusive, uma das queridinhas dos estilistas dessa quarta edição do Fashion Weekend Plus Size.

E não para por aí. Ela ainda reserva um precioso tempo para se dedicar à conclusão da faculdade de Educação Física. Sim, porque embora use um manequim 48, Cleo preza pela saúde e qualidade de vida. E, pela primeira vez, dá uma entrevista sobre sua carreira:

 

1)    Quando e como começou a carreira de modelo?
Comecei em outubro do ano passado, 2010. Foi por uma idéia da minha mãe. Vimos umas fotos de um desfile realizado aqui em Goiânia e ela disse que eu deveria tentar (ela era modelo quando nova). Gostei da idéia, mas hesitei por alguns bons meses e, quando resolvi procurar uma agência, não tive uma boa recepção nem na primeira nem na segunda tentaiva. Na terceira, fui bem recebida. Fiz um curso de iniciação de modelo e na segunda semana já estava trabalhando.

2) Vc sempre foi feliz com seu próprio corpo?
Não mesmo! Sofri por anos com transtornos alimentares, já tomei todos os remédios, todas as dietas, todo tipo de médico e tratamentos, tinha uma auto estima baixissima, dificuldade para me relacionar, me sentia horrorosa! Isso tudo que está acontecendo tem transformado minha vida de uma forma que não sei nem explicar!! Hoje sou muito feliz com meu corpo sim, não que não queira mudanças, neah..rsrsrsr, mas hoje me amo e amo meu corpo e me sinto feliz assim acho que pela primeira vez na vida!

3)    Como é o mercado de trabalho para plus sizes em goiânia?
É um mercado em crescimento e constante mudança. Temos muitas confecções aqui e no momento elas estão trabalhando para melhorar e para atender as exigências do mercado com roupas mais atuais. Porém, para modelos plus size ainda está bem no inicio, as lojas ainda não investem tanto em publicidade.

4)    Para quais confecções já trabalhou?
Déborah Moda Maior, Thalyta Reis, Sempre Bella, Morena Café, Top Fashion, Nibba e CMB de Goiânia e Tricolé de Minas Gerais.

5) Vc é uma das new faces escolhidas para esta próxima edição do FWPS e tem sido uma das mais solicitadas pelas grifes. O que acha disso?
Sério?? Acabei de saber e nem sei o que falar, fico muito, muito, muito feliz mesmo… Agora mais ansiosa ainda!

6) Quais os próximos passos que quer dar na carreira?
Olha, eu estou investindo em sempre melhorar. Busco aprender sempre mais e desenvolver o que aprendo. Minha mãe sempre me disse que independente do que estiver fazendo, faça o melhor possível e se dedique a aquilo de verdade. Isso fica ainda mais fácil quando se faz algo que ama. Os próximos passos serão formados conforme as respostas que obtiver em relação ao meu trabalho. Tento deixar as opções em aberto para aproveitar melhor o que me é oferecido. Tenhos grandes sonhos, claro, mas esses conto só para Deus.

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Aniversários mais do que especiais

Por Renata Poskus Vaz

Gente, esta semana uma porção de gente linda e especial desse nosso mundinho plus size fez aniversário.

Ontem foi a vez de Iveraldo, proprietário da Exuberance e da Mayara Russi, nossa Top Model do mundo GG.

Hoje é a vez de nossa querida colunista Keka Demétrio. Parabéns, Keka, nós amamos você!

 

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Macacões: a sensação fashion do inverno

Por Renata Poskus Vaz

Para o Blog do Salad Creations

Olá! Hoje vou falar da última sensação da moda outono inverno, os macacões. Seja em malha ou tecido plano, eles caíram no gosto das brasileiras. Antigamente eram restrito às grávidas, estão lembrados? Mas hoje são peças fundamentais no guarda-roupa das mulheres modernas.

Super práticos, podem ser usados em diversas ocasiões. Os macacões lisos, em cores escuras, são perfeitos para usar as situações mais formais. Já os coloridos e estampados são excelentes para quem deseja impressionar em uma festa ou balada.

Quer algumas sugestões?

Para jantar com a família do namorado

Ah, primeiro encontro com a família do namorado dá sempre aquele frio na barriga, não é mesmo? Espero que este seja o último primeiro encontro com a família de um namorado, já que desejo que vocês fiquem sempre juntos. Então, sugiro este macacão acinturado marrom, que é uma cor que está em alta neste inverno. Embora seja um macacão arrojado, com ombrinho caído e tudo, consegue ser ao mesmo tempo sóbrio, já que não tem decotes e é larguinho. Você vai mostrar para a sogrinha que, embora seja moderna, é uma mulher séria.

Onde encontrar: Magnólia Plus Size

Para o trabalho

Este macacão abaixo, em tecido plano, é chiquérrimo. Com um salto, você pode usá-lo em reuniões de trabalho e mostrar o quanto é uma mulher poderosa e arrojada.

Onde encontrar: La Mafê Plus Size

Para a balada

Ah, se joga, menina! Na hora de ir à balada, escolha um macacão bem justinho, estampado, com cores excêntricas. Este em animal print é lindo. Além da estampa diferenciada, essa opção é transpassada e tem um decote em V que valoriza muito o colo. Super sensual. Você vai arrasar.

Onde encontrar: Elegance Plus Size

Para o teatro ou cineminha

Para sair com as amigas ou com o gato para um cineminha ou teatro que tal ir de jeans? Mas já que você não é nada básica, vá de macacão jeans. Este tem um ar de anos 60, não tem? Você pode trocar o cinto da peça que também é jeans por lenços ou cintos coloridos, variando o visual.

Onde encontrar: Elegance Plus Size

E aí, gostaram das dicas?

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Making off do catálogo coleção primavera verão 2012 da Elegance Plus Size

Por Renata Poskus Vaz

Ontem, eu e Keka Demétrio conferimos em Joinville o lançamento da coleção primavera verão 2012 da Elegance Plus Size.  Vamos contar tudo para vocês, mostrar muitas fotos e novidades. Por enquanto, olhe este making off do catálogo. Vocês vão amar!

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Fabiana Karla conta tudo sobre sua cirurgia de redução de intestino

Matéria gentilmente extraída do UOL

De dezembro do ano passado para cá, a humorista Fabiana Karla, de 35 anos, pulou do manequim 54 para o 48. A mudança na silhueta deveu-se à técnica Lazzarotto e Souza, cirurgia em que é colocado um anel no intestino do paciente. “Resolvi fazer a cirurgia pela minha saúde mesmo. Porque estava me sentindo ofegante, meus joelhos já estavam mal, sobrecarregados. Estava me sentindo cansada quando subia escada. E sou uma pessoa muito ativa”, contou Fabiana ao UOL antes de entrar na academia que frequenta na Barra da Tijuca, na zona oeste carioca.

Na última segunda (20), o UOL acompanhou com exclusividade a rotina de exercícios da comediante. Fabiana chegou ao local vestida com roupa de ginástica feita sob medida por sua costureira. “Vim de maiozinho por baixo porque adoro fazer a hidro[ginástica]. Além de me relaxar muito, funciona também como uma drenagem”, afirmou ela, que não abre mão das aulas de musculação com o personal Sandro Oliveira. “Nunca pensei na minha vida que ia amar fazer abdominal”, brincou, reafirmando que fez a cirurgia visando seu bem estar. “Eu nunca fiz apologia à gordura, mas às diferenças. De certa forma, fiquei estigmatizada como uma pessoa que se aceita super bem. E isso choca um pouco as pessoas. Digo até hoje que não saí do meu corpo, continuo aqui: ‘alô, oi! Eu continuo aqui, gente! É a mesma pessoa”, brincou.

A comediante admitiu que antes da cirurgia –que a fez passar dos 113kg para os 95kg – não frequentava a academia com tanta assiduidade. “Não gosto de suar muito, me incomoda. Mas o tempo está super ajudando e aqui é tudo climatizado, você acaba vindo numa boa. Estou aqui com minha garrafinha tomando água. Lá atrás também tem o vôlei, que sempre fazia e adoro. Porque tem que me enganar para eu malhar”, contou a atriz, que ainda faz boxe. “Fazia boxe e adorava. Mas dá um chulé de mão que me incomoda profundamente. Tenho meus nojinhos. Me dá mau humor”, contou, às gargalhadas.

Para não cair na tentação de faltar às aulas, Fabiana disse que tem contado com a ajuda do namorado, o uruguaio Bruno Muniz, de 28 anos. “Ele vem comigo e me estimula muito. Quando estou viajando ele vem só. E quando viajo, desisto de fazer exercício. Não dá para sair pelo hotel com short furado porque a gente é artista. Aí dá preguiça”, confessou, aos risos. Leia a entrevista completa a seguir:

UOL – Em dezembro do ano passado, você colocou um anel no intestino e, desde então, já emagreceu 20 quilos. Como funciona este procedimento?
Fabiana Karla –
O povo quer saber do meu anel. Eu fiz a técnica Lazzarotto e Souza. Eu sempre digo que seria leviana se fosse falar em termos técnicos. Acho muito mais legal que as pessoas vejam o site do médico (http://www.obesidadeemfoco.com.br/obesidade), porque elas veem ilustrado direitinho. Porque não falaria em termos médicos, seria uma pessoa equivocada, porque não tenho embasamento para isso. Mas, falando de modo simples, é como se fizéssemos um desvio no intestino sem nenhuma incisão, apenas com um anel onde ele faz com que os alimentos sejam menos absorvidos e sejam desprezados mais rápido. Por isso que você não engorda. Mas você não vira um pato. Eu sempre deixo isso muito claro. Era o meu medo. Porque senão ninguém conseguiria viver. Eu sou uma mulher que viaja bastante, passo o dia inteiro dentro do estúdio, então seria inviável. E é desconfortável, né? Só que mesmo assim valeria a pena. Eu gostaria (risos). Mas estou tão feliz com o anel que não tenho do que reclamar. Pelo contrário. A minha saúde está garantida e eu como de tudo o que eu quero. Só tenho que tomar água.

UOL – Mas por que você resolveu fazer a cirurgia?
Fabiana Karla –
Resolvi fazer pela minha saúde mesmo. Porque estava me sentindo ofegante, meus joelhos já estavam mal, sobrecarregados. Estava me sentindo cansada quando subia escada. E sou uma pessoa muito ativa. Viajo muito, pego avião… Nisso tudo a gente vai percebendo que a qualidade de vida não está legal. E apareceu essa cirurgia que há dois anos eu tinha sido apresentada pelo Dedé Santana. O Dedé fez e o Tony Tornado também. Só que eu não conhecia o método e tinha verdadeiro horror ao método de cirurgia no estômago porque eu sabia que não ia segurar a minha onda. Para uma pessoa que gosta de comer, como eu, seria difícil, porque eu ia comer e vomitar. Então eu acho que não era uma coisa bacana, nem psicologicamente. Não ia ser a minha história. Quando eu conheci essa técnica, eu fiquei encantada. Fui para Curitiba conversar com o doutor Lazzarotto. E ele me deixou muito confiante. Ele tem um hospital próprio, a equipe é maravilhosa, eu fiz todos os exames. Eu nunca fiz tanto exame na minha vida para fazer uma cirurgia. Tive que fazer uma série com um aparelhinho chamado respiron, que eu tinha que levantar três bolinhas, que eram os estágios. E se eu não conseguisse fazer aquilo eu não iria ser operada. Então foi tudo muito criterioso. E me passou uma super segurança. Também me deu a liberdade de comer o que eu quiser para o resto da minha vida. Eu só tenho que tomar água. E eu tenho essa dificuldade. Água para mim é muito complicado. Eu sou do tipo que segura água na boca. Mas algum preço eu tinha que pagar, né? (risos) Que seja tomar água. Eu tomo tipo um litro e meio em cada refeição quando eu como alguma coisa que realmente seja gordurosa. Mas eu já não tenho muito o hábito de comer fritura por causa da minha pele, porque eu sou muito vaidosa.

UOL – Sua alimentação sempre foi sem frituras?
Fabiana Karla –
Sempre. Mas eu também sempre gostei, gosto e vou gostar de doces e pães. Então é complicado. Eu vejo um pão doce, um pão diferente… Outro dia eu publiquei no Twitter vários tipos de pães: pão carteira, pão bolachão, pão criolo. Eu adoro, gente! Então eu tenho dificuldade nisso. Porque eu tinha o paladar muito infantil. Mas eu percebi que agora eu estou menos ávida por doces e estou segurando bem a minha onda. Também estou com mais disposição, enfim, melhorei muito a minha qualidade de vida.

UOL – Desde então você já emagreceu quantos quilos?
Fabiana Karla –
Em 45 dias eu perdi 20 quilos. E aí tem essa coisa: você escolhe com quanto você quer ficar. Você tem o controle do seu corpo. Se eu quiser ficar como eu estou vou tomar menos água. Se eu quiser emagrecer mais, eu continuo tomando um litro e meio de água em cada refeição.

UOL – Então você controla quantos quilos quer perder pela quantidade de água que ingere?
Fabiana Karla –
Isso. Falando a grosso modo, é como se você jogasse um balde de água para empurrar o alimento, para que não tenha essa absorção. Só ficam os nutrientes necessários para o corpo. O resto é desprezado.

UOL – Mas você já fazia exercício físico antes de colocar o anel?
Fabiana Karla –
Sempre fiz vôlei, basquete, essas coisas assim, porque eu nunca fui sedentária. Mas eu não tinha uma periodicidade e era mais difícil porque você fica mais preguiçosa quando está pesada…

UOL – Você passou a fazer mais exercício depois do anel, então?
Fabiana Karla –
Sim. Porque eu sempre tentei, mas não era tão prazeroso como é agora. Na época que eu fazia a peça “Gorda”, eu percebi que estava arfando no palco. Na verdade, eu comecei a ver que estava arfando no palco quando fazia o espetáculo “Decameron”, que eu subia e descia umas plataformas. Então para “Gorda” eu já procurei fazer uns exercícios, tipo alongamento, caminhada, para ver se pelo menos eu tinha uma resistência. Mas mesmo assim estava complicado.

UOL – E a sua dieta, como é?
Fabiana Karla –
Eu não tenho dieta. Não existe essa possibilidade! (risos) É claro que tem alimentos que eu tenho que prestar atenção porque modificam um pouco a flora intestinal. Então tem alguns alimentos que ainda estou me adaptando. Quando eu tomo sorvete demais, por exemplo, eu sinto que me faz um pouco mal, me deixa com um pouco de enjoo. Mas não tem nenhum alimento que eu tenha restrição. Pelo contrário. Tem alimentos como pipoca, por exemplo, que se eu comer muito fico com gases. Mas sempre fiquei. Eu não tenho restrição a nada. Mas eu sempre me preocupei com a minha pele, então por isso nunca gostei de fritura. Eu sou uma nordestina muito estranha porque eu não como mocotó, bode, essas coisas mais pesadas.

UOL – Quanto você estava pesando e quanto pesa agora?
Fabiana Karla –
Eu acabei de deixar a minha costureira lá em casa e morri de rir com ela. Eu não abro mão de costureira, porque eu invento os modelos e ela vai fazendo. Ela estava dizendo que a minha cintura era tanto e está tanto, que eu perdi não sei quanto. Nem me lembro mais as contas, mas, enfim, eu estava com 113 kg e agora eu estou com 95kg. É uma grande mudança para mim.

UOL – Qual era o tamanho do seu manequim?
Fabiana Karla –
Meu manequim era 54. Agora eu uso 48, 46, dependendo da forma.

UOL – E você tem uma meta, um peso ideal?
Fabiana Karla –
Eu pretendo chegar aos 85kg porque eu acho que eu vou ser uma mulher com um tamanho bom, que eu vou me aceitar. Não quero mudar muito as minhas medidas características porque eu não me sinto bem. E é engraçado porque eu já tive 60 kg antes de ter filho e eu não sabia lidar com isso. Sabe o que acontece? Até com 20 quilos a mais eu me sentia bonita do jeito que eu era. Hoje eu me sinto bem cheinha. Eu não tenho o perfil de mulher magra. Eu sempre brinco com isso: ‘eu sou uma mulher sabão de coco, quadradinha e cheirosa’ (risos). Não tem jeito. Eu nunca vou ter cinturinha… É do meu corpo, então eu tenho que saber lidar com as minhas formas. E hoje, com a minha idade, com a maturidade que eu tenho, eu sei lidar melhor com as minhas formas. Eu me sinto melhor. Eu olho para o espelho e fico feliz com o que eu estou vendo da forma que está hoje. Se eu ficar com 85, não vou perder as minhas características e vou estar com saúde do mesmo jeito.

UOL – Você sempre foi gordinha?
Fabiana Karla –
Sempre. E a minha família toda também. Eu costumo dizer que a galera toda é barbapapa – ninguém vai lembrar do barbapapa, são aqueles bonequinhos da Paula Saldanha (risos). A minha família tem muita tendência para engordar. É uma luta, mas eu já fui magra. Porque eu sempre joguei, fiz esporte. Até engravidar do meu primeiro filho, eu pesava 60 Kg, estourando 68 kg. E para a minha altura… Engraçado porque os pecados vão abaixando a pessoa… (risos). Eu tinha 1,68m que me diziam, quando eu jogava basquete. E agora eu constatei que eu tenho 1,64m. Fiquei passada! Mas também são só quatro centímetros, né? É a vértebra mesmo que aperta com a gordura, com os filhos… Antes de ter filho, minha maior pesagem foi 68 kg.

UOL – Você engordou muito durante as gestações?
Fabiana Karla –
Eu aumentava tipo oito quilos. Só que meus filhos são muito emendados [Fabiana é mãe de três: Beatriz, de 13 anos, Laura, de 12, e Samuel, de 11]. Quando a primeira fez um ano e seis meses eu engravidei de novo. E quando estava no resguardo da outra engravidei do terceiro. Eu tenho dois filhos que ficam quase um mês com a mesma idade. Então juntou tudo.

UOL – O que as pessoas têm te falado nas ruas depois que emagreceu?
Fabiana Karla –
Eu morro de vergonha, mas o povo na rua fala: ‘ai, tá linda! Tá ótima. Dá pra ver que você tá feliz’. E é bacana porque eu estou servindo de exemplo para outras pessoas que ainda insistem em se martirizar de certa forma. Porque eu acredito no seguinte: eu sempre digo isso, a palavra de ordem é bem estar. Você vai dormir, acorda, olha para o espelho e pensa: ‘ai, esse cabelo não tá bom hoje’. Você então vai cortar ou tingir para o seu bem estar. Então que isso sirva também para as pessoas em outras áreas da sua vida, como serviu para a minha. Até para mudar de vida, para arrumar um namorado novo, mudar de casa, para um bairro diferente, para você começar uma nova vida, você tem que estar com o seu bem estar garantido. Então foi o que eu fiz. Eu fui procurar a ajuda de algum profissional que pudesse suprir a minha necessidade de garantir o meu bem estar. Por quê? Porque às vezes a pessoa fica se martirizando: ‘ai, eu vou ser fraco se eu for atrás de um psicólogo, ou se eu for buscar uma ajuda médica. Poxa, tenho que emagrecer sofrendo! Ah, fazer cirurgia é fácil’. Não, gente! Que isso! A comida também funciona como droga para algumas pessoas. Eu digo que a droga que eu conheci quando nasci foi o açúcar (risos). Então eu acho que as pessoas têm que se tocar disso e se permitirem também. Isso é uma prova de amor a si mesmo. Quando você está mal, você tem que buscar esse bem estar. Então para isso, se você precisar de uma intervenção cirúrgica… Eu vejo o povo fazendo plástica por nada. Por que faz plástica por vaidade, não por saúde? Então por que não tira a bundinha gorda da cama e vai procurar suas melhoras? Eu estava gordinha também, mas estava felicíssima. Então é uma questão de bem estar, é algo só seu, é muito pessoal. É que nem casamento. A gente olha e fala: ‘virgem Maria, como é que aquela mulher aguenta?’. Mas só ela e o marido sabem o quanto estão felizes daquela forma.

UOL – Você acha que mudou muito fisicamente depois da cirurgia?
Fabiana Karla –
Não me descaracterizou e eu não fiquei com o aspecto de doente. É uma cirurgia que deixa hidratada, tranquila. O meu maior medo era a minha pele. Eu só ficava pensando: ‘ai, meu Deus, eu vou virar um shar pei, vou ficar horrorosa, com aquele olho caído fundo’. E eu não fiquei. Nem nos primeiros 45 dias, que é aquela quarentena mesmo que a gente faz, com restrição de alimentos, porque ainda tem aquele processo todo de adaptação. Mas nem isso. Eu sempre estava muito saudável e foi ótimo.

UOL – Mas você acha que ser gordinha é sua marca?
Fabiana Karla –
Eu acho que ficou marcado porque também eu sempre enalteci as pessoas, de gordura ou não. Eu sempre fiz apologia às diferenças. Então eu acho que ficou muito marcada essa minha questão. Mas eu nunca fiz apologia à gordura. Eu sempre chamei atenção para a questão das diferenças. De certa forma, eu fiquei estigmatizada como uma pessoa que se aceita muito bem. E isso choca um pouco as pessoas. E eu digo até hoje que eu não saí do meu corpo, eu continuo aqui: ‘alô, oi! (risos) Eu continuo aqui, gente! É a mesma pessoa.

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Eu uso calçolão, e daí?!

Por Renata Poskus Vaz

Abra a minha gaveta e verá uma coleção de calcinhas minúsculas, dessas que vc olha e pensa: “puxa, vida, como pode algo tão pequenino caber em mim?!” Mas tenho que confessar que também curto muuuito usar calcinhas grandes, principalmente quando estou com roupas muito justas ou de malha, que marcam. Uma calcinha fio dental normalmente tem a lateral mais fina e dá aquela divididinha na silhueta formando o famoso “colchão amarrado”. Veja alguns exemplos legais de calcinhas grandes:

Calcinha alta, cobre a região inferior do abdomem e também a superior. Pode ser usada alta, média ou baixa, pois o tecido é duplo e pode ser dobrado e adaptado – Daira.

Se quiser fazer o estilo “comportada/sexy”, aposte nesse modelo. Ela tem aplicações em cristais e é feita de renda e microfibra. Daira.

Esta calcinha tem cintura dupla, sustenta sem marcar. E a estampa é super fofa, mesclando xadrez com floral. Daira.

Essa é a minha calcinha preferida. Primeiro pela altura, que segura bem a barriguinha, sem cobrir completamente o umbigo. E também pela cor: lilás. A cor mais bonita do mundo. Daira.

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Para mulherões que gostam de tricotar

Por Renata Poskus Vaz

Tricotar, que antes era coisa de vovozinha hoje virou febre cult, até mesmo tendo adeptas famosérrimas como a Julia Roberts. A atriz é tão entusiasmada com a causa que até comprou os direitos do best-seller “The Friday Night Knitting Club” (“O Clube do Tricô de Sexta-feira à Noite”, em tradução livre), de Kate Jacobs, para levar a história de um grupo de amigas que se encontram em um café para a tela do cinema.

Nessa nova (ou diria velha?!) onda, surgiu o primeiro KNIT CAFE de São Paulo (e do Brasil), que fica na rua Mourato Coelho, no charmoso bairro da Vila Madalena. Trata-se de um espaço para as pessoas tricotarem, fazerem crochê, bordado, feltragem e… claro, tomar um bom café, degustarem um pão caseiro e outras guloseimas.

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Curitibanas e cariocas… Estamos chegando!

Por Renata Poskus Vaz

Como sabem, julho é nosso mês de preparação para o Fashion Weekend Plus Size. Mas já estamos organizando, também, dois Dias de Modelo Plus Size que acontecerão em Curitiba, no dia 6 de agosto e no Rio de Janeiro, no dia 27 de agosto.

Em Curitiba com o fotógrafo Willian Sieminsk e no Rio de Janeiro com Hilton Costa. Isso sem contar com nossos cabeleireiros e maquiadores e toda equipe de apoio e produção. Quem quiser participar deve fazer sua inscrição o quanto antes.

Para receber mais informações, escreva para:

blogmulherao@hotmail.com

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