Arquivo do mês: janeiro 2012

Espaço da leitora: Raquel Silva

“Não vou dizer que sempre fui bem resolvida com meu corpo, porque estaria mentindo e muito feio. Eu era uma criança magrinha, mas tive que tomar cortisona por conta de uma forte alergia que tive e aí se foram 12 kilos em 1 ano e nunca mais emagreci.

Recebi apelidos na escola e até mesmo em casa. Minha mãe sempre acima do peso e não feliz com isso, tomava remédios para emagrecer e eu com meus 15 anos achava aquilo normal e tomava também. Perdia uns quilos e voltava em dobro e assim eu fiquei até meus 18 anos onde eu vestia manequim 42 e me achava enorme. Até que um dia minha mãe vem me dizer que viu na televisão um Blog onde gordinhas lindas se reuniam para tirar fotos e melhorar a autoestima, pesquisei e achei o tal Blog Mulherão. Foi amor a primeira vista, olhei, li, ri, chorei e achei fantástico ter um lugar onde meninas com o biotipo igual e maiores queo  meu. Eram felizes ou estavam em busca da felicidade com o seu corpo, aprendendo a se amar do jeito que eram.

Um dia fuçando pela internet achei o e-mail de uma das colunistas, a que mais me fascinava e eu tinha enorme admiração, a Keka Demétrio. Depois de uns dias, tomei coragem e fui conversar com ela. Nossa, que alegria de viver! Foi mais um dos anjos que Deus colocou em minha vida. Durante a conversa, Keka me disse que eu deveria fazer o Dia de Modelo, e eu apesar do meu pânico de maquina fotográfica, pensei no assunto e com o apoio da minha mãe, tias e da minha amiga/ irmã gêmea separada Talyne, fui. Saí da baixada santista e fui pra capital com a cara, a coragem e a vergonha. kkkkkk
Cheguei la e fui recebida pela linda Renata Vaz, educada, simpática e com muita paciência me deixou super a vontade com os outros mulherões. Para a minha felicidade e segurança Keka estava lá. Foi um dia maravilhoso, divertido e com gostinho de quero mais.
Um ano depois, lá fui eu pra mais um DDM. Já não tinha tanta vergonha e a minha felicidade de estar ali entre tanta gente boa não poderia ser melhor. Sabe, hoje eu fico pensando, aos 20 anos (faço 21 agora em março, aceito presentes ta? kkk)e com meus 82 kilos, sou feliz, aprendi a me amar, a me aceitar e que o bonito é ser feliz sem julgar o próximo, celulite, estria e gordurinha não mede caráter de ninguém.

Obrigada Blog Mulherão, cada texto, cada frase, cada palavra vez uma diferença fantástica na minha vida.

Nota do Blog Mulherão: Raquel, nós é que agradecemos por ser uma leitora tão fiel e uma amiga tão querida!

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Resultado da promoção Miss Brasil Plus Size

Por Renata Poskus Vaz

Para premiar uma de minhas leitoras com isenção da inscrição do Miss Brasil Plus Size, exclui respostas repetidas e aquelas que nada tinham a ver com o tema do sorteio. A felizarda foi a que respondeu em vigésimo sexto lugar, a Carolina Incutto. (Vivaaaaa)

Ela tem 1 dia útil para responder o e-mail da organização do evento, ou sortearemos a inscrição novamente.

Parabéns, Carol!

 

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Molde e Cia Especial Tamanhos Grandes

Por Renata Poskus Vaz

Oi mulherões! Queria dividir com vocês um trabalho muito legal que fiz no fim de 2011 e que está nas bancas. Trata-se de um Especial de Tamanhos Grandes da revista Molde Cia, com a diva Fluvia Lacerda na capa. Três looks são da Loja Mulherão: o vestido estampado, a bermuda jeans e o vestido longo branco. Estou muito feliz!

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Sorteio: concorra ao título de Miss Brasil Plus Size sem pagar nada*!

Por Renata Poskus Vaz

Em 21 de janeiro, sábado, acontecerá a primeira edição do concurso Miss Brasil Plus Size, promovido por Renata Issas. Uma das leitoras do Blog Mulherão terá a oportunidade de concorrer ao título de Miss sem pagar as taxas de inscrição do evento.

Para participar basta escrever no espaço para comentários desta matéria: “quero ser Miss Plus Size”. Lembre de colocar seu nome completo e e-mail. Só serão consideradas as respostas dadas até às 23h de hoje, 12 de janeiro. Não esqueça que para concorrer ao título de Miss você deverá usar, no mínimo, manequim 46. E se morar fora da cidade de São Paulo, deverá arcar com suas despesas de hospedagem e deslocamento.

A vencedorá será avisada via e-mail até dia 13 e deverá se manifestar até dia 14, ou ocorrerá outro sorteio. Boa sorte!

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Doce e maldito sussurro no ouvido

Por Eduardo Soares

Até quanto você pode pagar? Débito ou crédito? Vai parcelar em quantas vezes? Pagamento em dinheiro ou cartão? Quanto custa com desconto? Se eu levar duas terei brinde?

Dia desses estava almoçando num shopping quando parei para ouvir um bate papo em tom de lamento entre duas senhoras: atualmente a criança mal sai do berçário e meses depois está lanchando aqui! Agi assim e hoje minha filha mais velha repete o ato com meu neto. Esse ambiente (dizia a senhora enquanto circulava a mão fechada com o dedo indicador apontado para cima) vicia. No fundo, acho que deixei minhas duas filhas mal acostumadas desde cedo, até porque alternava passeios nos parques com as idas frequentes aos shoppings. Com o tempo, criei duas consumidoras compulsivas. 

Parei de comer para analisar o desabafo daquela senhora. No fundo, a teoria fazia sentido. Sou um exemplo dessa questão de “ficar mal acostumado desde cedo”, afinal se tenho o cinema como um dos passatempos favoritos agradeço a minha coroa que encarava horas nas filas para assistir comigo a todos os filmes dos Trapalhões na década de 80. Fora as comédias com Eddie Murphy , Bud Spencer e Terence Hill ou as películas de ação que até hoje ela curte (e eu sempre ia no embalo).

De volta ao tema, encher a barriga ou o guarda roupas. Você escolhe. Quantas vezes comemos algo sem a menor fome? Fazemos isso simplesmente porque a torta é bonita (afinal, come-se com os olhos também). Impossível resistir ao pecado da gula? E aquela calça jeans (cuja etiqueta famosa a faz custar os olhos, retina, pupila e íris da cara) “pendurada” à sua frente, entre um manequim obviamente bem vestido (com a tal calça, claro) e outro não menos “fashion” que faz sua imaginação criar cenas maravilhosas e declarações do tipo: essa calça ficaria muito bem em mim! Ainda mais naquela festa que vai rolar no fim de semana! Cinco minutos depois você sai da loja com bolsas e a consciência devidamente pesadas.

Seu celular tem oito meses de uso. Os amigos desfilam com modelos tipo androide, symbian, siberiano, ciborgue, scambaulóide da vida. Sem motivo aparente (ou justificável) você começa a enjoar da cara do aparelho (comprado no Natal passado). Ah, deixa quieto, isso é bobeira – seu pensamento prefere aparecer para mostrar que a coerência seria mais forte que a inveja. No dia seguinte ao abrir sua caixa de mensagens, surgem aqueles e-mails com promoções “irrecusáveis” de compras coletivas cujo anúncio abusa na tentação: celular que tira foto em 3D, toca música extraterrestre, filma no formato raio X, frita ovo, faz suco, sugere posição do novo kama sutra, tem GPS (e ainda faz ligações) e tecnologia 8G por apenas R$ 1.299,99 ou em 10 suaves parcelas de 145,00! Danem-se os juros, promoção assim é imperdível! Click. Confirma. E é assim com a camisa, relógio, pulseira, bermuda, vestido…chega o dia 15 e a fatura do cartão de crédito vem rasgando sua carne para depois colocar sal na ferida: 800, 900 ,1.000 reais só com peripécias não planejadas como a compra do celular faz-tudo. Se você for solteira, a facada dói menos…

Juro, nunca entendi a fixação feminina por bolsas e sapatos. Parecem objetos de veneração hipnótica, do tipo “quanto mais se compra, mais poder a mulher possui”. É como se uma nova bolsa modelasse um novo chacra, sei lá. O despertar para realidade (quando) acontece vem de forma alarmante: você se dá conta que a quantidade de bolsas entocadas no armário é tamanha que o espaço restante não cabe uma calcinha sequer. Aí vem outro momento crítico: é preciso separar as peças que serão eliminadas. Nessas horas, tem gente que chora e tudo, como se estivesse dando adeus a um parente. Quantas vezes você usou aquela linda camisa comprada no impulso? Cá pra nós, sua grife favorita oferece (além do preço salgado) produtos de qualidade ou você compra apenas por causa da aparência? Por falar nisso, lembrei daquele velho e ultrapassado slogan do refrigerante. Imagem não é nada, sede é tudo. Atualmente, para saciar sua sede de consumo, imagem é tudo.

Foi-se o tempo em que as marcas tratavam as crianças apenas como pequenos e inocentes seres amáveis. Hoje, qualquer produto destinado ao público infantil enxerga neles pequenos-grandes consumidores com potencial indócil. Para os adolescentes e adultos, os comerciais/outdoors/banners/anúncios são tentadores, audaciosos, passam a imagem (ou tentam convencer o espectador/leitor) do poder absoluto a qualquer custo: você pode comprar, você ficará na moda, você será bem visto, você será o diferencial na festa ou no trabalho, você será o centro das atenções por onde passar, você nasceu pra ser destaque, você não tem limites, você nasceu para impressionar. Numa boa, não serviria para ser vendedor. No primeiro indicio de descontrole, eu abordaria o consumidor com alguns questionamentos: o que bolso lhe permite ter? Até quando você pode pagar pelo consumo D-E-S-N-E-C-E-S-S-Á-R-I-O? Quanto vale seu impulso? Qual é o preço do seu controle? Qual é a importância da compra pra você? E quando a compra acontece em excesso, o ato mostra o que você é ou quem gostaria de ser (e não pode)?

Deve existir uma voz que ecoa na cabeça do consumidor compulsivo com várias frases de incentivo: não olhe para a carteira; gaste só um pouquinho do dinheirinho guardado na conta corrente (amanhã o pedido se repete); ignore as faturas atuais (e não quitadas); os juros são baixos; compre aquela casa maravilhosa; o carro tem três anos de uso, troque-o (vem o doce e maldito sussurro no ouvido: você vai se apertar, mas tem jeito pra tudo); compre a TV de 152 polegadas; ou aquele aparelho de som gigantesco; coma com os olhos, depois você começa a dieta (amanhã o pedido se repete); compre o celular do momento (aquele que você não precisará acessar 80% das funções), entupa o guarda roupas, vai que alguém compre aquelas peças (vem o doce e maldito sussurro no ouvido: você vai se apertar, mas tem jeito pra tudo)…

Ainda bem que arrependimento não mata.

Ainda.

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Faça seu book em São Paulo – 28 de janeiro

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Apesar de…

Por Keka Demétrio

Passamos a vida em busca de amor, de sermos amados e dar amor. Desde o ventre de nossas mães que este sentimento é tão importante para nossa formação emocional. Bebês amados se tornam crianças mais seguras, adolescente e por fim adultos. O amor é a base da nossa vida. É fato. E amar é sempre bom. O grande problema é a forma como amamos.

A primeira coisa que um homem olha em uma mulher é o corpo. Homens são visuais, e não há nada que possamos fazer para mudar isto, só o tempo. Sim, porque com o tempo, com a maturidade, eles passam a dar valor a coisas muito mais importantes do que um corpo com tudo em cima. O que precisa estar em cima para eles são outros atributos e principalmente a nossa inteligência emocional.

A grande questão é que amamos pela parte mais fácil, amamos “por causa de”.  Ama-se pelo físico do outro, pelas qualidades que o outro apresenta, pela disposição da fé, da alegria e pelo o que ele representa dentro dos seus sonhos de vida feliz. Amamos quando acreditamos que o outro preenche nossos anseios, já que projetamos nele o que gostaríamos e se ele completar os requisitos passamos a amar. Este é o amor “por causa de”. Se você perguntar para qualquer casal porque um ama o outro, todos vão citar as qualidades do parceiro. Se amarmos só pelas qualidades estamos amando pela metade e todo mundo merece amar e ser amado por inteiro.

A parte mais importante do amor é quando se ama “apesar de”. É o “apesar de” que faz a diferença. Que faz você querer ter aquela pessoa todos os dias. È o “apesar de” que faz com que você cresça junto com quem escolheu amar. Ninguém cresce sem precisar ultrapassar barreiras. É preciso desenvolver a tolerância, a compreensão, o diálogo, rever atitudes e adequá-las a vida a dois. E um dos responsáveis por este crescimento como ser humano e como casal são os “apesares de”. É o “apesar de” que fortalece as relações.

Quem deixa de amar por questões físicas, não ama por inteiro. A importância de alguém que esteve ao seu lado não pode ser mensurada assim, seria falta de respeito e a evidência de um homem cujo caráter é duvidoso. Só deixamos de amar de verdade quando passamos a não querer mais conviver com os “apesares de” do outro e isto é muito mais profundo do que imaginamos.

Então ame. Ame por causa dos olhos lindos dele, da segurança que ele te oferece, do incentivo que ele te dá. Ame pelos beijos e pelo sexo. Ame pela pele macia, pelos cabelos sedosos, pela gargalhada contagiante. Ame por causa da emoção que te invade quando ele te liga. Ame porque ele te escuta, te aconselha e te critica. Ame porque ele conhece os desejos do seu coração. Mas ame também apesar dele nunca reparar que você cortou os cabelos para ficar mais bonita, mas que conhecendo os desejos do seu coração ele conhece o seu interior, e qualquer mudança benéfica neste sentido será percebida e celebrada por ele. Ame apesar de algumas vezes ele ter certas atitudes que te entristeça, somos humanos e não dá para acertar sempre. Ame apesar dele às vezes ser ríspido, você talvez não saiba como foi o seu dia e homens geralmente não comentam sobre. Ame apesar de ele ter acordado chato, mal humorado e nem disse que você estava linda descabelada, nem mesmo você se acha a cereja do bolo todos os dias.

Só quem ama ou amou entenderá que em tudo não se trata do por que, mas sim para que Deus faz e fez as coisas assim. Portanto, ame, simplesmente ame. Por todos os “por causa de” e principalmente dos “apesares de”.

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Dica Daira da semana: conjunto de lingerie com costas nadador

Por Renata Poskus Vaz

A Dica Daira desta semana traz um conjunto muito bonito e sensual de lingerie plus size da Daira. O sutiã tem costas nadador, em renda. E a calcinha tem uma espécie de sainha sobreposta em renda. Uma graça! O conjunto sai por R$85 e você pode comprar as peças separadas, se quiser.

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Fofocar ajuda a controlar o stress e a ansiedade

Matéria de Lidiane Fillus, gentilmente roubada do site TodaEla

“Um hábito considerado por muitos como tipicamente feminino e condenado pela maioria das pessoas deixou de ser vilão. Especialistas comprovaram que fofocar faz bem à saúde, pois auxilia o controle do stress e da ansiedade.

De acordo com a pesquisa realizada pela British Psychologycal Society, falar da vida alheia faz com que o corpo libere hormônios positivos, como a serotonina, que aumentam os níveis de bem-estar no organismo, deixando a pessoa mais relaxada e feliz. O efeito seria o mesmo que nós sentimos após ingerir chocolate ou praticar exercícios físicos – mas sem as calorias extras ou a necessidade de levantar da cadeira.

Para o psicólogo Colin Gill, que ajudou a desenvolver o estudo, ao fofocar, as pessoas depositam o interesse no que o outro tem a dizer. E assim surgem os laços de amizade e empatia, que são benéficos para o indivíduo. Além disso, a fofoca ajuda a identificar quais comportamentos são aceitos na sociedade, já que envolve julgamento.

A pesquisa indica ainda que as mulheres são realmente as mais propensas a desfrutar dos benefícios da fofoca: 85% das entrevistas afirmaram que consideram muito difícil guardar um segredo. Por isso, em vez de negar que estava falando da vida alheia, aproveite para relaxar.”

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Casting Fashion Weekend Plus Size

Por Renata Poskus Vaz

Olá, mulherões!  As inscrições para o casting do Fashion Weekend Plus Size já estão abertas. Para participar é necessário ter no mínimo 1,65m e usar entre manequim 44 a 50. Envie para casting@fwps.com.br 2 fotos profissionais com fundo infinito branco (uma de rosto e uma de corpo) até o dia 12 de janeiro, com suas medidas (altura, busto, cintura e quadril) e telefones.  As pré-selecionadas serão avisadas via e-mail e deverão comparecer no casting presencial no dia 14 ou dia 16 de janeiro. O local do casting será divulgado apenas às pré-aprovadas.

Inscreva-se!

Boa sorte!

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