Arquivo do mês: janeiro 2014

Ano Novo com estilo

Por Cíntia Rojo

Ines de la Fressange at Chanel SS12

Olá queridas,

Da última vez que escrevi sobre estilo o retorno foi muito bom (se você perdeu, leia aqui). Muitas amigas me disseram que aquelas perguntinhas simples, para descobrir o estilo pessoal, tinham ajudado muito nas compras (algumas até disseram “NÃO” para algo que não era a cara delas) ou naquela arrumação geral que o armário sempre pede no período exagerado de compras, entre o Natal e as liquidações de janeiro.

A meu ver, nenhuma época é mais propícia para auto-avaliação do que o Ano Novo e isso inclui estilo e imagem e pressupõe que avaliemos as roupas do armário com algumas questões: “essa roupa merece fazer parte desse recomeço?”, “que lembranças ela me traz? Quero conviver com essas lembranças?” ou – a mais importante de todas, na minha opinião – “essa roupa traduz minha personalidade? Essa roupa revela quem, de fato, sou?”.

Para dar mais uma ajudinha na minha organização de começo de ano, me espelhei em pessoas que admiro. Lembram-se que inspiração é mais importante do que ter peças da moda, não?! Depois que defini meu estilo, corri na internet pra pesquisar aquelas mulheres que sempre estão lindamente produzidas. Não olhei muitas fotos de tapete vermelho mas preferi aquelas fotos do dia-a-dia das celebs (obrigada, Paparazzi!). Comecei então a  agrupar as mulheres que estivessem com um estilo mais parecido, peguei o grupo com mais representantes e comecei a destrinchar no Google Images para ver como realmente essas mulheres se vestem. Daí cheguei na Inés de La Fressange, uma modelo francesa, de 54 anos, magérrima, que é autora de um livro sobre o estilo de vida parisiense (o livro é uma graça, um tanto esnobe como toda parisiense – palavras da própria Inés – mas é recheado de fotos inspiradoras).

Inés é muito alta por isso usa e abusa das sapatilhas e das sandálias rasteirinhas. Ela gosta de chapéus. Gosta de blusas sequinhas, ajustadas ao corpo, e cintos. A partir do estilo de Inés, faço adaptações como trocar o jeans de corte reto pelo corte flare (mais aberto na barra) para equilibrar minha figura (tenho quadris arredondados e o corte reto acentuaria essas curvas desproporcionalmente). A partir dessas dicas, ficou fácil manter ou descartar do armário aquelas peças que não traduzem quem sou.

“Mas, Cíntia, você se inspira numa magra para se vestir?” Bem, parto do princípio de que bom gosto e elegância independem do número do manequim, mas só para satisfazer os que discordam dessa opinião, gosto muito de Queen Latifah e Otavia Spencer, que se vestem muito bem em eventos oficiais sem a pompa do tapete vermelho.  É bacana achar alguém para te inspirar, especialmente naqueles dias em que você não tem idéia alguma de como se produzir. Mas se o seu gaurda-roupa já é fiel a seu estilo e personalidade, as coisas ficarão mais fáceis pois qualquer peça que você escolher mostrará ao mundo quem você realmente é.

(Foto: Inés de La Fressange para Chanel, via Google Images)

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Photoshop que esconde magreza

“Para editores de grandes revistas, a visão de magreza perfeita não existe”

Leah Hardy (ex-editor da Cosmopolitan).

Por Cintia F Rojo

karlie kloss

Aposto que ao ler o título desse post, você arregalou os olhos e perguntou: Oi? Ou então voltou ao título e releu… ou clicou em todos os hyperlinks do post pra saber se tinha algum erro na concepção desse conteúdo. E depois de ter feito tudo isso você entendeu direitinho: editores de moda, das principais revistas do mundo, agora também usam o photoshop para retocar as magrinhas. Será que eles cansaram de “emagrecer” as gordas ou de “plastificar” a beleza natural das mulheres? Não, não é bem isso…

A matéria veiculada no site catraca livre sobre o uso de photoshop para disfarçar a magreza excessiva de algumas mulheres, comenta um artigo publicado por um ex-editor da revista Cosmopolitan, que aqui no Brasil se chama NOVA. Dentre os figurões citados, ela traz o depoimento de Robin Derrick, diretor criativo da Vogue, e Jane Druker, editor da britânica Healthy (palavra que significa “saudável”). Druker admitiu ter editado muitas fotos de modelos que pareciam magras demais e pouco saudáveis. Já Derrick disse: “Passei os primeiros dez anos da minha carreira fazendo meninas parecerem mais magras – e os últimos dez tentando deixá-las maiores”.

Oras, vamos pensar bem levando em conta a frase de Leah Hardy, em destaque no começo do post, e em tudo que nós, mulheres acima do peso já enfrentamos nessa vida no quesito “padrões estéticos”. Já estávamos fartas de ver campanhas publicitárias com mulheres que foram vítimas do photoshop do mal. Vocêm lembram a vergonha alheia dominando geral em 2013, depois da divulgação da campanha da C&A, em que Preta Gil está com um pescoço que parecia do Anderson Silva. Algum tempo depois, a Sabrina Sato também tinha levado um banho de retoques malignos na capa de outra publicação feminina. Nem a lindona sarada escapou do photoshp e ficou com aparência de estátua de cera.   

Portanto, note que as gordas não agradaram e as magras também não agradam mais! Isso comprova o que repetimos incansalvemente: não adianta ir contra sua natureza nem projetar sua felicidade na conquista de padrões estéticos. Esses padrões opressores – não queria usar essa palavra mas é a verdade (humpf!) – foram construídos pela mídia e agora ela própria admite que tais padrões não servem mais. Uma de minhas melhores amigas é saudável, usa manequim 36 e sempre ficou brincando, em tom de gozação, que não precisava fazer esforço para ficar com as costelas aparentes como as meninas das passarelas. Pois, amiga, trago notícias: você está ficando fora de moda!

Honestamente, não sei mais o que esperar. Tenho a impressão que amanhã, quando acessar minha revista feminina favorita (que é a Aquarius, de Dubai) vou encontrar uma modelo-robô, uma mulher que não existe, mas ela estará vestindo as últimas tendências da moda e usando as melhores marcas de maquiagem. E mesmo que eu , plus size, ou minha amiga, manequim 36, não nos identifiquemos com a mulher-robô, não teremos outra alternativa a não ser fingir que aquela beleza é real e acessível a qualquer mulher em qualquer lugar do mundo.   

(Foto: Karlie Kloss, via Catraca Livre)

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Porque não precisamos de uma Barbie gorda

Por Cíntia F Rojo

Barbie Gorda

Eu não queria falar sobre esse assunto pois, para mim, o timing já tinha passado. Ficou lá atrás, no finalzinho de 2013 e todo mundo que tinha que se pronunciar a respeito já o tinha feito. Acontece que, como faço muitas pesquisas na área de maquiagem, estou sempre de olho nas pautas de beleza mundo afora e foi numa dessas pesquisas que eu cheguei a uma publicação mexicana, voltada para o público feminino de 15 a 20 anos, sobre a tal Barbie Gorda.

A Barbie Plus Size (eu sei que muitas pessoas não gostam da palavra “gorda”) foi uma iniciativa de uma agência de modelos, a Plus Size Modeling, que divulgou a foto no seu perfil do facebook com a seguinte pergunta: as empresas de brinquedos deveriam começar a fabricar Barbies plus size?

Eu já tinha visto a tal foto, já tinha opinado sobre a boneca e achei que, como “assunto do momento”,  a história toda tinha acabado. Hoje, porém, mesmo tendo se passado muitos dias, vi na revista estrangeira que o assunto continua entre os mais acessados entre as adolescentes daquele país e fui ler os comentários das meninas.

Existe um misto de opiniões: “deveriam fazer uma com medidas medianas para que, desde pequenas, as meninas saibam que não é bom ser magra demais ou gorda demais”; “não vejo sentido em lançar uma boneca dessas; é o mesmo que dizer que engordar é bom e isso pode influenciá-las negativamente”; “não me odeiem mas a gorda, definitivamente, não me agrada”. Mas eu gostei do seguinte argumento: “a verdade é que se os pais educarem adequadamente suas filhas, não terão que se preocupar com a influência da boneca sobre as meninas. Sobre ser muito magra ou estar acima do peso, não significa que sofram de transtornos alimentares. Há pessoas que nasceram assim como também há pessoas que nasceram com corpo atraente sem terem feito cirgurgia”.

A Barbie foi criada no final da década de 50 e simboliza uma mulher jovem, descolada, amiga, companheira, romântica e politicamente correta. Como sempre foi uma  personagem extremamente magra, nunca foi um modelo de opressão para as mulheres gordas. Ninguém nunca esperou de mim, nas curvas do meu quadril 48, que eu fosse como a Barbie e, com isso, sempre tive a chance de mostrar outras qualidades que as mulheres-barbie não têm a chance de mostrar pois acabam sempre sendo transformadas em troféus. Há mulheres que não se incomodam com isso – ok, cada um sabe o que lhe traz felicidade! – mas outras mulheres acabam se tornando reféns da própria beleza.

Eu gosto muito da beleza genuína, a beleza autêntica. Se temos uma festa de gala, parecemos deslumbrantes. Se vamos ao supermercado, parecemos lindas em nossos looks-de-empurrar-carrinhos. E tem a nossa beleza de quando vamos levar os filhos à escola, quando estamos na praia, quando vamos faxinar a casa (opa! Porque não?) ou quando temos que dar uma mãozinha de tinta no teto do banheiro (totalmente autobiográfico! Rs). As Barbies fazem essas coisas? Não. A Barbie é tão irreal, tão irreal, que devemos deixá-la do jeitinho que ela está: nas coleções dos aficcionados, nas prateleiras das lojas e nos baús de brinquedos.  Não há razão para nos preocuparmos com ela.

Creio que um pouco de fantasia não faz mal à ninguém e nossas meninas podem brincar à vontade com suas bonecas magrinhas e platinadas. A lição sobre auto-estima elas aprenderão quando olharem para nós, mulherões, e entenderem que é possível ser bonita, realizada e feliz independente do manequim.

(Foto: internet)

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As mal comidas x as mal casadas

Por Renata Poskus Vaz

Outro dia li um texto pela net, em que uma mulher defendia que preferia ser solteira do que casar com qualquer um só para dizer que não ficou para titia. Aquilo me intrigou, porque é óbvio que é preferível ser solteira do que casar com um “zero a esquerda”, mas há a possibilidade também de conhecer um “zero à direita”.

Nem todo mundo que casa cedo, ou com um cara que conhece a pouco tempo, fez um péssimo casamento. Conheço muitos casos de casais que tinham tudo para dar errado, por divergência de comportamento, pouca convivência e até mesmo um casamento celebrado às pressas por causa de uma gravidez não desejada, porém, estão aí, firmes, fortes e apaixonados.

O casamento pode ser maravilhoso, cheio de bossa e iê iê iê. Nunca casei, mas tenho fé, escuto testemunhos de pessoas próximas.

Por outro lado, também não é difícil encontrar senhoras casadas chamando solteiras de “mal comidas”, como se o fato de uma aliança no dedo garantisse uma vida sexual ativa para alguém. Eu sempre me pergunto isso. Como pode uma mulher que se diz bem casada, com filhos, perder tempo ofendendo solteiras por aí? Será que ela é bem casada de verdade? Algumas dessas casadas agem como se fossem seres superiores por terem um marido e acham as solteiras menos mulheres por não terem conseguido ainda um marido, ou simplesmente por terem optado em viver na solteirice.

Se fôssemos resumir nossa existência ao sexo, de fato teríamos 3 tipos de solteironas:

  • As que não transam porque não querem (sim existem as celibatárias!), ou porque não conseguem um parceiro que consideram à sua altura;
  • As que são mal comidas (sim, porque ninguém transa sozinha, e na solteirice você nunca sabe se o gato com quem vai começar a se relacionar, é um fusquinha ou uma ferrari e nem sempre vocês tem como chegar à um entendimento na cama, se o envolvimento é passageiro);
  • As bem comidas aquelas que tem um namorado, parceiros fixos ou eventuais e que transam de vez em quando, ou muitas vezes, várias vezes… Ui

E ainda há uma quarta solteira, a que consegue ser não comida, mal comida e muito bem comida… Tudo junto, porque a vida é uma caixinha de surpresas. 😉

Ah, e tenho um segredo. Existem também 3 tipos de casadas, quando nos referimos a sexo. E quer saber de uma coisa? Ela também pode ser mal comida, bem comida ou nunca ser comida. Ou tudo isso junto! E as que saem causando contra as solteiras, quase sempre transam uma vez por ano e ainda engravidam neste único e santo dia de bimbadinha e ainda ficam felizes, porque podem continuar fingindo ter uma vida sexual ativa e fazendo piadas com as solteiras (Beijo no ombro, Rê).

 Enfim, o que eu queria mostrar é que vocês, mulheres, são muito machistas consigo mesmas.  Madre Teresa de Calcutá não era casada, nem trepava e ainda assim era muito mais evoluída do que eu e vocês juntas. Ou seja, o que te define como ser humano não é quantas bimbadas por dia você dá ou se não dá, se tem um boy fixo, um amante, um boy que te enfiou uma aliança no dedo e te chama de “minha fêmea” , ou se você tem uma mulher, ou se tem vários parceiros ou se não tem ninguém.

Cuide menos da vida da pepeca alheia e cuide mais do seu interior!

p.s: sei que usei umas palavras e expressões chulas que não costumamos usar neste blog. Mas é justamente assim que as solteiras e casadas andam se comportando por aí.

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TOP 10: Os 10 itens fashion de 2013 que eu não usaria em 2014

Por Renata Poskus Vaz

E aí, minha amiga, você abre a sua revista preferida e ve no editorial de estilo uma porção de itens considerados o suprassumo da última moda em Paris. Para completar, aquelas chamadas: “você não pode deixar de usar isso”. E nas entrelinhas você entende que será a cafonona ou ultrapassada se não adotar algum desses itens no seu look.

Prazer, então meu nome é cafonona. Tem coisa que não dá para usar só porque sou blogueira de moda.  Prepare-se para minha lista dos 10 itens que cairam na graça das It Girls e que passaram bem longe do meu guarda-roupa:

1) Carteira/bolsa transparente

bolsa transparente

Essa bolsinha transparente aí de cima, ganhou um nome moderno e importado: clutch. Eu, sinceramente, acho uma graça esse modelo transparente (como tenho cabeça de gorda, sempre que olho lembro das embalagens para presente da Ferrero Rocher).

Na prática, eu jamais usaria esta bolsa. Porque, além da nossa preocupação habitual da escolha da bolsa, ainda temos que pensar na escolha do que vamos colocar dentro dela. Tudo tem que ser visualmente bonito e calculado para não comprometer o restante do visual, como na foto acima, em look produzido pela blogueira gringa Nicolette Mason.

Quem me conhece em minha vida privada, sabe que isso jamais rolaria comigo. A minha bolsa é praticamente um universo paralelo. Tem fita métrica (para que, meu Deus?!), moedas espalhadas que teimam não permanecer na carteirinha que lhes fora predestinada, grampos de cabelo, canetas, chiclete, maquiagem, carfree, documentos, dinheiro, cartão, brincos… Tudo solto e misturado formando uma grande família.

Além do mais, não sou uma it blogueira do Jardins. Aqui na Freguesia do Ó as coisas funcionam diferente. A não ser que você seja esposa/filha/prima/amante/consultoraparaassuntosaleatórios de algum bandidão da região, não é bom sair ostentando o que tem dentro da sua carteirinha por aí.

2) Sandália Gladiadora

thassia camargo + sandalia gladiadora

A blogueira acima da foto é a Thassia, que mesmo super magrinha usa diversos looks que nós, mulherões, podemos usar como inspiração. Quase tudo o que ela usa eu também usaria em uma versão extra grande, exceto essa sandália aí da foto, conhecida como Gladiadora.

A sandália é linda e não descarto tentar incluí-la em algum look do dia que eu venha a produzir. Mas, por enquanto, com um probleminha na circulação dos meus membros inferiores, não consigo imaginar minhas pernas após 1 dia com essa sandália diferente dessa mortadela amarrada:

mortadela

3) Roupas com estampa de frutas

vestido de frutasSe a roupa deve expressar nosso estado de espírito, a última coisa que eu quero parecer é um abacaxi ambulante. Eu não gosto. Pode ficar lindo nos outros, mas eu me sinto uma toalha de mesa plastificada de 1970 (não que eu tenha vivido nessa época, só ouvi falar :p).

4) Batom verde

batom verde

Não descarto usar esse batom, que foi lançado agora, no fim de 2013, pela Dolce & Gabana. Ano que vem, o tema da festinha de 5 anos da minha irmãzinha será da Monster Hight. Eu super inovaria criando uma nova personagem, mistura dessas monstrinhas fofas com o exorcista. E não, não adianta dizer que andar com a boca verde está na moda. Essa cor não combina com o meu tom de pele branco palmito. Ah, e para você que não sabe quem são as Monster Hight:

http://clubemonsterhigh.files.wordpress.com/2013/05/monster-high-scaris-wallpaper-1.jpg

5) Unha decorada

unha decorada

Pode ser lindinho, fofinho, bonitinho, mas eu não usaria. Ponto final.

6) Mix de estampas

mix de estampas

Eu acho lindo mix de estampas, nos outros. A foto acima é de minha amiga Carolina Caran, do Blog Maggníficas, que sabe bem combinar estampas diferentes e deixar o look agradável, equilibrado e moderno. Este não é o meu caso. Quando misturo estampas fico parecendo uma colcha de retalhos. Então, por minha total inabilidade em coordenar estampas, é que eu não usaria.

7) Look pijama

look pijama

Minha mãe me ensinou que “roupa bonita” a gente usa para sair e pijama a gente usa pra ficar em casa. Não dá para mudar 32 anos dessa certeza que foi penetrada em meu cérebro de forma tão convincente só porque alguns estilistas e dezenas de celebridades usaram pijaminhas na rua, nas passarelas e em grandes festas. Não importa que é de seda, pijama é pijama.Pijama é pra dormir!

O look pijama apareceu em desfiles da Dolce & Gabbana, Louis Vuitton, Stella McCartney, Dries van Noten e Diane von Furstenberg. Além de Rihanna, quem também apostou no modelito foi a atriz Jéssica Alba e o estilista Marc Jacobs.  Mas no meu guarda-roupa não entrou em 2012, nem em 2013 e não entrará em 2014.

8) Calça listrada

calça listradaAntes de chegar às vitrines, essa calça branca com listras grossas pretas invadiu os camelôs do Brás. Nada contra, não ligo ( e uso muito!) peças baratinhas. Acontece que a moda pegou de tal forma que todo mundo tinha uma calça dessas no armário. Virou uniforme das usuárias da linha vermelha Corinthians Itaquera/Barra Funda do metrô de São Paulo. Também virou uniforme das bonitonas do Jardins. Enfim… Era pobre, rica, velha, novinha, todo mundo sambando de calça listrada por aí. Todo mundo tem um tubinho preto no armário e eu uso sem problemas, mas essa calça… Ah, essa calça me enjoou.

9) Óculos estilo aviador com lente colorida e espelhada

ray ban

Quando eu era mocinha, há algumas décadas atrás, eu abominava rapazinhos (nossa, estou falando como uma tiazinha!) que usavam óculos de surf espelhados. Aí, o modelo clássico aviador ganhou esta “nova” versão espelhada. O modelo aviador/ray ban não fica bem em mim. Fico com uma carinha triste e nada fashion com ele. Porém é um óculos que eu curto muito na maioria das outras pessoas. Mas este estilo espelhado colorido não faz meu estilo não. Ficou impregnado no meu cérebro a associação espelhado colorido = cafonice e é difícil de achar o contrário agora. Preconceito fashion. Resumindo, não usaria este tipo de óculos em 2014.

10) Sneakers

bota ortopédicaOps, desculpe, errei:

sneakersE como uma imagem vale mais do que mil palavras, encerro por aqui.

Feliz 2014!

 

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