Arquivo do mês: outubro 2012

Mulherão Loosho: Juliana Nogueira

Por Renata Poskus Vaz

Juliana Nogueira participou do último Dia de Modelo Plus Size realizado em São Paulo, em 29 de setembro.  Para as fotos, ela, que usa manequim 50/52 usou looks da Etiketa Plus Size. Juliana é paulistana, tem 30 anos e mora no tradicional bairro Aclimação. Rapazes, controlem a empolgação, porque ela é casada! Juliana, além de trabalhar no ramo da hotelaria também é quituteira e faz um cup cake salgado, já saborearam alguma vez?. Visitem o site das delícias da Ju: jujuquitutes.com.br.

Dia de Modelo: direção Renata Poskus Vaz/ Produção de moda: Etiketa Plus Size e Alinne Rosa Labate/ make: Jovy Sierascky e Valéria Porto/ Cabelo: David Kapper/ Foto: Katia Ricomini/ Assistente de fotografia: Pamela Kahn/ Informações sobre Dia de Modelo: blogmulherao@hotmail.com

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Encontrinho de beleza (é de graça!)

Por Renata Poskus Vaz

Olá, meninas! A loja Etiketa Plus Size está organizando uma tarde de beleza no próximo sábado. E o melhor de tudo é que não paga nada para participar. Aproveitem e participem!

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Desafio Mulherão: “Sou gordinha e amo um magrinho”

Por Renata Poskus Vaz

Ontem recebi um e-mail longuíssimo de uma leitora, pedindo ajuda para resolver um conflito pessoal. Ela, gordinha e reclusa em casa por vergonha do próprio peso, conheceu um rapaz há mais de um ano pela internet. Sente-se apaixonada, mas tem medo da reação dele quando a conhecer pessoalmente. Segundo a leitora, ele só a viu por fotos de rosto e também se diz apaixonado e nem sabe que ela é gorda. Essa é a história resumida.

Eu fiquei um pouco assustada porque a leitora realmente se mostrou desesperada. Porém, eu pouco poderia ajudá-la com conselhos. Palavras podem entrar por um ouvido e sair pelo outro se não mostrarmos na prática que é possível ser feliz e realizada no campo afetivo, mesmo sendo gorda. Para ajudá-la neste primeiro encontro recorri ao socorro de outras leitoras. Solicitei no Fcebook que elas contassem como conheceram  e conquistaram seus maridos magrinhos. Nada como ver belos exemplos, histórias de amor que deram certo, independente do peso, não é?  Espero que sirva de inspiração!

Jobi Feschyll – ” o ex terminou comigo porque eu estava gorda, mas meu marido atual me ama como eu sou”

“Conheci meu marido Benhur por intermédio de um amigo em comum. Começamos a conversar pelo MSN e não tínhamos interesse um no outro desde o início. Na época, eu tinha recém-saído de um relacionamento cujo meu ex não aceitava gordinha. Com o tempo, eu e Benhur percebemos cada vez mais que tínhamos muito em comum e mesmo o que tínhamos de diferente completavam  um ao outro. Ele sempre soube que eu era gorda, nunca escondi dele nem em fotos, nem na webcam, em nada. Num belo final de semana chuvoso, ele foi para a minha cidade para nos conhecermos pessoalmente e logo começamos a namorar. Nos casamos dia 04/12/2011 e estamos juntos até então. Ele é magrinho e nem por isso não o amo. Sou gorda, mais ainda do que quando nos conhecemos, e nem por isso ele deixou de me amar, ou seja, não importa ser magra, “corpão malhado”, que seja! O importante é como você é de verdade!”

Kelly Medeiros – “eu pego, mas não me apego”

” Tenho 23 anos e meu namorado Leonel Silva tem 28 anos. Somos vizinhos e eu ficava olhando ele do outro lado da rua. Na época, ele tinha 23 anos e era solteiro. Eu sempre dizia para mim mesma a frase: ‘Eu pego mais não me apego’. Ele sempre me achou atraente até que um dia ele entrou na academia que eu treinava e nos conhecemos melhor. Namoramos há 6 anos e lembro de uma história que ele contou uma vez que também conversou com uma menina na internet e ela disse que pesava 70 quilos e ele não ficou com ela. Eu tenho 95 quilos e ele me ama muito!! Somos felizes e o fato de ser gordinha nunca empatou a nossa vida em nada. Tenho certeza que o problema não são os quilos a mais e sim a confiança que passamos para o parceiro. Hoje me sinto mais confiante, atraente e muito mais feliz pesando 95 quilos. “

Larissa Bovolin – “eu pensava que ele estava olhando para minhas amigas magras”

“Conheci o Junio no dia do meu aniversário de 15 anos. Eu já era gordinha e ele magro. Na ocasião, comemorava com minhas amigas em um parque de diversões no Interior de São Paulo, quando Junio passou e ficou me olhando, embora eu tivesse pensado que ele estava olhando para minhas amigas magras. Depois, ele se aproximou com sua moto e perguntou se eu tinha namorado, pediu meu telefone e ainda me deu um beijo na boca de despedida. Ele me ligou logo no dia seguinte, começamos a namorar. Muitas pessoas olhavam com estranhamento o Junio magro comigo gorda. Sou filha caçula e o Junio é 10 anos mais velho do que eu. Meu pai sentiu ciúmes e chegamos até mesmo a nos encontrar às escondidas. Estamos juntos há 7 Anos, 6 meses e 16 dias. Estamos casados há 8 meses e ele até ficou mais gordinho. Somos felizes e só posso dizer que não temos que ter vergonha de nossa aparência, o que importa é o amor que um sente pelo outro.”

Ada Cristina -” no primeiro encontro escolhi uma roupa que valorizava as minhas curvas”

“A minha história começou em janeiro de 2011, quando conheci o meu marido através de uma rede de relacionamento. Ele, atleta, praticante do ciclismo, magrinho. Eu, gordinha, sedentária, a preguiça em pessoa! No primeiro encontro fui bem bonita, com um vestido que realçava as minhas curvas protuberantes, apesar de já ter contado sobre o meu físico,não queria assustá-lo. Tudo correu bem, até que ele resolveu me apresentar à família, após três meses de namoro. Eles me trataram bem, apesar de ouvir algumas coisas sobre saúde, comidas naturais, mas preferi curtir o momento. Em julho, ele pediu a minha mão em casamento e em dezembro, dia do meu aniversário, nos casamos e estamos juntos até hoje. Ele nunca pediu para que eu mudasse. Só fiquei sabendo um pouco da resistência de seus pais após estarmos casados há três meses e hoje eles estão super felizes comigo, com a forma que eu trato o meu marido. Eu o amo demais. O que realmente vale não é o lado de fora, mas sim, o que temos dentro de nós: caráter, amor, respeito, honestidade… isso vale muito mais que os quilos a mais que tenho.”

Tatiana Almeida – “Ele largou a uma magrinha para namorar comigo”

“Namoro há 4 anos e moramos juntos há 1. Quando conheci o Odair ele namorava com uma moça magra, mas depois de um mês ele terminou aquele relacionamento e começou a namorar comigo. Ele conta até hoje que se apaixonou pelas minhas curvas e que foi amor à primeira vista. Ele é magro e sempre coloca apelidinhos carinhosos em mim como “gordinha fofuxinha da minha vida” e assim vamos levando a nossa vida felizes. Não me importo de ser gordinha, tem muita gente por aí que está em forma, mas não tem conteúdo.”

Evelyn – “meu namorado magrinho é fanático por gordinhas”

“Meu namorado é fanático por gordinhas. Bom, por eu ter dito que ele é fanático por gordinhas, vocês devem ter imaginado que ele é um gordinho, fofinho, tudo de bonitinho. Ele é fofinho e muito bonitinho, mas está bem longe de ser gordinho. Ele é muito, muito – repetindo –  muito magro! E quer saber de uma coisa? Eu amo o fato dele ser magrinho. Literalmente não atrapalha em nada. Sei lá, acho sexy clavículas e ele tem uma que… Nossa!!! E eu adoro sentir as costas dele,  que não são largas, até porque eu não gosto de costas largas. Parece coisa de louca, mas eu gosto! E ele não é meu primeiro namorado magricelo (apelido carinhoso. Nada contra, adoro vocês mesmo). Se eu pudesse dar um conselho para a leitora que está com medo de se encontrar com o rapaz magrinho, saiba que todo magrinho adora uma gordinha. Aliás, todo magrinho só não, a maioria dos homens que sabem o que é bom preferem as gordinhas. Somos boas, bonitas, gostosas, graciosas, notáveis, e todas nós temos muito, muito amor pra dar.”

Thais Guinatti – ” Não damos a mínima para o preconceito das pessoas”

“Sou casada há 5 anos com o Técio. Nosso romance começou com uma forte amizade. O Técio é bem mais magro que eu, de quebra, mais baixo, e 3 anos mais jovem. Tinha medo de que eu não fosse a pessoa ideal para ele. Além dessas coisas , eu ainda era mãe solteira na época. Minha filha tinha apenas 1 aninho quando nos conhecemos. Mas o amor tem dessas coisas, não é ? Aos poucos fomos nos envolvendo, até o dia em que ele tomou coragem e, por telefone, disse tudo o que sentia por mim. Como éramos amigos há muito tempo, já nos conhecíamos muito bem, decidimos nos casar. Em três meses estávamos oficializando nossa união. Ele assumiu minha filha e, hoje, ela o chama de papai e as fotos podem mostrar: ela se parece mais com ele do que comigo! O Técio é muito gentil, e sempre faz questão de dizer que me acha linda. Ele ama as minhas “curvas” e sinto que ele é sincero. Ele me chama de mMinha modelo plus size” … Fico toda orgulhosa! É verdade que por onde passamos chamamos a atenção. Mas não damos a mínima importância para o preconceito das pessoas. Nosso amor não está onde as pessoas procuram e podem enxergar. Nosso amor não é casca deteriorável. Nosso amor é de coração… E isso a nossa felicidade pode mostrar !”

Flávia Telles: “tinha medo que ele ficasse reparando nas minhas estrias e celulites”

“Namoro um magrinho há 3 anos. Quando o conheci fiquei um pouco incomodada e receosa achando que ele ia fosse prestar atenção nas minhas celulites e gordurinhas. Mas depois que comecei a conhecê-lo bem, percebi que ele me achava linda gordinha. Já ouvi ele falando com os amigos dele que nunca gostou de mulher magrinha. Hoje estamos muito felizes. Ele engordou um pouquinho depois que comecei a cozinhar pra ele, mas ainda continua magrinho.”

Thalita Martins – ” A gente tem que primeiro se namorar, se amar, e os outros, naturalmente, o farão.”

Tenho 25 anos, 1,53m e 98kg. Há 1 ano e 9 meses conheci meu atual namorado pelo Facebook – temos um amigo em comum que “sugeriu” que formaríamos um bom par – e marcamos nosso encontro meio às escuras, já que a foto dele era minúscula e a minha era só do meu olho. Nos encontramos, conversamos, nos beijamos e nunca mais nos separamos. No início fique griladíssima, pensando que ele era bonito demais pra mim, que ele tava passando tempo comigo, que meu peso era um incômodo pra ele. Na verdade, meu peso era incômodo pra mim, o problema era comigo e minha autoestima que havia sido mais que rebaixada pelo último namorado. Ele me mostrou que não havia nada de errado em ser quem eu era, ele me valorizou exatamente como eu sou. Aliás, me chama de “gostosa” e outras coisas impublicáveis, hahaha. Ele aprecia minhas curvas e todo o conteúdo que as preenche. Ele me ensinou a me valorizar e eu sou eternamente grata. Por ter me ensinado a me amar, por ter me amado quando eu mesmo não sabia fazê-lo é que eu o amo ainda mais. É isso. Não há problema em namorar um magrinho, um gordinho, um altinho, um baixinho. A gente tem que primeiro se namorar, se amar, e os outros, naturalmente, o farão.”

Virginia Figueiredo: “somos a prova dos opostos que se atraem”

Eu e o Dri nos conhecemos no trabalho e nos tornamos amigos. Eu estava naquela fase do “se achar, se jogar, sair, dançar, beijar”. “Após atitudes mimadas de minha parte paramos de nos falar por longos 6 meses. Chega o jantar de confraternização da empresa e quem me dá carona? O Dri, todo educado! Eis que os dias se passam e muitos torpedos rolaram, conversávamos e eu, “acelerada como sou” o convidei para um cinema e no dia 08/03/2006. Começamos nossos passos juntos, somos a prova dos opostos que se atraem: ele magro x eu gordinha, ele ciclista x eu sedentária, ele saudável x eu só como porcaria, ele caseiro x eu baladeira… E ainda com todas as diferenças, ele não me desrespeita pela forma que sou, ainda me acha bonita, até onde eu sei, hahaha, mas pega no pé para eu me manter em dia com a saúde. Hoje, tenho o orgulho de ter encontrado o meu amor, meu marido, aquele que da uma paz só de estar por perto, que me faz querer ser uma pessoa melhor, que cuida de mim, que me ama e que me faz tão feliz… E assim foi, é e se Deus permitir, será ao longo dessa nossa vida aqui!”

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Estilo e Conforto

por Litha Bacchi 
Não sei como está o calor aí no Brasil, mas se porventura em algum lugar ainda tenha um ventinho, esse look é bastante legal e total confort! Vestidinho de malha, legging, sapatilha, só coisinha delícia de se usar! =) O toque de estilo ficou por conta da echarpe

Dia de preguicinha em estilo 😉

(a foto foi retirada do blog DIY Fatshion)

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Cuidado com a nova moda das roupas transparentes

Por Renata Poskus Vaz

Nas últimas semanas me deparei com matérias sobre uma série de celebridades usando roupas transparentes na região das pernas e bumbum. Não sei como essa onda começou e tentei até mesmo descobrir o estilista que lançou essa péssima tendência na passarela e que serviu de inspiração quase demoníaca para as demais marcas que colocaram essa coisa horrenda nas prateleiras.  Não descobri a origem do mal. Juro.

Vocês sabem que não sou muito de dar opinião sobre o que os outros optam vestir. Prefiro falar sobre o que fica bem em mim ou não, ou dar sugestões que acho bacanas para as minhas leitoras. Afinal, o que é feio para mim pode ser belo para os outros. Porém, eu não podia correr o risco de ver alguma gordinha reproduzindo o modelito de pagar bundinha por aí. Não é elegante, nem sensual. É pior do que roupa de funkeira, atravessando qualquer barreira da vulgaridade aceitável. Meninas, jamais usem isso!

Amanhã estréia a novela  “Salve Jorge”, na TV Globo. A protagonista Nanda Costa investiu no modelito de pagar bundinha. Veja só:

Isso não é ser extravagante. É ser esculhambante!

Outra que se atrapalhou no modelito foi a cantora Paula Fernandes que já comete diversos deslizes na composição de seus figurinos habitualmente. Não vejo problema do que ela usa no palco. Palco é lugar para show (se bem que eu acho que roupa transparente de nada combina com as músicas românticas que ela canta), porém, circular por aí com o bumbum de fora, não rola. Diva que é diva não mostra a calcinha. E tenho dito!

Calma, ainda não acabou. A atriz Lea Michele também saiu quase-pelada em um super evento que reunia diversas estrelas e imprensa:

Acho que vocês já devem ter entendido o quanto inadequado é usar uma roupa dessas em qualquer ocasião. Então, meninas, não arrisquem!

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Novidades na Loja Mulherão: 6 vezes sem juros

Meninas, tem novidades na Loja Mulherão. Todo o site, sem limite mínimo de compra, está em 6 vezes sem juros.

Camisa de crepe com botões dourados

Vestido mullet frente única

Miniveste estampada

Vestido manga morcego

Shorts e bermudinhas plus size

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Lançamento de coleção na Three Seeven

 

Olha só que bacana! Neste sábado vou encontrar minhas amigas na Three Seven para conferir os lançamentos da marca. Não se preocupem porque vamos tirar muitas fotos e depois mostrar  aqui para vocês. É a primeira vez que visito essa loja e vou aproveitar para fazer umas comprinhas para revender na Loja Mulherão. 🙂

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MAGROFOBIA

Há apenas uma coisa que me assusta mais do que o preconceito. É o preconceito cometido por aqueles que também já foram vítimas de preconceito. Você passa a vida inteira sendo ofendida por ser gorda e no dia em que recupera sua autoestima passa a discriminar aqueles que são diferentes de você. Confuso? Calma que eu vou explicar.

Preconceito contra as magras

Vira e mexe vejo mulheres gordas compartilhando imagens de magras no Facebook com dizeres que discriminam aquelas de silhueta menor. As frases variam pouco, quase sempre se restringem a: “quem gosta de osso é cachorro” ou “isso não é bonito (magreza), isso sim é bonito (sobrepeso)”. Fico me perguntando que mal fizeram as magras de nascença ou aquelas que emagreceram por algum problema. Assim como ninguém é obrigado a achar gorda bonita, ninguém é obrigado a gostar do corpo magro. Mas ficar aí disseminando ódio não rola. Como uma mulher que por tanto tempo sofreu discriminação por causa do seu excesso de peso pode esquecer que por trás daquela figura magra existe um ser humano, com sentimentos?

Se existe gordofobia, existe magrofobia, sim. O desafio está em ser feliz, ter autoestima sem precisar desqualificar ninguém por causa da sua silhueta. Esse preconceito também rola com as amigas que emagrecem, seja por cirurgia ou por opção. Enquanto é gorda é super bem aceita no grupo das amigas gordinhas. Ficou magra, já era. É banida ou recriminada por ter abandonado a “causa”. Talvez seja insegurança das magrofóbicas e não um desprezo verdadeiro. Mesmo assim, deve ser combatido.

Não consegui aquele emprego porque sou gorda!

Outro aspecto importante a se destacar é no que se diz respeito ao mercado de trabalho. Eu sempre fiquei muito com o pé atrás com os processos seletivos realizados por intermédio de empresas de recrutamento. Isso porque fica muito difícil, para mim, leiga, entender como uma pessoa que não trabalha na empresa que ofertou a vaga, seja capaz de decidir quais candidatos são ou não aptos para aquela vaga. Como julgar se as informações naquele currículo são ou não consistentes ou relevantes?

Todavia, já vi dezenas de pessoas gordas conseguindo emprego e tendo passado por dinâmicas e seletivas de empresas de recrutamento. Inclusive, tenho leitoras e amigas próximas que são gordas, muito bem resolvidas e com excelentes empregos e salários, exercendo, inclusive, cargos de chefia. Tendo isso em vista, como alegar que gordas não conseguem empregos por serem gordas? Sim, claro que isso deva ocorrer, pois os selecionadores são humanos e como quaisquer humanos, mesmo diante do exercício de suas atividades profissionais, podem discriminar um candidato feio, baixo, gordo, negro… Isso acontece. Mas não é regra! Portanto, não é desculpa ficar eternamente desempregada usando como argumento que selecionadores magros jamais a aprovariam.

Reavalie, inclusive, o seu currículo. Pessoas que conquistam vagas pelas quais você também pleiteou, podiam ser mais preparadas, já pensou nisso? Não desista!

Gente, ser gorda não é uma causa, uma bandeira e nem um estilo de vida. Ser gorda é uma condição física que pode mudar. Você tanto pode emagrecer, como também pode engordar mais 100 Kg e o desafio está em manter a sua essência, o seu caráter, sem se colocar eternamente na condição de vítima, sem menosprezar ou atacar aqueles diferentes de você.

 Ele só gosta de magra!

 Acusar um homem de preconceituoso ou gordofóbico por só gostar de mulheres magras é um exagero sem tamanho. Se o homem não faz nenhuma referência pejorativa às mulheres gordas, apenas diz que prefere magrinhas, que é louco por mulheres miúdas, ele não está sendo deselegante, apenas está manifestando uma preferência. Da mesma forma que elegemos o “muso” de nossas vidas, com características que admiramos e que variam de pessoa para pessoa, porque exigir que todo homem sinta atração sexual por você? Ninguém é obrigado a gostar de mulher gorda. Mas, felizmente, muitos adoram mulheres voluptuosas, repletas de curvas, como nós.

Então, se você se apaixonou por um homem que só gosta de magra, não adianta lutar contra isso. Você tem duas opções. Ou emagrece para tentar alguma chance de conquistá-lo ou viva como é, porque certamente um dia alguém vai valorizar cada curvinha que você tem.

 Segue, abaixo, um texto bacana sobre magrofobia:

Got sin? Gordas x magras

 

 

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Confecções Plus Size e profissionais de beleza participem do Mulherão Makeover

Por Renata Poskus Vaz

Olá! Hoje meu papo não é com nossas leitoras queridas, mas com você que tem uma confecção plus size, uma empresa de cosméticos, uma loja de sapatos ou um salão de beleza.

Ainda este ano, quero colocar em prática um plano antigo, o de premiar uma de nossas leitoras com uma transformação completa. Ela vai ganhar corte de cabelo,  vai fazer a sobrancelha, depilação, maquiagem, vai ganhar roupas e sapatos, além de lingeries adequadas. A transformação será radical. Porém, só será possível com a sua ajuda.  E é claro que vamos divulgar todas as marcas participantes aqui.

Faça parte desse projeto! Entre em contato com blogmulherao@hotmail.com ou por meio do telefone: (11) 96459-9514

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Vestidos pretos de festa para gordinhas

Por Renata Poskus Vaz

Olá, mulherões! Hoje estava pensando nas dezenas de vezes em que sugeri que vocês não se limitassem a usar roupas na cor preta. Queria estimulá-las a ousar em looks coloridos e estampados, que na fase deprê vocês certamente não usaram com medo dos quilos extras ficarem mais evidenciados, não é mesmo?

Porém, embora ache tudo de bom.com.br gordinhas em looks com cores vibrantes, não quer dizer que desaprove os vestidos pretos. Muito pelo contrário. Eles são lindos, elegantes e uma excelente opção. Separei alguns modelos bem bacana que encontrei pela internet. Inspire-se!

À esq. o vestido de renda preta usado por Fluvia Lacerda pode ser usado com o forro claro ou preto. À esq. um modelo tomara que caia. Repare que a parte do busto é maior para sustentar bem o busto e segurar aquelas gordurinhas abaixo da axila. O cinto ajudou a deixar a cintura mais fina.

Este modelo da esq. é mais uma opção para quem não quer o pretinho básico tão básico assim. A renda no busto dá uma valorizada no look. Preste atenção neste tipo de decote, que é excelente para as gordinhas. Chama-se decote quadrado, ou decote reto. Sustenta o busto e valoriza o colo. O modelo da direita, com fenda, deve ser usado apenas por mulherões que tenham muito estilo. A fenda é extremamente sexy e pode te deixar desconfortável para dançar ou até mesmo quando estiver sentada.

À esq. o modelo com decote em V valoriza o colo. Mas cuidado com os exageros! Decote muito profundo fica vulgar. À direita, mais um exemplar de modelo tomara que caia. Lembre-se sempre de escolher um modelo que te deixe segura. Não há nada mais feio do que ficar segurando ou subindo o vestido.

Vestidos com meia manga podem ser usados em qualquer estação e, além disso, ajudam a disfarçar braços gordinhos (caso você não se sinta confortável de expô-los).

Vestidos com saia lápis, essas que são bem grudadinhas, ficam bem em corpos ampulheta, com pouca barriga.

Esses dois vestidos são estilo cachecouer, um com amarração ao lado e outro com um franzidinho preso com botões ao lado. Os dois são lindos, por valorizar o colo e disfarçar a barriguinha. Nas fotos, eles estão apresentados como sugestão para uma executiva de sucesso, mas também podem ser usados a noite.

Gostaram dos modelos, garotas?

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