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Esclarecimentos sobre nossa ida ao Spa Jardim da Serra

simone e david

Por Renata Poskus Vaz

Oi Gente! Infelizmente, a nossa ida para o Spa Jardim da Serra terá que ser adiada. Nesta madrugada o Davizinho, filho da minha amiga e modelo plus size Simone Fiuza, adoeceu. Ela ainda está no Hospital com ele. Não é nada grave, não se preocupem, mas não havia como viajarmos e deixar essa fofura só com o papai.

Coisas de mulherão!

Agradeço ao Spa Jardim da Serra que se preparou para nos receber e desejo que no futuro eu possa ter a oportunidade de conhecer esse espaço que me foi tão bem recomendado.

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7 dias de Renata Poskus e Simone Fiuza no Spa Jardim da Serra

renata e fiuza

Por Renata Poskus Vaz

Como vocês sabem eu sou uma gordinha geração saúde. Virei rata de Spa. Tá, vai, não chega a tanto, fui apenas duas vezes para Spas,  mas amei a experiência e pretendo repetir muitas e muitas vezes.

Neste domingo, vou para o Spa Jardim da Serra, que fica na cidade de São Pedro, interior de São Paulo e que me foi recomendado por Priscila Amaroli, uma queria leitora aqui do Blog Mulherão.

Passarei 7 dias lá. Com certeza serão 7 dias incríveis. Minha companheira de Spa, Hannah Perez, infelizmente desta vez não pode me acompanhar. Mas foi por um ótimo motivo, claro, já que ela tem uma figuração na Globo na semana que vem.

Então, minha parceira nesta terceira experiência em Spa e a primeira no Jardim da Serra será  a minha amiga e modelo plus size Simone Fiuza.

Fiquem ligados pois contaremos nossa experiência aqui no Blog Mulherão, diariamente.

Sigam também nosso Instagram: @simonefiuza e @renataposkus para receber notícias fresquinhas.

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Eu me amo, com ou sem barriga!

Por Renata Poskus Vaz

Pensei muito se postaria a foto do meu pânceps aqui. É muita exposição. Mas como querer me preservar agora se, no passado, eu comecei a fazer  sucesso com o Blog Mulherão justamente falando de minhas experiências fracassadas e vergonhosas de emagrecimento? Como por exemplo quando tomei Xenical e soltava puns cor de laranja, de pura gordura, na calcinha. Eca! rsrsrs (leia aqui)

Eu me autoesculhambei desde o início no Blog, sem medo, sem vergonha. Mas isso, no final, foi bom para mim. Afinal, cada experiência compartilhada retornou para mim em forma de incentivo e autoestima. Ou seja, mostrar meu bacon aqui ou acolá, é só mais uma experiência, uma história para contar.

Então, vamos lá. Antes de mais nada,  para quem não acompanha com frequência o Blog, ou acompanha mas perdeu postagens anteriores, tenho vivido um processo de reeducação alimentar e manutenção de hábitos saudáveis. Quero ser um mulherão saudável. Usar meu manequim 46 com saúde, porque antes eu estava doente.

Após perder mais de 10 Kg, minha saúde ficou nota 10, incluindo o adeus à esteatose hepática e aos cistos nos ovários (que podem, mas não vão voltar!). Eu havia me afastado da academia, estava cansada e um pouco apática. Voltei faz 15 dias. Meu peso não alterou em nada, mas caminhar 60 minutos todos os dias já fez uma diferença enorme no meu abdômen.

Quero deixar claro que o incômodo que uma barriga inchada me causa não é estético. Eu não odeio minha barriga, mas me amo o suficiente para ser feliz com ou sem ela. Já para minha saúde, sinaliza que estou com excesso de gordura no fígado. E como já tive um  quadro complicado de esteatose hepática,  preciso sempre prevenir.

Fiquei feliz com essa redução em 15 dias. E quis dividir com vocês (é uma pena que o pouquinho de bunda tenha ido embora junto) :p Meu peso continua o mesmo.

barriga

 

 

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“Litha, você emagreceu tanto, o que você fez?”

Por Litha Bacchi

Faz mais ou menos 1 ano que muitas leitoras vêm me perguntar isso. Eu me esquivei da resposta por muito tempo. Acho que, principalmente, porque eu ainda não tava vendo eu no meu novo corpo. Eu tinha aceitado que era gorda, eu estava feliz, era a minha identidade (não que eu tenha virado magra, longe disso, era apenas um corpo que eu não reconhecia mais).

Eu não fiz cirurgia. Eu não fiz dieta. Eu não tentei emagrecer. Foi uma combinação de fatores e muitas hipóteses. Eu me mudei pra Londres em setembro/outubro de 2012 e minha vida mudou muito.

1) Eu parei de tomar pílula anticoncepcional, pois aqui não dá pra entrar na farmácia e comprar, tem que ter receita médica todo mês. Fiquei enrolando pra ir e acabei decidindo não tomar mais mesmo.

2) Tenho uma doença auto imune na minha tireoide, que melhora ou piora por motivos que nunca dá pra saber direito quais são. Pois ela deu uma melhorada depois que eu vim, eu não sei o porquê. Eu tomava 150mcg de T4 e agora eu tomo 100mcg.

3) Londres tem muito mais escadas do que Porto Alegre. Eu faço muito mais baldeação no transporte público do que em Porto Alegre. Eu não tenho mãe ou amigos com carro, e o táxi é caro, então só ando de transporte público.

4) Eu comecei a trabalhar no setor de alimentação, primeiro num fast food, depois como garçonete. A gente passa muitas horas de pé, carrega peso, sobe e desce escada, limpa tudo, etc.

5) Eu não tenho mais comida à vontade, porque sou eu que compro a minha própria comida. Antes a minha mãe mantinha a geladeira cheia, às vezes até me dava o cartão dela pra eu mesma ir no super mercado e comprar tudo o que eu queria. Por incrível que pareça, quando eu era mais gorda eu comia muito melhor. Eu vivia comprando todos os tipos de legumes, carnes, peixe, etc, e tinha uma alimentação muito variada.

Quem nunca foi solteiro morando sozinho, que jogue a primeira pedra: mas comida não é um gasto prioritário pra mim. Eu compro comida o suficiente pra me manter alimentada, e como tudo o que posso quando é de graça (trabalho em restaurante). Perto de casa uma caixinha de frango frito é 1 libra, um pacote de cookies é 59 pence. Comida congelada é baratíssimo. Mas eu como menos do que eu comia antes. Não tenho uma alimentação tão boa, mas como menos.

Eu não tentei emagrecer, a vida me emagreceu. Talvez a vida me engorde de novo. Eu parei de perder peso espontaneamente e estabilizei. E também não estou tentando perder peso nenhum. Eu absolutamente detesto falar de dieta e métodos para perder peso porque isso me traz uma sensação muito ruim da parte da minha vida onde eu não me aceitava e me sentia muito triste. Por isso eu ignorei muitas vezes quando me perguntavam, ou dei alguma resposta curta. Porque o assunto me faz mal. Resolvi escrever esse post pra esclarecer e evitar que me perguntem novamente. Espero que entendam, mas o assunto “emagrecimento” me traumatizou muito durante a vida e não é algo que eu queira conversar sobre de novo.

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Mulherão saúde: Como exterminei a SOP e a esteatose hepática

Por Renata Poskus Vaz

Faz mais de um ano que eu contei aqui no Blog Mulherão que estava muito doente e que precisava cuidar da minha saúde. Se você não lembra, clique aqui e recorde. Resumidamente, eu estava com grau 1 de obesidade, com 96 Kg (sendo que engordei só de janeiro de 2013 a março  quase 7 Kg), esteatose hepática, síndrome dos ovários policísticos (SOP), estresse e mais de um monte de problemas associados.

Por alguns meses, com acompanhamento médico, tomei metformina para melhorar a situação da esteatose hepática e da SOP. Fiz também reeducação alimentar. Simplesmente parei de ingerir o tanto de besteira que eu comia, substituí gordices normais por versões light. Comia muito  o dia todo, mas coisas saudáveis. E me exercitava. No início na academia, depois em voltinhas com o cachorro pelo bairro.

Fui para o Spa também, fiquei por lá  por 15 dias. Não emagreci tanto no Spa,  mas dei aquele “up” na reeducação alimentar e consegui descansar bastante pois, naquele momento, o estresse era o maior vilão da minha saúde.

Enfim…

Um ano após esse meu início de mudanças de hábitos, emagreci 12 Kg. Hoje estou com 84 Kg.

renata poskus antes e depois

(tava mais tchutchuca gordinha, né?! :p )

Mas para mim, de nada adiantava estar mais magra.  Eu queria estar mais saudável. Então, fiz uma série de exames clínicos para checar como eu estava por dentro.

Não tenho mais esteatose, o exame não apresentou nenhuma função hepática alterada. A parte superior do meu abdome está visualmente menos dilatado, normal, não dói… Fiquei muito feliz com isso.

Todos os outros exames de colesterol, glicose etc deram normais com índices excelentes. Ou seja, nem bom, nem regular, nem ótimo… Excelente! Fiquei orgulhosa de mim mesma.

A próxima etapa para checar a minha saúde foram os exames ginecológicos. Desde os 22 anos tenho ovários micropolicísticos (acho que já tinha antes disso, mas como era virgem não tinha feito ainda o ultrassom transvaginal e só descobri nessa idade). Com o passar do tempo esses cistos foram aumentando a ponto de me causarem dores terríveis, ciclos menstruais irregulares e tive quase certeza que eles me gerariam infertilidade. Não havia pílula ou tratamento que os impedissem de crescer. Eu sofri muito pensando que não poderia ser mãe de barriga (porque de coração eu tenho certeza que serei, de qualquer forma), muitas vezes meu ex-namorado precisou enxugar minhas lágrimas quando eu via minha menstruação chegando mais um mês, sem que Deus (ou minha saúde) nos trouxesse um bebê.

Só que além de caminhar, me alimentar direito, tomar a metformina, passei a fazer terapia neste início de ano. Desabafar, ter alguém para me orientar e aprender a lidar com meus sentimentos  de uma forma positiva e equilibrada impactaram da melhor maneira sobre a minha saúde.

Ao fazer meu exame de ultrassom transvaginal a grande surpresa: eu não tinha nenhum cisto no ovário. Nenhum! O útero estava limpo, como nunca tive. Ovários lindos, fofos, cuti-cuti… Tomei a metformina no ano passado e sabia que reduziria alguns desses cistos, mas fui alertada de que ela não faria com que eles desaparecessem, que isso era impossível de se acontecer.

Ou seja, recebi um grande milagre!

Segundo o médico, eu sou uma mulher saudável, fértil e pronta para engravidar! (não que eu vá engravidar agora, mas saber que se um dia eu quiser, poderei, é um alívio e uma grande felicidade!)

E se estou dividindo algo tão íntimo com vocês é porque sei a quantidade de mulheres desesperadas com medo de não serem férteis. Quando dividi minha angústia com “amigas” no passado, elas usaram isso contra mim. Alimentaram o meu medo de infertilidade. E eu estou aqui para mostrar que, pelo menos para a SOP, há remédio, há cura total. Que vocês não precisam se contentar com redução de cistos, que vocês podem orar e se tratar para que eles sumam. Sou uma prova viva disso!

O mais bacana disso tudo é que embora não seja mais obesa, tenha apenas sobrepeso, ainda estou bem longe do peso ideal dessas tabelas de IMC.  Eu encontrei meu equilíbrio.

Minha dica é que sempre procurem orientação médica, jamais tomem remédios por conta própria. Eu levei um ano para recuperar minha saúde e ainda tenho mais um monte de exames preventivos para fazer, com o vascular. E ainda terei que continuar com meus exercícios e minha terapia, quem sabe para sempre, para não voltar a me estressar, prejudicando minha saúde e minhas relações sociais.

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Orgulho gordo diverte, mas engorda

Por Renata Poskus Vaz

Não há como esquecer das duas primeiras décadas de minha vida, em que fui totalmente escrava da balança, contando cada caloria consumida, extravasando todo esse controle em compulsões alimentares repentinas, fortes, seguidas de arrependimento, culminando em uma total e torturante falta de amor próprio.

Mas finalmente entrei em uma terceira década de vida, a do orgulho gordo. A década de minha plenitude como mulher. Realizada em diversos aspectos, sobretudo profissionalmente, e finalmente feliz com o corpo que tenho. Transformando uma aceitação de minha própria imagem, em uma relação de amor e paixão por meu próprio corpo. Uma surpreendente relação de aceitação e admiração por minhas curvas, celulites e cada pedaço que me compõe.

Fiz amizade com centenas de mulheres maiores do que eu, em orgulho, altura, peso, medidas. Ter amigas gordas me mudou na medida em que consegui perceber que mulheres ainda mais pesadas do que eu eram imensamente mais felizes também. E se algumas delas (mesmo com as limitações que um corpo gordo podem, eventualmente, apresentar), não se intimidavam, não se abatiam, se sentiam poderosas, eu também poderia ser e me sentir assim.

E eis que nessa onda de orgulho gordo, deixei de ser escrava da balança e me recusei se quer a visitá-la, dar um oizinho, de vez em quando. Engordei mais de 20 Kg em 4 anos (desses 20 Kg, emagreci 11 desde setembro de 2013). E fiquei muito doente.

O mais curioso é que o meu caso, infelizmente, não é isolado. Muitas (muitas mesmo!) mulheres que se encontraram em blogs plus size, eventos, grupos de amigas plus etc, engordaram. Sentir-se igual, pertencente a um grupo, livre de preconceito, faz com que a gente se descuide da própria saúde.

Essa entrada no “mundo plus size” faz com que deixemos de ter apenas as amigas magrinhas como parâmetro de beleza, fechamos os ouvidos para comentários maldosos alheios, nos libertamos da culpa de comer o que queremos… E engordamos mais e mais e mais.

Não é a toa que, recentemente, muitas gordinhas iniciaram seus “projetos panicat” com malhação e reeducação alimentar, ou preparações para cirurgias bariátricas.

Todo mundo engordou.

Como nunca defendi aqui a obesidade, fico preocupada. Já já vamos para a casa dos 40 anos, depois 50 e vamos morrer mais cedo se continuarmos nesse ritmo de “amor próprio” sem cuidado algum com a saúde.

A verdade é que não existe essa, garotas, da gente se amar sem se cuidar.

Não precisamos mais tentar atingir o tal “peso ideal”, nem o corpo das garotas que estampam as capas das revistas femininas. Podemos ter outros referenciais de beleza, mantermos nosso sobrepeso com saúde, prática de exercícios físicos e com uma alimentação de qualidade.

Defendo que mulheres obesas sejam felizes, tenham o direito de se divertir, trabalhar e namorar, vestindo boas roupas, bons calçados… Mas não defendo que ninguém engorde indiscriminadamente, porque é bacana, por estar na moda, ou porque, na cabeça dela, “tanto faz”.

No ano passado, na última edição do Fashion Weekend Plus Size, após 3 dias do evento, perdemos uma de nossas modelos. Com apenas 31 anos, Fernanda Barbosa morreu vítima de aneurisma cerebral.

Ok, você vai me dizer: “isso acontece, pode acontecer com magras também”. Sim, também sei disso. Acontece que grande parte das minhas modelos tem em média 30 anos. E a cada edição elas estão mais gordinhas. Como todas (modelos, consumidoras, blogueiras, leitoras) engordamos juntas, não percebemos, não nos importamos… Mas uma hora as consequências à nossa saúde serão reveladas!

Quero que continuemos sendo bons exemplos. Não quero perder ninguém tão cedo, assim como perdemos Fernanda.

Sei que esse papo é chato. Mas eu preciso pedir: aceite-se como é, admire suas curvas, mas mantenha um peso saudável. E para saber seu peso saudável, consulte um médico camarada, humano e interessado, que realmente analise seus hábitos, histórico familiar e característica físicas e não se limite a te passar um peso retirado de uma tabela velha e totalmente questionável de IMC.

Há alguns anos, por exemplo, passei em um endocrinologista que me garantiu, com todas as letras, que eu jamais poderei pesar os 50 e poucos Kg indicados como meu IMC ideal. Segundo ele, sou descendente de lituanos, cujas mulheres são altas, fortes, com seios fartos e que precisam ser mais pesadas para sustentar o esqueleto forte (é, eu tenho ossos largos! kkkk), e que isso faz parte de minha própria natureza. Ele me sugeriu atingir 74 Kg, para meus 1,72m. Olha só que belezinha!

E, sinceramente, 74 Kg foi o peso com o qual me senti mais gostosa, feminina e saudável em toda a minha vida. Mais do que quando pesei quase 100 Kg e mais do que quando pesei 57 Kg. Ou seja, o que me faz feliz e me deixa disposta e saudável é me manter com sobrepeso e não com um peso considerado “normal”, muito menos com obesidade. Sério, eu não curti ser obesa! E não estou cuspindo no prato que comi, pois quando comecei o Blog Mulherão pesava pouco mais de 70 Kg e jamais incentivei que ninguém engordasse.

Encontrar esse “peso ideal” não é fácil. Mas é necessário.

Espero que se cuidem sempre. Seremos eternamente mulherões. Mulherões saudáveis.

E como sempre defendi: vamos ter orgulho de quem somos, de nossa essência, orgulho de sermos mulherões em todos os sentidos e não apenas o orgulho gordo. 🙂

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Modelo plus size enfrenta câncer e não para de fotografar

Por Isabella Trad

Em julho do ano passado, Elly Mayday,  modelo plus size canadense, anunciou em sua página no Facebook que foi diagnosticada com um câncer raro no ovário.  Esse tipo de tumor atinge apenas 5% das mulheres diagnosticadas com câncer no ovário. Mesmo assim,  Elly não se deixou abater. Ela fez uma cirurgia para remover o tumor e começou a quimioterapia em setembro do ano passado.

Apesar de toda essa experiência,  a modelo continua aproveitando sua vida ao máximo e trabalhando. Recentemente em sua página no facebook ela postou sobre sua perda de peso por conta da quimioterapia:

‘’Eu tenho visto que muitas pessoas comentaram sobre o meu peso ultimamente devido a essa experiência. Eu perdi 18kg na extensão desse meses e a perda de peso é devido a dieta, quimioterapia e stress. Para combater isso, eu tive que dar ao meu corpo a melhor chance, eu me alimento de comidas limpas e sucos todas as manhãs. O peso saiu naturalmente, mas as curvas ficaram. Não de importância aos números que você vê na balança, ame esse lindo corpo que você tem e perceba que é tudo que você tem.  Então é melhor alimentá-lo e tratá-lo bem.’’

Elly é a prova de que não existem dias ruins e a felicidade está ao alcance de todas. Ela nunca se rebaixou por estar acima do peso, nem mesmo quando algumas agencias se recusaram a representa-la por ser muito grande ou inexperiente. Ela conta que nada disso a impediu de provar que era capaz. Elly estava determinada que podia fazer isso, mesmo de forma independente e não por uma agencia.

Em entrevistas, ela afirmou que não vai deixar o câncer destruir toda sua trajetória: “Sinto que passei por isso pra ajudar essas pessoas e não há nada que vai diminuir o meu ritmo. Vitimizar-me por conta da minha doença não vai mudar nada. Meu pai sempre dizia que os mais pobres de todos nós são aqueles sem propósitos.  Eu perderei meu cabelo para a quimioterapia logo e tenho certeza que vou enfrentar algum problema de confiança, mas eu preciso compartilhar o que eu prego e estou determinada a mostrar pras pessoas que a beleza vai alem disso, e é isso que importa.’’

 Atualmente ela já perdeu seu cabelo e esta em tratamento,  reagindo bem. Elly publica diariamente fotos em sua pagina oficial, mostrando seu trabalho e força.

Modelo canadense cancer 1 Modelo canadense cancer 2 Modelo canadense cancer 3 Modelo canadense cancer 4

Nós não devemos nos entristecer com o que acontece no nosso dia a dia, porque, de alguma  forma as coisas podem ser piores. O seu peso, altura ou cor de cabelo não é capaz transmitir a sua força de vontade e amor próprio, a beleza e o bem estar te seguem onde quer que você vá. O segredo está em ser capaz de observar tudo isso.

(Fotos: Página do facebook da modelo)

 

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