Arquivo do mês: setembro 2013

Confira o ensaio da Carol Domiciano no Dia de Modelo Plus Size

Por Renata Poskus Vaz

Sabadão lindo merece que um mulherão lindo ilustre a página do nosso Blog. As fotos abaixo, de Carol Domiciano, foram feitas no último Dia de Modelo Plus Size promovido pelo Blog Mulherão. Vejam o ensaio:

carol 1

 

Carol 2

 

Carol 4

 

Carol 3

 

Carol 5

 

Carol 6

 

Carol arrasou no carão e nos looks. As roupas são dela mesma, incluindo essa sainha jeans mara que ela comprou na Loja Mulherão. A Carol Santos, nossa produtora de moda, deu uma ajudinha na composição dos looks. Os calçados são da Passarela. O make e cabelo foram feitos por nossa equipe de beleza composta por Rita Carreira, Jovy Sierasck e Pam Archanjo. As fotos são de Kátia Ricomini, a fotógrafa do Dia de Modelo Plus Size.

Para participar do Dia de Modelo que acontece no próximo dia 29 de setembro, domingo, inscreva-se no blogmulheraosp@hotmail.com

dia de modelo setembro 2

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Que tal um cabelo vermelho?

Por Dani Marini

Acho que em todos os posts que fiz até agora no Mulherão recebi comentários elogiando a cor dos meus cabelos (suas lindas!). Por isso, resolvi fazer esse post para quem tem curiosidade ou quer tentar virar ruiva de farmácia. Como pinto os cabelos há muuuito tempo desse tom, vou falar sobre três variações, que são as que mais uso.

Antes de começar

– Não sou cabeleireira profissional e nem estou sugerindo que vocês façam o processo sozinhas, a intenção é dividir minhas experiências pessoais;

– Tenha paciência. Para alguns tipos de cabelo são necessárias duas ou mais aplicações para se chegar no tom procurado;

– O vermelho desbota muito e dá um trabalho, mas vale muito a pena;

– Apesar de desbotar bastante, é muito difícil de trocar de cor. Pense bem antes de aplicar!

Vamos lá!

Bom, meu cabelo é castanho, mas não muito escuro. Por pintar há mais de dez anos, ele já está ‘acostumado’ e a cor pega com mais facilidade. Mas não costumo descolorir, até porque meu cabelo fica detonado. Uma vez deixei loiro nas pontas e me arrependi, ele caiu e ficou sem vida… o mocinho é muito fino para esse processo tão agressivo. Então conheça seu cabelo antes de fazer qualquer coisa 🙂 Uso três variações de tom: vermelho acetinado, o magenta e um alaranjado.

Vermelho acetinado

Esse é o mais fácil de todos: aplico o conteúdo de duas embalagens de tintura L’Oréal (porque meu cabelo é longo) na cor vermelho acetinado (666), em casa mesmo. Para meu cabelo é a tintura que menos danifica e fica com um brilho dos deuses.

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Magenta

Quando o cabelo desbotou um pouco e estou com vontade de mudar, faço um truque para deixar o cabelo mais rosado. Uso uma pequena quantidade da tinta Magenta da Alfaparf misturada em creme branco para hidratação e passo no cabelo todo. Além de tratar e ter o melhor cheiro do mundo, deixa a cor linda. Só não uso mais por que a Jeans Color é uma tintura fantasia e dura no máááximo 15 dias, além de fazer muita sujeira, manchar o banheiro, as toalhas… rs

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Vermelho alaranjado com luzes

Esse é o que estou usando atualmente. Como o outro vermelho é mais escuro, fiz luzes no salão  para deixar ele mais clarinho e a cabeleireira aplicou um vermelho intenso, que fica mais alaranjado. Amei o resultado também, mas como falei acima, a descoloração das luzes ressecou bastante, por isso intensifiquei o tratamento e hidratação.

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Espero que tenham gostado. Se tiverem mais dúvidas podem perguntar por aqui ou no nosso facebook (curte aí!). Beijos 🙂

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Amanhã estaremos no Hoje em Dia da Rede Record

Amanhã, estaremos no programa Hoje em Dia da Rede Record com uma pauta de moda plus size. Assistam!

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Anotem na agenda: Bazar Plus Size em São Paulo

Por Renata Poskus Vaz

No Bazar Plus Size do Blog Mulherão você encontrará biquinis, lingeries, vestidos, jeans e muitas outras peças plus size de diversas marcas com preços bem pequenininhos. Este é nosso segundo bazar. O primeiro aconteceu há mais de 1 ano e foi um sucesso. Reserve a data na agenda. O Bazar acontece em um único dia. Nos vemos lá. 🙂

bazar plus size 1

p.s: um obrigadão à minha amiga Renata Bitar que está me ajudando a realizar este bazar e também ao Fabio Rodrigues, que fez esta arte linda para a divulgação.

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Look do dia: gola “padre”

Por Renata Poskus Vaz

Tenho um casaquinho dourado que amo de paixão! Eu o usei simplesmente todos os dias deste inverno. Só não usava quando precisava lavá-lo. rsrsr

Fui à um evento bem legal da Passarela há algumas semanas. Então, esse look não é do dia, é de um dia. rsrsrs

Eu queria uma roupa confortável, já que viajaria até Jundiaí. Apostei em uma calça preta de tecido plano da Milanina, com um sapatinho baixinho azul da Moleca = à venda na Passarela. Para completar, apostei em uma camisa branca com gola modelo “padre”, da VK.  E lá fui eu, com minha roupa basiquinha, bonitinha e confortável, com meu casaco dourado à tira colo.

Eu adoro mostrar os meus looks, mas tenho que reconhecer quando dou algumas bolas foras. Veja o look que usei:

look 3

Modéstia à parte está bonitinho. Porém (ressaltando que não desejo ficar mais magra, mas também não quero parecer mais gorda), esse casaco valorizaria muito mais minha silhueta se estivesse fechado. Vejam só o porquê:

casaco 2

Como o casaco também tem uma espécie de gola padre e é feito de material sintético, mais durinho, ele tende a fechar na gola e abrir na região da cintura, formando uma espécie de triângulo. Com a camisa branca, isso se torna mais aparente, evidenciando, desta forma, a cintura mais larga. Se o casaco estivesse fechado no último botãozinho, embaixo, o efeito seria o contrário, formaria um “v”, ou triângulo invertido, que favorece mulheres como eu, com pouca cintura e busto farto.  Vou tirar uma foto em breve, com ele fechadinho, para vocês verem a diferença, ok?

Resumindo, façam o que eu digo, mas não façam o que eu faço. rsrsrs

Beijos!

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Grávida e Gordinha: confira a história de Bia Lage

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Por Bia Lage

Olá, pessoal! Recebi o convite de falar sobre minha gestação aqui no Mulherão, o que me deixou muito feliz e envaidecida por se tratar de um blog que eu admiro muito e acompanho sempre. Lá vai a minha história…

Fiquei muito enjoada depois que voltamos de um acampamento de carnaval. O namoro era recente.  Estávamos juntos há apenas 1 mês e entrei em pânico. Como eu poderia ter deixado aquilo acontecer? Fiz o exame beta sem que meu namorado soubesse, mas não consegui segurar por muito tempo a notícia da gravidez. Eu estava apavorada, com medo da rejeição e medo de atrapalhar a vida daquele menino de 22 anos. Tomei coragem e contei que tinha feito o exame e que achava que estava grávida. Chorei muito, parecia uma tragédia, mas no fundo era só desespero. A reação do meu namorado não poderia ser melhor. É claro que ele ficou em choque, apavorado também, mas se comportou como um verdadeiro homem. Pegamos a confirmação do meu exame pela internet nesse mesmo dia. Foi aí que tudo começou.

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Liguei para a minha ginecologista que me recebeu com muito carinho dizendo que cuidaria de mim. Fiz uma bateria de exames e fiquei muito preocupada com o fato de ser uma gestante obesa. Só pensava como isso poderia afetar o meu bebê. Exames prontos e, para a nossa surpresa, o resultado do meu hemograma foi perfeito. Nada de colesterol ou triglicerídeos altos… Mantenho meus exames em dia, com todos os cuidados possíveis. Meu agora noivo cuida da minha alimentação preparando saladas diariamente. Estou controlando o máximo que posso o meu consumo de doces (que são a minha tentação) e bebendo bastante água. Perdi 6 kg no inicio da gestação e recuperei 4 até agora e apesar de ficar cada dia mais cansada continuo trabalhando e procurando repousar o máximo possível.

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Meus medos são a diabete gestacional da qual estou tentando escapar e o tão famoso parto. rs… Mas com o apoio q estou tento e cuidados vindos da família, médicos e meu amor, tenho certeza q o tão amado Pedro virá ao mundo com muita saúde.

Hoje estou com 31 anos, 31 semanas, 109 kg, carregando meu bebê muito querido e saudável e me sentindo maravilhosa.

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Fotos: Neto Fernandez (externas) e Fernando Loureiro (estúdio)

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“Quero ser feliz enquanto não emagreço”

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O texto abaixo foi escrito por Suzane Barbosa, a linda da foto acima. Ela postou este texto e esta foto como uma espécie de desabafo em seu Facebook. Até agora este texto com a foto acima teve mais de 300 compartilhamentos. Vale a pena ler. Expressa muito o desejo de muitas de nós que desejam um emagrecimento saudável, mas que não querem esperar para ser feliz.

“Essa sou eu de biquini e a barriga que eu odeio mais que tudo nessa vida e que estou lutando pra fazê-la sumir. Até então, já se foram 26 Kg. Tenho 1,63 de altura, 88kg, 23 kg acima do meu peso ideal. Eu sou assim. Essa sou eu, sem corset, sem cinta, sem truques de moda pra disfarçar e alongar a silhueta, sem maquiagem, sem cabelo arrumado. Eu sou assim.

Por que estou postando essa foto? Porque estou em um processo lento de emagrecimento (explico mais abaixo o porquê de ser lento) e cansei de esperar alcançar o peso desejado pra ser feliz. Cansei de me esconder, cansei de disfarçar, cansei de deixar de fazer o que eu queria por causa do meu peso, cansei de deixar as pessoas me colocarem pra baixo, cansei de deixar as pessoas fazerem com que eu me sinta inferior por causa do meu peso, cansei de deixar que se metam na minha vida.

Eu vou emagrecer sim! Mas será que eu posso ser feliz em quanto isso não acontece? Será que eu posso parar de disfarçar meu peso pra não te incomodar? Pra você não olhar torto pra mim?

As pessoas logo taxam os gordos de preguiçosos, de relaxados, mas esquecem que existe casos e casos. Eu luto com a balança desde quando me conheço por gente, claro que já chutei o pau da barraca e fiquei muito tempo sem fazer nada por mim, porque passei por algo que conhecemos como “depressão”. Perder peso não é fácil pra mim, e meu médico me explicou o porquê: Sempre fui gorda, desde bebê, já nasci maior do que deveria. Meu médico disse que eu deveria ter atingido meu peso ideal ainda quando criança, algo que deveria ter sido cuidado pelos meus pais já que criança não tem noção dessas coisas, e eu não ligava. Tive uma infância feliz, sempre muito rodeada por amigos, mas não culpo meus pais. Creio que pra quem passou por uma infância com comida escaça, ache difícil negar algo pra sua filha.

Enfim, tanto tempo acima do peso, que meu organismo acabou aceitando isso como “saudável”, tanto que não tenho nenhum problema de saúde, mas na verdade não sei se tem relação uma coisa com outra ou se é só sorte, rs. Então, quando começo a emagrecer, meu organismo acha que tem algo errado comigo, que estou doente, e o metabolismo desacelera justamente para evitar o emagrecimento que ele acha que não é necessário.

Nesse momento, eu preciso maneirar na dieta e exercícios e manter o peso daquele momento, como um aviso “ei, tô legal, pode acelerar meu metabolismo novamente!” e então, depois de um tempo eu posso voltar com uma dieta mais disciplinada e exercícios mais intensos. Tenho que fazer essas pausas, por isso demoro tanto a emagrecer. A minha revolta é que por mais que eu não goste de ser gorda, é tudo mais díficil quando se é gordo. Estou lutando pra ficar mais saudável, ainda assim eu gostaria de ter o direito de ser feliz em quanto não consigo ficar como quero.

Deixei de me relacionar com pessoas por causa do meu corpo, deixei de dançar feito louca na pista por causa do meu corpo, deixei de ir a praia com os amigos por causa do meu corpo, deixei até mesmo de dar uma opinião sobre determinado assunto por causa do meu corpo, deixei de ter diversas experiências que me enriqueceriam por causa do meu corpo. Sempre, sempre escondendo meu corpo, escondendo minhas opiniões, minhas escolhas, minha forma de pensar, minhas vontades, escondendo minha vida por causa desse corpo, sempre com medo do que os outros vão pensar de mim, com medo de que elas se afastem de mim, por nojo, vergonha e etc.

Chega, gente! não posso mais viver assim, nessa insegurança, nessa inércia, não posso esperar mais. Agora está aí pra todo mundo ver como sou, não tenho mais o que esconder. Pessoas que enxergam em mim mais que um corpo continuaram minhas amigas, se você me acha ridícula, escrota, ofensiva, fique a vontade para desfazer amizade, não fará falta nenhuma.

Se você está insatisfeito com seu corpo, quer ficar saudável, mais bonito, corra atrás que vale a pena, só não faça como eu que deixei de viver a vida como deveria por anos, por algumas pessoas que colocaram na minha cabeça que eu não deveria ser feliz e que certo é ter vergonha e me esconder em quanto não atingisse meu peso ideal. Só que eu não quero mais seguir esse conselho.”

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Lições para quem tem muito estilo e pouca grana

Por Cíntia Rojo

“Dinheiro eu tenho, só me falta-me o glamour”

Lady Katy (Zorra Total)

“(…) vidas falsas e vazias não são preenchidas por armários lotados, e sim por pés fincados no chão (…)”

“Você não é menos incrível porque não tem um sapato da Prada. Nem menos interessante porque não tem grana para comprar um esmalte da Chanel.”

(Mariana Inbar, para o site Petiscos)


cintia rojo 1

Li recentemente que uma ex-blogueira de moda se afundou em dívidas de US$ 35 mil na ânsia de acompanhar as tendências. Ela não é plus size (nem brasileira ela é), mas fiquei pensando em mim e em vocês; em nós, mulheres comuns, que trabalhamos duro, temos nosso precioso dinheiro e muito, mas muito bom gosto. Nunca foi tão fácil comprar roupas acima do 44 em grandes cidades como Rio ou São Paulo. Fora desse eixo é relativamente mais fácil encontrar roupas em tamanhos cada vez maiores nas lojas on line que entregam em todas as regiões do país.

 Eu já me vi ensandecida diante de tantas ofertas de roupas do meu tamanho (um generoso 48) e muitas vezes cedi ao canto da sereia dos cartões de crédito e dos intermináveis parcelamentos. Um belo dia, porém, ao sair do provador com um daqueles-vestido-must-have, uma amiga perguntou: “é bonito, caiu bem… mas você realmente acha que esse vestido é a sua cara?” E o click aconteceu na minha cabeça! Adoro fazer compras mas aprendi a fazer algumas análises antes de sair de casa que ajudam a nortear meu passeio pelo shopping e a pensar mil vezes antes de usar meu cartão de crédito:

1) Faço as seguintes perguntas para mim mesma:

– Que tipo de roupa me é confortável?

– Que tipo de roupa eu acho bonita?

– Que marcas me oferecem roupas condizentes com minha personalidade a preços justos?

Para me deixar ainda mais feliz, descobri que meu estilo é bem simples, urbano e prático. Não preciso das últimas tendências para estar bem e vestida do meu próprio jeito. Os blogs me ajudaram bastante – especialmente o Mulherão, que me ensinou a entender o que valorizar no meu biotipo. Vira e mexe eu vou nos posts antigos do blog pra tirar alguma dúvida ou buscar inspiração de moda. Às vezes, o que você precisa é de inspiração, de uma idéia, e não de (mais) uma peça nova no guarda-roupa.

2) Passei a olhar, periodicamente, minhas peças antigas. Sim, a moda vem e vai, e é possível que alguma coisa velha, no fundo do seu armário, esteja de novo em alta. Isso ajuda – bastante! – a repaginar qualquer visual. Antes de comprar, então, eu vejo no armário se não tenho uma peça equivalente.

3) Pego roupas emprestadas. É muita satisfação saber que sua mãe tem um vestido “pretinho básico” que fica uma graça em você #BaseadoEmFatosReais. Também sou solidária e empresto roupas.

4) Me pergunto se eu realmente preciso daquela roupa. Eu não caio mais naquelas perguntinhas “eu vou ficar mais feliz se comprar essa roupa?” porque só se eu fosse muito, muito ingênua, eu diria que sim. Ninguém é mais feliz por que comprou algo!

5) Se eu cheguei à conclusão que preciso ou quero, quero e ponto. (Acontece!) comprar algo, eu procuro uma peça equivalente e faço uma doação. (Só não vale pra situações tipo… calça furada! Roupa para doação tem que ser roupa boa, ok?!)

E depois de ter dito tudo isso, realmente creio que mesmo se eu fosse rica (e não rycah), eu continuaria agindo dessa forma. Porque tem coisas que o dinheiro não compra; felicidade e bom senso, por exemplo. Ah, e glamour também não… sorry, Lady Katy

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Por uma moda plus size com roupas maiores e não somente garotas-propaganda maiores

Por Renata Poskus Vaz

Há muito tempo que discutimos uma questão aqui no Blog Mulherão: “que tamanho de manequim é o certo para ser considerado plus size?”.

Já mencionei inúmeras vezes que, para mim, o manequim 44 é sim o ponto de partida para as confecções plus size.  Usei por muito tempo manequim 42 o que já me fazia me sentir excluída de diversas lojas. Nunca podia comprar o que queria, apenas o que havia disponível para meu tamanho. Com 44 e esses seios do tamanho do mundo, então, estava praticamente banida das lojas tradicionais. Porém, sempre vai ter alguém dizendo que: “há 18 anos atrás, quando eu suava manequim 44, comprava sempre na C&A, então tinha roupa sim”. Desculpe-me, eu quero e sempre quis muito mais do que uma C&A na minha vida!

Analisando bem a gordolândia em que vivemos, percebi que é muito comum, ainda, que leitoras discriminem modelos que usam 46, 48 dizendo que são magras demais para ser plus size. Discriminam mulheres lindas, que usam sim manequins maiores como se fossem indignas de pertencerem a nosso universo porque não usam os manequins54, 56…60 das leitoras que as atacam.

Retomo este assunto pela centésima vez porque percebo que quanto mais surgem em nossas redes sociais mulheres assumidamente plus size, mais cresce o preconceito entre nós. Viramos uma série de mini-sizes, mega-sizes, king-sizes… Um festival de sizes que deveria ser apenas plus. Plus Size não é sinônimo de obesidade mórbida. Plus Size não é sinônimo de sobrepeso. Todas somos plus size e subdivisões só criam um segundo preconceito em quem já sofreu demais com segregações.

Gente, uma dica: não adianta atacar modelos mais magras na ânsia de que as grifes a substituam por modelos maiores. Sabe o porquê de isso nunca acontecer? Pois não há como exigir que uma grife que fabrique peças até manequim 52, ache uma modelo 48 indigna de representar sua coleção e contrate uma 60 para isso. Não exite, é irreal. O ideal, sugiro, é que ao invés de perderem tempo duelando sobre quem tem mais banhinhas, circunferência, quilos e números de manequins, que escrevam para as confecções pedindo o aumento de suas grades. O caminho correto é: a confecção passa a fazer roupas maiores e só então contrata uma modelo maior para representá-la.

Quando vocês se atacam e se ofendem para saber quem é a mais gorda e a menos gorda, quem é mais sofredora ou menos sofredora por causa do peso ou manequim, fazem tudo o que conquistamos perder completamente o valor. Vocês perdem a credibilidade. E gente sem credibilidade perde a voz.

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Dicas de looks e acessórios para trabalho, para passear e para a balada

Por Renata Poskus Vaz

Pedi para a Barbara, lá do Rio de Janeiro e que trabalha na Carlota, sugestões bacanas de looks para trabalhar, para passear e para a balada. Vejam só as sugestões que ela montou:

Look Trabalho

VLUU L200  / Samsung L200

 

Se você trabalha em pé ou tem que andar grandes distâncias, seja para chegar até o trabalho ou no próprio escritório, pode optar por um salto mais baixo do que o sugerido. O que mais gostei nessa opção foi o lenço como forma de mudar uma roupa básica: calça social marrom e blusinha. Você troca o lenço e acessórios e, pronto, o look fica com uma cara nova.

Look Dia

VLUU L200  / Samsung L200

A blusa é maravilhosa! Mas fica a dica: nunca use blusas e batas largas demais. A ideia de disfarçar o corpo com roupa larga acaba gerando a percepção de que você tem a silhueta maior do que realmente é. Uma roupa ajustada, no seu tamanho correto, valoriza muito mais o seu corpo.

VLUU L200  / Samsung L200

Esta é a minha sugestão de look predileto. A-DO-RO a combinação verde com azul. Fica fashion! Evite combinar o look inteiro da mesma cor, por exemplo: sapato azul, com bolsa azul e vestido azul. Escolha sempre um ou mais itens do visual em cor diferente.

www.carlota-rio.com.br

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