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Grife mineira faz roupas para quem gosta de conforto e exclusividade

Por Renata Poskus Vaz

Há alguns anos, recebi um recado indignado aqui no Blog Mulherão de uma leitora lá de Portugal que se queixava de nunca termos falado de uma grife mineira chamada Elvira Matilde. Segundo a leitora, tratava-se de uma marca que fazia roupas para crianças, homens e mulheres de todos os manequins, com estampas exclusivas, verdadeiras obras de arte e que eu era muito relapsa e desinformada em não saber e noticiar isso. Ui, tomei!

Então fui pesquisar. Nisso, duas amigas de Belo Horizonte, Silvia Neves e Rafa Coelho também me mostraram várias peças da Elvira Matilde, me contando como era bacana ver uma marca brasileira trabalhando com essa questão de diversidade de maneira tão natural.

Confirmei que as peças da Elvira Matilde são super confortáveis, feitas em tecidos de ótima qualidade. As estampas são exclusivas. E quando digo estampas não estou falando dessas modernas digitalizadas cheias de fricotes. A produção é quase artesanal, desenhada internamente, nenhuma outra grife tem, e são vendidas com uma certa exclusividade, pois são feitas poucas peças de cada modelo. Chances mínimas de você sair por aí e se deparar com alguém vestindo a mesma roupa.

A marca usa diversas modelos, de várias idades, sexo e biotipo em suas campanhas. A representante plus size é a Silvia Neves.

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www.elviramatilde.com.br 

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Gordinha organiza excursões e agita interior de Minas Gerais

Por Kallina

Kalli

Meu nome é Kallina, mas todos me conhecem como Kalli. Tenho 25 anos, sempre fui bem popular e baladeira. Sempre que havia alguma festa próxima à minha cidade, eu providenciava a locação de vans para amigos e conhecidos para garantir o nosso transporte até lá.

Até 2007, fazia isso sem compromisso, mas depois tive a idéia de que sim, eu poderia ganhar dinheiro com isso. Confesso que a minha primeira excursão foi um fracasso. O dinheiro que arrecadei não foi suficiente nem para pagar o fretamento do ônibus. Saiu do meu bolso a diferença no custo da excursão.  Mas eu acreditava em mim e no meu potencial e não desisti.

Um mês após a primeira excursão de ônibus, eu organizei uma nova excursão com dois ônibus. Após um ano, já organizava excursões com 4 ônibus. E só não faço com mais, porque na minha cidade esta é a frota máxima existente.

Paralelamente à organização de excursões, tenho outro trabalho fixo. Sou funcionaria pública, trabalho na secretaria de saúde com atendimento aos pacientes do SUS, e tenho enorme satisfação em ajudar, com esse meu trabalho descobri minha vocação e pretendo em 2010 cursar Serviço Social.

Mas em alguns eventos eu chego a ganhar mais do que ganho trabalhando o mês inteiro. Sem contar a gratificação enorme que tenho.

Com todo este empenho na organização de excursões, sempre sou procurada pelas promotoras das festas da região. Fico responsável pela venda dos ingressos e meu nome fica estampado nos cartazes. Muita gente olha torto, afinal, sou uma gorda de 130 quilos e muita gente não entende como posso ter tanta influência e ser bem quista aonde vou.

Só que eu não me abalo, porque eu consegui entrar em um mundo dominado por mulheres magras e me saio muito bem, por sinal. Não concordo com quem fala que balada não é para gordinha porque estou nessa vida há 10 anos e, apesar de eu não saber dançar, nunca sou a gordinha que fica sozinha no canto porque eu me adoro. E se você sai de casa se achando bonitona, as pessoas sempre vão te achar também.

Então, aos MULHERÕES, que passam por aqui sempre em busca de encontrar estimulo para suas vidas, eu quero dizer que não importa o que vocês façam, o que importa é serem felizes sendo quem vocês são, sempre.

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