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Cicatricure creme para rugas funciona?

cicatricure rugas funciona

Por Renata Poskus Vaz

Oi, mulherada! Já passa da meia noite, mas eu assumi o compromisso de vir aqui todo dia falar do nosso Desafio do amor próprio e cá estou.

Bom, hoje eu não comi nenhuma coisa xexelenta. Fui bem disciplinada e estou orgulhosa de mim mesma. Cumpri meu ritual de beleza e estou aqui para falar do Cicatricure Creme para rugas e linhas de expressão, que é um dos produtos que adotei para esses 30 dias.

É a segunda vez que uso o Cicatricure para rugas. Na primeira vez, o escolhi porque já havia testado a versão para cicatrizes e adorado. Após um mês de uso, as linhas de expressão e ruguinhas realmente ficam bem mais suaves. Mas como sou uma gorda preguiçosa, não continuei a usar.

Vantagens:

* O Cicatricure creme vem em uma embalagem parecida com a de uma pasta de dente. Você aperta e dosa a medida exata que quer usar, sem ter contato com o restante do produto. Quando eu usava cremes de potinhos, não tinha paciência para usar a pazinha e acaba colocando o dedão diretamente no pote, que a gente está cansada de saber que pode alterar e contaminar o produto.

* Ele deixa a pele com uma textura aveludada e não oleosa.

* Tem uma fragrância agradável.

* Realmente hidrata a pele e ajuda a suavizar as rugas e linhas de expressão.

Desvantagem:

* Não tem proteção solar.

O custo desse produto é em média de R$55

Logo mais eu conto mais algum segredinho de beleza. Beijos!

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Uma franja e um medo.

Por: Isabella Trad 

Sempre tive medo de cortar franja, medo do meu rosto ficar mais redondo do que já é.

Confesso que sempre foi um medo muito bobo, afinal meu rosto é redondo. Privei-me de uma vontade por anos, só que não é a franja que vai me engordar gente! Então, decidi cortar e fui na raça e na fé.

Pedi uma franja maiorzinha que caso se me arrependesse ou enjoasse, eu conseguiria disfarçar e jogar pro lado formando um ‘’franjão falso’’

Estranhei muito, mas no fundo gostei. Estou me acostumando ainda e sinceramente não achei que meu rosto ficou mais ou menos redondo por culpa da franja, quebrei mais um preconceito pessoal.

Essa era uma das minhas metas, pequena e até bem boba. Só que senti um enorme alivio em conseguir experimentar um corte de cabelo que tinha medo por simplesmente me achar gorda demais pra usar aquilo. Me vi defendendo o estilo próprio e a vontade de usar o que quiser, mas me privando de algo por medo. Então meninas, não deixem de usar nada que te fara bem. Experimente e corra atrás de suas vontades. O cabelo cresce, roupas acabam, mas a satisfação de ter feito, usado e ousado no que você quis e te fez bem é unica.

E vocês, já ousaram esse ano? Conta pra gente!

Beijos!!!!!!!

Na foto: A tal da franjinha, uma menininha e o truque do 'franjão falso'

Na foto: A tal da franjinha, uma menininha e o truque do ‘franjão falso’

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Gorda que faz plástica não se ama?

Por Renata Poskus Vaz

Conheço algumas celebridades plus size que já fizeram operações plásticas estéticas. Uma arrebitou o nariz, colocou silicone e fez lipo, a outra reduziu o tamanho dos mamilos e deu uma empinada nas peitolas, uma outra fez lipoaspiração no papinho. Teve uma que fez plástica na barriga e outra que além da plástica na barriga, botou silicone nos seios e ainda nos lábios.

Algumas delas assumem publicamente e defendem a realização de cirurgias, como é o caso da blogueira Hannah Perez, minha amiga, que após perder 50 Kg e, ainda gordinha, operou o braço (veja mais clicando aqui). A cirurgia se chama braquioplastia. Hannah preferiu ficar com uma cicatriz enorme a ter o incômodo do excesso de pele e gordura que ela tinha que carregar nos seus braços e que não saiam com reeducação alimentar e exercícios físicos. Ela ficaria anoréxica, mas aquele peso e incômodo continuarian ali.

braquioplastia

Hannah é um exemplo de personalidade e amor próprio. No entanto, há personalidades plus size que também se amam, mas negam ou omitem suas cirurgias. Algumas temem sofrer pressões de suas fãs e seguidoras (hey, garotas, às vezes vocês são muito cruéis e impiedosas). Outras plus size simplesmente se preservam, por encarar plástica algo íntimo, o que é natural, já que ninguém é obrigado a sair falando por aí sobre essas coisas.

Você pode se perguntar: mas será que uma mulher que se ama precisa diminuir o tamanho dos mamilos? E eu respondo: o mamilo é seu? É você que tem que ficar se preocupando com ele escapando por cima do biquini? É você que fica constrangida, vez ou outra, quando sai com um vestido mais decotado e percebe que seu mamilo está aparecendo? Olha, acredite, é perfeitamente possível você se amar e odiar seu mamilo!

Esse assunto é muito delicado. Acredito que muitas pessoas façam plásticas por motivos errados. Há quem faça para recuperar o amor do ex-namorado, outras para ganhar concursos de beleza (não precisa disso, gente, agora no mundo plus size é só ter dinheiro e comprar a sua faixa), há quem faça para impressionar a família ou causar inveja nas amigas. Tem quem faça para se sentir bonita. Todas essas razões podem causar sofrimento e frustração, caso os objetivos pós-plástica não forem atingidos.

Quando falamos de mulheres acima do peso fazendo plástica, isso me preocupa, claro. Temo por quem faça plástica para “emagrecer” e todas nós sabemos que emagrecimento saudável não acontece de fora para dentro.  No entanto, acredito que existam sim mulherões que se amam, que se achem bonitas e que, mesmo assim, se submetam às cirurgias estéticas.

Não tive filhos, mas amigas dizem que aquela barriguinha saliente que fica após a gestação na obesidade, é muito incômoda. Deixa de ser algo puramente estético a partir do momento que afeta a qualidade de vida dessa mulher. E eu imagina que seja mesmo, pois quando estava com quase 100 Kg, fiquei com uma “pochetinha” bem grandinha, já que todo meu excesso de peso se concentrou na barriga. Era ruim para sentar e coçava horrores no verão. Eu me coçava tanto na barriga, que chegava a fazer feridinhas. Emagreci um pouco e ela diminuiu. Continuo com uma barriguinha delicinha, mas nada que me incomode. Mas muitas das mulheres plus size que engravidam, normalmente, mesmo perdendo alguns quilos, continuam com a barriga incomodando.

Meus seios são enormes. E é claro que são naturalmente caídos :p . Amo meus seios, não sinto minhas costas doendo. Mas conheço mulheres plus size que sentem fortes dores de coluna, que andam curvadas e que querem e merecem diminuir os seios. Então, quer dizer que se elas operarem, que estarão declarando que não se amam? Nada disso! Nós não nos resumimos a peitos. Quando eu for mais velha e se meus seios se aproximarem mais do meu umbigo, eu operarei. Isso também será uma prova de amor por mim!

Amo meus cabelos loiros escuros, mas já fui ruiva, morena e loira sueca e mudar minha aparência não representou uma falta de amor próprio. Óbvio que cirurgia é algo muito mais sério, mas não deixa de ser uma mudança estética, embora permanente e com todos os riscos que qualquer operação possa oferecer.

Acredito que a cirurgia seja dispensável para mim, ao menos por enquanto, e para muitas mulheres plus size também. Para outras, a cirurgia pode ser uma forma de corrigir algumas “imperfeições” que, para nossos olhos não fazem diferença, mas que para essas mulheres pode ter um impacto até mesmo em sua saúde e qualidade de vida.

Sejam menos rigorosas com nossas amigas que fizeram plásticas. Um dia, acredite, você pode querer ou precisar passar por isso também. 😉

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Porque não precisamos de uma Barbie gorda

Por Cíntia F Rojo

Barbie Gorda

Eu não queria falar sobre esse assunto pois, para mim, o timing já tinha passado. Ficou lá atrás, no finalzinho de 2013 e todo mundo que tinha que se pronunciar a respeito já o tinha feito. Acontece que, como faço muitas pesquisas na área de maquiagem, estou sempre de olho nas pautas de beleza mundo afora e foi numa dessas pesquisas que eu cheguei a uma publicação mexicana, voltada para o público feminino de 15 a 20 anos, sobre a tal Barbie Gorda.

A Barbie Plus Size (eu sei que muitas pessoas não gostam da palavra “gorda”) foi uma iniciativa de uma agência de modelos, a Plus Size Modeling, que divulgou a foto no seu perfil do facebook com a seguinte pergunta: as empresas de brinquedos deveriam começar a fabricar Barbies plus size?

Eu já tinha visto a tal foto, já tinha opinado sobre a boneca e achei que, como “assunto do momento”,  a história toda tinha acabado. Hoje, porém, mesmo tendo se passado muitos dias, vi na revista estrangeira que o assunto continua entre os mais acessados entre as adolescentes daquele país e fui ler os comentários das meninas.

Existe um misto de opiniões: “deveriam fazer uma com medidas medianas para que, desde pequenas, as meninas saibam que não é bom ser magra demais ou gorda demais”; “não vejo sentido em lançar uma boneca dessas; é o mesmo que dizer que engordar é bom e isso pode influenciá-las negativamente”; “não me odeiem mas a gorda, definitivamente, não me agrada”. Mas eu gostei do seguinte argumento: “a verdade é que se os pais educarem adequadamente suas filhas, não terão que se preocupar com a influência da boneca sobre as meninas. Sobre ser muito magra ou estar acima do peso, não significa que sofram de transtornos alimentares. Há pessoas que nasceram assim como também há pessoas que nasceram com corpo atraente sem terem feito cirgurgia”.

A Barbie foi criada no final da década de 50 e simboliza uma mulher jovem, descolada, amiga, companheira, romântica e politicamente correta. Como sempre foi uma  personagem extremamente magra, nunca foi um modelo de opressão para as mulheres gordas. Ninguém nunca esperou de mim, nas curvas do meu quadril 48, que eu fosse como a Barbie e, com isso, sempre tive a chance de mostrar outras qualidades que as mulheres-barbie não têm a chance de mostrar pois acabam sempre sendo transformadas em troféus. Há mulheres que não se incomodam com isso – ok, cada um sabe o que lhe traz felicidade! – mas outras mulheres acabam se tornando reféns da própria beleza.

Eu gosto muito da beleza genuína, a beleza autêntica. Se temos uma festa de gala, parecemos deslumbrantes. Se vamos ao supermercado, parecemos lindas em nossos looks-de-empurrar-carrinhos. E tem a nossa beleza de quando vamos levar os filhos à escola, quando estamos na praia, quando vamos faxinar a casa (opa! Porque não?) ou quando temos que dar uma mãozinha de tinta no teto do banheiro (totalmente autobiográfico! Rs). As Barbies fazem essas coisas? Não. A Barbie é tão irreal, tão irreal, que devemos deixá-la do jeitinho que ela está: nas coleções dos aficcionados, nas prateleiras das lojas e nos baús de brinquedos.  Não há razão para nos preocuparmos com ela.

Creio que um pouco de fantasia não faz mal à ninguém e nossas meninas podem brincar à vontade com suas bonecas magrinhas e platinadas. A lição sobre auto-estima elas aprenderão quando olharem para nós, mulherões, e entenderem que é possível ser bonita, realizada e feliz independente do manequim.

(Foto: internet)

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Gordinhas peitudas

Por Renata Poskus Vaz

renata peito

Definitivamente não é fácil ser um mulherão peitudo em terra de mulheres pera, com cinturinha fina, peitinhos modestos e bumbum enorme. Na infância, as meninas bundudas tem seus atributos disfarçados por vestidinhos rodados. Ficam com sua imagem angelical imaculada por uns bons anos. Mas como esconder seios fartos em garotinhas? Digo esconder, porque, infelizmente, ainda há uma legião de animais adultos abusadores por aí, travestidos de cidadãos comuns.

Ganhei meu primeiro sutiã aos 9 anos, mas era só fita. Seios mesmo fui ter a partir dos 12 anos e eles surgiram de maneira discreta. Aos 13, já preenchiam sutiãs 44. Eu era uma mocinha, uma menina, mas as cantadas vindas de homens com idade para serem meus avós eram frequentes. Era injusto, na adolescência, ter que me esconder porque esses homens me invadiam e violentavam com suas palavras sujas. Nenhuma mulher com seios fartos, seja criança ou adulta, merece ouvir de um desconhecido: “que peitos deliciosos”.  Isso não é um elogio, podem acreditar.

Passei coberta por um grande período, escondendo meus seios para não ter que passar por situações constrangedoras. Já na fase adulta de minha vida, quando sem medo aprendi a responder à altura qualquer referência nojenta ao meu decote, voltei a usar blusas que me deixavam mais exposta.

Mulher que usa decote não é necessariamente uma exibicionista. O decote é confortável, fresco e visualmente mais agradável para nós mesmas. Nós, peitudas, temos o direito de não passar calor usando decotes, da mesma forma que homens não passam ao exibir seu tronco nu em dias de muito sol.

É inegável que na fase adulta de nossa vida descobrimos o quanto belos seios podem ser um atributo importante na hora da conquista. É engraçado ver homens desconcertados, tentando esconder o olhar diante do nosso decote. É legal ser diferente. Nós, peitudas, nos Estados Unidos seríamos mulheres comuns, mas no país das mulheres de bunda grande, ser peituda sem artifícios como o silicone é um grande diferencial.

Recordo-me que aos 18 anos vivia ouvindo sugestões de pessoas próximas para que eu reduzisse meus seios. Era engraçado ver como os outros se incomodavam com eles. Normalmente a desculpa era a de que eu sofreria, no futuro, com dores nas costas ou que teria mais chances de ter câncer de mama por ter mamas maiores (absurdo!). Se eu tivesse seguido esses conselheiros de araque, hoje, na era do silicone, eu certamente estaria profundamente arrependida.

Hoje vejo meus seios como parte importante da minha beleza e até mesmo da minha identidade. Tenho orgulho de possuí-los e me sinto muito atraente.

Que me perdoem as despeitadas, mas amo ser um mulherão peitudo!

Veja depoimentos de algumas de nossa leitoras:

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Claudia Ferreira, 31 anos, produtora e modelo plus size

Por volta dos 15 anos comecei a me olhar como mulher. Desde que meu “peitinho” começou a atrair mais olhares, eu entendi que boa parte da minha beleza e admiração se deviam a eles!! rs…. Depois disso, passei a abusar e a ter fascínio por decotes, valorizando sempre o meu colo.

Certa vez, andando na rua com a minha mãe, passou um homem de uns 30 anos, acho, e falou assim: “é silicone?” Hoje ainda me perguntam isso, mas naquela época eu era bem novinha e por estar na companhia da minha mãe, eu tive vergonha e raiva do cara ao mesmo tempo, pois a minha mãe odiava que eu usasse decotes e aquele retardado contribuiu para que eu fosse mais uma vez reprimida por algo que amava usar. Mas o tempo foi passando e o meu decote não passa de uma “marca registrada” minha.

É comum escutar dos homens: “isso tudo é seu amiga?”, “silicone?”, “com todo respeito, mas seus seios são lindos”…rs… Bem, hoje eu lido muito bem com isso, mas não tolero os comentários de mau gosto! Confesso que quando me apresentam a alguém, em especial os homens (rs), o olhar é direto!! Sabe pra onde né?! rs

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Maria Cecilia Baumegger, 25 anos – estudante de canto erudito 

“A primeira vez que eu me achei “peituda”, eu tinha uns 8 ou 9 anos. A minha mãe tinha me levado a uma endocrinologista porque eu tinha deixado de ser magrela e ganhado uns quilinhos, e aparentemente isso era preocupante. A médica me examinou e a minha mãe perguntou se os meus peitos eram porque eu estava “gordinha” (na concepção dela) ou eram peitos de fato, e a média falou que aquilo eram 100% meus peitos. Achei aquilo incrível e foi lá que eu comecei o meu caso de amor com eles, como costumo brincar. 

Na adolescência eu sempre tive outras questões para ficar encanada, como meu nariz que operei quando fiz 18 anos, mas dos meus peitos eu sempre tive muito orgulho. Na familia eu sempre ouvi e ouço até hoje que eu deveria tirar, que vai acabar com as minhas costas e ombros, e eu respondo “Imagina que eu vou tirar os meus peitos! São eles que disfarçam o tamanho da minha barriga, aí eu pareço bem mais magra do que eu realmente sou!”. E entre os homens, posso dizer que sempre fizeram muito sucesso.

A primeira coisa que tive que me adaptar foram as pessoas dividindo o olhar entre os meus olhos e meus peitos (principalmente homens), e as mulheres ficando incomodadas com “todo esse material que você tem aí”, que é o que eu mais ouço. Além de comer e perder a metade da comida que não foi para a boca no meio dos peitos e na hora de correr, honestamente, é melhor segurar.

Acho que uma mulher que tem peitos grandes não consegue e nem pode ser tímida. É uma louqura, mas os peitos chegam sempre antes que você, você esbarra sem querer com eles nas outras pessoas, as outras pessoas esbarras demais neles simplesmente porque eles estão no caminho!

Só tenho mais uma coisa a dizer. Quem acha que os diamantes são os melhores amigos das mulheres ( “Diamonds are a girl’s best friend” ), é porque ou é homem, ou essa mulher tem peitinhos. “

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Alyne Zaccanini, 23 anos, auxiliar de vendas

“Alyne? Qual Alyne? Aquela do peitão!” Quantas inúmeras vezes eu ouvi isso durante esses meus 23 anos de nascida, no mínimo uns 13 anos. Sim, minha mãe comprou meu primeiro “top” na minha infância pra ver se disfarçava meu peito em desenvolvimento. Eu, da minha turma, era basicamente a única que já tinha peito bem formado. Não me incomodava em nada, pelo contrário, eu me achava.

Menstruei a primeira vez com 11 anos, e depois desse acontecimento,  os meus seios se desenvolveram. Eu arrasava, sambava nas meninas que aos 15, colocavam meia no sutiã, ou bojo para aumentar o volume dos seios. E posso falar? Eu ADORAVA isso. E agora, com meus 23 anos, passei a AMAR!

Que mulher não quer que um homem olhe pro seu decote, desvie o olhar… E dentro de segundos olhe de novo.. É fatal! Ok, confesso que tenho que comer quase todo dia de babador. Como meu irmão diz, meus peitos são como bandejas em cima da mesa. Ou então, que antes de eu comer, quem se alimenta primeiro é meu peito. Eu dou muita risada.

Uso e abuso dos decotes. Como dizem, bem ou mal falem de mim e dos meus seios! Se depender de mim, aumento eles ainda mais. Peito grande não é tudo.. Mas o olhar babando de um homem em cima deles, ah isso é…  muito! Autoestima lá em cima, sorriso no rosto, e vamos que vamos fazer mais queixos caírem!”

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Resumo do meu primeiro e segundo dia no SPA

Por Renata Poskus Vaz

Ai, ai… Estou com uma preguiça que não me pertence! Mas é claro que eu não poderia deixar de vir aqui dividir com vocês como foram os dois primeiros dias de Saison Spa.

Peguei o ônibus de São Paulo com destino à cidade do Rio de Janeiro às 6h. Ao chegar no centro, Hannah me buscou de carro e seguimos para Itaipava, região serrana do Rio de Janeiro. Nos perdemos. Acabamos chegando no Spa às 15 horas, 1 hora após o planejado.

renata e hannah

Em nosso quarto havia uma bandeja enorme de frutas, como presente de saudação. Não comemos nada. Foco é isso! Colocamos nosso biquíni para checar nosso peso e medidas na enfermagem. Cheguei ao SPA com 91,3 Kg. No dia 12 eu estava pesando 94.5Kg. Decidi que começaria a reeducar minha alimentação em casa e em pouco mais de uma semana, emagreci 3 Kg e perdi cerca de 3 cm de cintura.

Após a pesagem, lanchamos. Colocamos nossa roupa de ginástica e fizemos 40 minutos de esteira e logo após alongamento. Tomamos um banho de piscina, jantamos e fomos dormir.

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Segundo dia

A segunda-feira começou bem especial, sem preguiça! Fizemos diversas atividades físicas durante o dia: 50 minutos de esteira + 20 minutos de transport (um aparelho que simula caminhada/corrida), hidrojump (ginástica na água com aquela caminha elástica), hidrorunning (corrida na água). Essa última atividade não consegui fazer como manda o figurino. Minha perna doía muito. Então, enquanto Hannah malhava, eu apenas caminhava, contra a correnteza da água, durante 45 minutos. No final do dia, abdominais (que eu só consegui fazer 60!!!) e alongamento.

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malhando de manhã

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malhando à tarde

O bacana aqui no Saison é que a gente come muito! De 3 em 3 horas são servidos lanches e refeições. Todos muito saborosos. Para entenderem o quanto e o que a gente come, vou colocar o cardápio aqui:

Café da manhã:

1 pãozinho pequeno integral (com o tamanho de mais ou menos 1/2 pão francês)

uma colher de requeijão

1 fatia de mamão

1 fatia de manga

1 copo de suco de maracujá

1 xícara de café com leite

Lanche

Suco de ameixa com mamão

Almoço

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Salada de pepino, alface, tomate à vontade (pode repetir quantas vezes quiser)

Filé mignon com cebola e palmito assado

Torta de maça de sobremesa (maravilhosa! nem parece diet/light)

Suco de maracujá

Lanche da tarde

Café com leite

chá mate

1 fatia de pão de polvilho (tinha gosto de pão de queijo com açúcar – não gostei e a Hannah adorou!)

Jantar

Salada de alface, tomate e cenoura à vontade

Abobrinha cozida

Canja de frango desfiado

1/2 pão sírio integral

1 maçã cozida com canela

Ceia

1 copo de café com leite

Extras: Ainda, durante o dia, é permitido tomar 2 sucos diuréticos, 5 gelatinas, chás diversos… Enfim, a gente come muito o dia todo, não passa fome! Total de 850 calorias diárias. Se for se inspirar na dieta acima, saiba que tudo é preparado sem óleo, sem sal e sem açúcar e em porções pequenas.

Bola fora do dia

Como fiquei muito tempo no sol, estou toda queimada. Fiquei mais ou menos assim:

sol

Enfim, meninas… Estou adorando. A Hannah é uma carrasca, fica exigindo e me estimulando a não desistir dos exercícios. Tem sido muito bom poder contar com a companhia e ajuda dela. Também fico feliz com a manifestações de vocês no Facebook, me incentivando. Leio cada recadinho!

Para conhecer o Saison Spa, clique aqui.

Para acompanhar o Facebook do Blog Mulherão, clique aqui.

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Limão com açúcar para esfoliar a pele

limão esfoliação

Por Renata Poskus Vaz

Olá, mulherões! Estou me preparando para minha semana no Saison Spa. Embora a equipe de lá já tenha nos orientado a levar blusas de frio, estou super esperançosa em poder bronzear meu corpinho sedutivo. Esse branco-pálido-escritório pode ser até chiquérrimo, mas um ar bronzeado (sem exageros, claro) dá até  um aspecto mais saudável. E para vibrar positivamente e atrair o sol quentinho que tanto amo, fiz a minha esfoliação de pele caseira.

Por que é necessário esfoliar a pele?

A esfoliação elimina células mortas e favorece a renovação celular. Fazer a esfoliação antes de tomar sol pode ajudar a prolongar o bronzeado. A esfoliação também tem outras vantagens, como desobstruir poros, combater a oleosidade prevenir pelos encravados e deixar a pele sedosa e lisinha.

Qual a receita caseira?

Normalmente, misturo limão e açúcar a olho. Uma dica é misturar 1 limão grande espremido para cada 2 colheres cheias de sopa de açúcar. Uso sempre o açúcar refinado. Quando preciso dar uma atenção especial em regiões do meu corpo em que a pele está mais grossa ou ressecada, como pé e cotovelos, uso uma medida maior de açúcar. Porém, se você for esfoliar a pele duas vezes na semana, ou se tiver muita acne ou estiver com a pele ferida, essa misturinha muito grossa pode acabar te machucando. Nesse caso, prefira a receitinha que dei logo acima.

Qual a ação do açúcar e do limão na minha pele?

O limão é um potente adstringente, ajuda a combater a oleosidade, cravos e espinhas. Também acalma a pele e é potente na remoção de manchas. Isso mesmo, ele ajuda a tirar manchinhas e te deixa com a pele mais clara. Já o açúcar é o que confere a esfoliação e sedosidade da pele.

Como usar?

Preparo a misturinha e levo para o banho. Aplico com as mãos no corpo e rosto, em movimentos circulares. Aguardo uns minutinhos e retiro. Lavo a pele normalmente com sabonete. Só aplico esse esfoliante à noite, antes de dormir. E quando acordo tomo outro banho, só por precaução. Como se sabe, o limão, ao sol, pode manchar a pele.  Usando como indiquei não há erro. Faço essa esfoliação desde os 12 anos. Aprendi com minha tia Laiza, 7 anos mais velha do que eu. [:)]

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